Grupo Oncoclínicas inaugura clínica com atendimento por supraespecialidades no Rio de Janeiro

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de mortes por casos de câncer ao redor do planeta vem avançando: cerca de 223 mil pessoas sucumbiram à doença, por ano, desde 2000 até o final de 2015, segundo o levantamento mais recente disponibilizado pela instituição. Levando em conta a realidade no Brasil, segundo a publicação internacional Lancet Oncology, os casos de câncer devem subir 38% até 2020. Embora essas estatísticas sejam expressivas, elas podem e devem ser reduzidas significativamente com ajuda do diagnóstico precoce, além da ampliação e melhoria no tratamento baseado na individualização das condutas e uso da tecnologia como aliada.

Uma das instituições que tem investido grandes esforços estratégicos para alcançar esse objetivo no Brasil é o Grupo Oncoclínicas, que inaugura uma nova unidade no Rio de Janeiro – a sua oitava no Estado.

Assim, o Grupo reforça sua presença na capital carioca com uma clínica que coloca em prática uma tendência de conduta cada vez mais voltada à perspectiva humanizada na forma de lidar com cada paciente e que vem sendo apontada por especialistas como estratégia prioritária para vencer a doença. As definições de tratamento passam por estratégias que envolvem a medicina de precisão, análise genética e pesquisas científicas.

“Se o diagnóstico precoce continua sendo o fator determinante para diminuir a mortalidade, estudos recentes provam que o entendimento das características particulares do tumor após a confirmação do câncer e o uso da genômica como ferramenta para a tomada de decisão sobre a terapêutica a ser adotada têm feito diferença fundamental para um prognóstico positivo”, explica Carlos Gil Ferreira, oncologista do Grupo Oncoclínicas e presidente do Instituto Oncoclínicas.

Complementando esse conjunto de práticas e em linha com o que há de mais atual na oncologia, o especialista lembra que são aplicados em conjunto os cuidados de quimioterapia, oncogenética, medicina Integrativa e tratamentos paliativos, como a Crioterapia (que ameniza a queda de cabelos), na qual o Grupo Oncoclínicas ocupa posição de liderança, tendo introduzido essa prática no Brasil e conduzindo pesquisas clínicas na área. Tudo isso como forma de oferecer o máximo bem estar aos pacientes

Um estudo do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido, um dos países que conseguiu reduzir a mortalidade por câncer consideravelmente na última década, aponta justamente na direção de um tratamento multidisciplinar totalmente centrado no paciente: embora a prevenção e o diagnóstico precoce continuem imprescindíveis, os avanços científicos dos últimos anos, que apostam em técnicas cada vez mais personalizadas, têm feito a diferença. Entre os britânicos, as taxas de mortalidade (reincidência após cinco anos) foram reduzidas em 20% nas mulheres e 27% nos homens.

“Pela sua complexidade, o câncer é um tipo de doença que demanda tratamento de diferentes profissionais ao mesmo tempo. Hoje, estamos conscientes de que é importante olhar para cada paciente como um ser único, ver as características, os estágios da doença e tratar quase que individualmente cada um deles, com equipes multidisciplinares e com base em pesquisas avançadas”, comenta Gil.

Divisão por especialidades

Para alcançar este objetivo, o Grupo Oncoclínicas Rio de Janeiro conta com uma segmentação do atendimento por supraespecialidades, ou seja, núcleos focados de acordo com o subtipo específico de câncer com corpo clínico formado por oncologistas, hematologistas e radioterapeutas. Somando-se a estes profissionais, há uma equipe de apoio formada por profissionais das áreas de nutrição, psicologia, estomatoterapia, fisioterapia e cuidados continuados que garantem suporte completo aos pacientes.

“Essa abordagem permite a humanização do processo de combate à doença e possibilita coletar dados que ajudarão a retroalimentar uma base de informações sobre o panorama do câncer entre a população brasileira. Isso não só oferecerá melhores resultados para os nossos pacientes como também proporcionará subsídios para estudos que contribuirão para toda a cadeia da saúde, desde a indústria farmacêutica para validação de protocolos, até o governo, com possibilidade de novas políticas públicas”, enfatiza o oncologista, que coordena o novo centro.

Neste cenário, vale ressaltar a importância das parcerias estratégicas do Grupo Oncoclínicas com instituições internacionais para aprimoramento e troca de experiência bilateral. Os destaques vão para os trabalhos conjuntos com o Dana-Farber Cancer Institute, dos Estados Unidos, iniciados há cinco anos e ampliados desde então. Atualmente, dentro de um programa amplo de educação médica continuada, a aliança envolve o treinamento de médicos em Boston, dentre outras ações, focadas em diferentes tipos de câncer.

Escolha pelo Rio de Janeiro: estratégica

O Grupo Oncoclínicas está presente em 11 estados brasileiros, com mais de 60 unidades pelo território nacional. Neste cenário, o Rio de Janeiro desempenha papel de grande importância dentro dos planos de expansão de unidades do Grupo. A escolha pela região onde está localizado a nova clínica também não foi aleatória: o local está situado em Botafogo, com vista para o Pão de Açúcar e o Cristo Redentor, um presente aos olhos de quem passa pelo tratamento.

“O Rio é uma cidade estratégica para o Grupo, que tem uma grande conexão com o estado. Nós acreditamos muito no potencial da Cidade Maravilhosa e essa é até uma forma de demonstrar, principalmente nesse momento em que muitas empresas e instituições estão deixando a cidade e seu entorno, nosso compromisso”, comenta Luis Natel, CEO do Grupo Oncoclínicas.

Nos próximos anos, o Grupo prevê ampliar ainda mais a sua presença em diferentes regiões do país, seguindo sempre o conceito de garantir a melhor experiência aos pacientes com câncer. “O objetivo é trazer para outras macrorregiões o conceito do tratamento integrado e personalizado, pois a nossa maior intenção é influenciar e melhorar o tratamento oncológico dispensado aos brasileiros”, encerra.

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