Testes laboratoriais remotos permitem diagnóstico ágil

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“Avaliação crítica dos Testes laboratoriais Remotos – POCT” será o tema de uma mesa-redonda, às 9h, no dia 24 de setembro durante o 53º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial. O evento acontece no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ).

O mercado de teste global de pontos de atendimento (POCT) foi avaliado em US$ 14 bilhões em 2017 e está previsto atingir US$ 30 bilhões até 2026. Quando usado adequadamente, o POCT pode levar a tratamentos médicos mais eficientes e eficazes, além de melhorar a qualidade dos cuidados médicos.

O teste no local de atendimento é crucial em emergências e na sala de cirurgia. Mas tem sido muito usado em casa, para um melhor acompanhamento de pacientes e médicos. Também podem ajudar a aliviar a superlotação do pronto-socorro, reduzindo o tempo necessário para tratar as pessoas e, assim, encurtando as estadias. Os testes no local de atendimento também podem fornecer resultados de testes em locais onde os laboratórios clínicos não existem ou estão muito distantes, como em regiões rurais ou distantes de centros médicos.

Serão abordadas as aplicações, os custos e a conectividade dos testes laboratoriais remotos. A mesa será composta por Paula Távora, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, Fábio Lima Sodre, presidente regional da entidade na Bahia e Adriana Caschera Leme, coordenadora técnica do Hospital Albert Einstein.

O presidente do 53º CBPC/ML, Eduardo Emery, afirma que “os testes laboratoriais remotos são uma tendência mundial. É preciso esgotar as discussões sobre o tema para que sejam aplicados de forma correta, para que proporcionem eficácia e resultados seguros para médicos e pacientes”.

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