Voluntários ajudam na recuperação de pacientes internados

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Em 1985, o Dia Internacional do Voluntário (5 de dezembro) foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) a fim de promover ações de benevolência em todas as áreas da sociedade no mundo todo.

Entre as ações de humanização que acontecem nas unidades São Luiz está a visita dos animais que sempre trazem muita alegria aos pacientes internados. Dentre os benefícios estão: entretenimento, oportunidade de motivação e afeto, a fim de melhorar a qualidade de vida.

“Ter a oportunidade de ver e ter contato com um animal de forma terapêutica pode melhorar o estado de ânimo e a autoestima. O ressentimento, angústia, dor e outros aspectos negativos que geralmente o paciente sente quando está internado podem ser canalizados de uma forma positiva com essas ações”, explica Regina Célia Rocha, psicóloga do Hospital São Luiz.

Regina comenta ainda que a atuação dos voluntários é de extrema importância, pois doam seu tempo, trabalho e talento, se dedicando às causas de interesse social e comunitário, sempre com objetivo de melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Com a chegada do voluntário, o paciente passa a se distrair e seu tempo de internação passa mais rápido. São estimulados a realizar atividades como leitura, alimentação, sair do quarto para fazer alguma atividade, entre outras ações.

Patas Therapeutas

A parceria entre o Hospital e a ONG Patas Therapeutas faz parte das ações e atividades de humanização realizadas nas unidades Anália Franco e São Caetano.

Com a presença e interação com os cachorros, os pacientes têm aumento da autoestima e confiança, o que diminui sintomas de ansiedade e depressão.

O número de pacientes pode variar para cada ação, pois há critérios pré-estabelecidos para o paciente ser considerado apto ou não para receber a atividade. Casos de traqueostomia, ostomias, CVC (Cateter Venoso Central), SVD (Sonda Vesical de Demora), úlceras por pressão, ferida operatória, diarreia não contida,  utilização de outros drenos, isolamento de contato ou respiratório, são exemplo de casos em que os pacientes não podem participar.

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