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	<title>Arquivos Tecnologia - HOSPITAIS BRASIL</title>
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	<description>Principal revista e portal hospitalar do país.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 18:52:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Líderes de segurança citam a IA como um multiplicador de riscos para APIs em nova pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ataques a APIs e os custos de incidentes aumentam junto com a adoção da IA.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Akamai (NASDAQ: AKAM) divulgou hoje uma <a href="https://www.akamai.com/lp/report/api-security-study-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nova pesquisa</a> mostrando que as organizações estão correndo para implantar APIs sem segurança ou testes adequados, deixando-as vulneráveis a ataques após o lançamento. Agora, em seu quarto ano, a pesquisa da Akamai sobre o &#8220;Impacto da Segurança de APIs&#8221; examina o cenário da proteção de APIs com base em uma pesquisa global com 1.840 profissionais de segurança em seis setores e 10 países.</p>
<p>O estudo mostra que os ataques a APIs continuam aumentando: 87% dos entrevistados relataram um incidente de segurança relacionado a APIs no ano passado, um aumento de 76% em relação a 2022. Em média, as organizações relataram 3,5 incidentes de segurança relacionados a APIs nos últimos 12 meses, com um custo médio superior a US$ 700 mil por incidente.</p>
<p>As equipes de segurança classificam a proteção das tecnologias de IA como sua principal prioridade de segurança cibernética (38%) para o próximo ano. Além disso, 42% dos profissionais de segurança dizem que as APIs que impulsionam suas aplicações de IA, agentes e grandes modelos de linguagem (LLMs) foram alvo de ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. Essas descobertas reforçam pesquisas recentes da Akamai que identificaram as <a href="https://www.akamai.com/newsroom/press-release/ai-transformation-at-risk-apis-emerge-as-the-primary-attack-surface-akamai-research-finds" target="_blank" rel="noopener noreferrer">APIs como uma superfície de ataque primária para criminosos virtuais.</a></p>
<p>Os resultados da pesquisa mostram que cada vez menos organizações têm visibilidade de APIs, um problema agravado pela IA, com apenas 27% das empresas com inventários completos de APIs sabendo quais delas expõem dados confidenciais — uma redução de 40% em comparação a 2022.</p>
<p>Outras descobertas da pesquisa incluem:</p>
<ul>
<li>Quase todos os entrevistados do setor de serviços financeiros (96%) relataram um ataque relacionado a APIs nos últimos 12 meses.</li>
<li>Os setores com os maiores custos de incidentes foram os de energia e serviços (US$ 860 mil), manufatura(US$ 732 mil) e saúde e ciências biológicas (US$ 725 mil).</li>
<li>Quase 80% das empresas colocam a segurança de APIs entre suas três principais prioridades de segurança cibernética.</li>
<li>40% dos líderes executivos relatam maturidade avançada de testes de APIs, em comparação com apenas 28% das equipes do DevSecOps. Isso sugere que o nível de confiança da liderança vai além do que as equipes de implementação relatam.</li>
<li>Pouco mais da metade das organizações (53%) têm equipes dedicadas responsáveis pela segurança de APIs.</li>
</ul>
<p>&#8220;A rápida expansão da superfície de ataque de APIs significa que as organizações que dependem muito de APIs enfrentam riscos significativos, impacto financeiro e visibilidade comprometida&#8221;, afirma Sean Lyons, vice-presidente sênior e gerente geral de segurança de aplicações e infraestrutura da Akamai. &#8220;As APIs estão aumentando rapidamente em número e a maioria das empresas não consegue acompanhar essas informações. Empresas que estão adotando IA não podem deixar a segurança de APIs para depois. É preciso ter uma base para realmente confiar nos sistemas de IA em construção.&#8221;</p>
<p>Além dos insights da pesquisa, o estudo também fornece recomendações para ajudar as equipes de segurança a fortalecer suas estratégias de segurança de APIs. Isso inclui o fechamento de lacunas de visibilidade ao descobrir e fazer inventário de todas as APIs vinculadas a LLMs e aplicações de IA, incorporar testes e controles de segurança ao longo do ciclo de vida de APIs e tratar a segurança de APIs como um pré-requisito para uma IA confiável.</p>
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		<title>Inteligência artificial e novos indicadores transformam a segurança do paciente no Brasil</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/inteligencia-artificial-e-novos-indicadores-transformam-a-seguranca-do-paciente-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanço tecnológico e exigências regulatórias ampliam a busca por pós-graduação e fortalecem o ensino a distância.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de saúde vive uma transformação impulsionada pela união entre tecnologias e novos parâmetros regulatórios. Mais do que modernizar processos, esse movimento tem redefinido a forma como a segurança do paciente é compreendida e aplicada no dia a dia das instituições, exigindo profissionais cada vez mais qualificados e preparados para lidar com cenários complexos e orientados por dados.</p>
<p>As atualizações recentes do <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/linhas-de-pesquisa-2022-2030-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Plano de Pesquisa da Anvisa 2022-2030</u></a> reforçam a centralidade dos indicadores assistenciais e da gestão de riscos na avaliação dos serviços de saúde. A análise de eventos diversos, a rastreabilidade de processos e o monitoramento contínuo passaram a ser elementos-chave para garantir qualidade e conformidade, demandando uma atuação mais estratégica dos profissionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inteligência artificial avança como aliada na prevenção e na tomada de decisão clínica. Em instituições de referência no país, algoritmos já são utilizados para prever deterioração clínica, otimizar fluxos assistenciais e reduzir riscos, estabelecendo uma cultura de segurança baseada em dados e evidências.</p>
<p>&#8220;A segurança do paciente deixou de ser apenas reativa e passou a incorporar uma lógica preditiva, o que exige profissionais com capacidade analítica e domínio de ferramentas de gestão e tecnologia&#8221;, explica Maykon Anderson Pires de Novais, coordenador dos cursos de Gestão de Informática em Saúde e Gestão de Saúde do Senac EAD.</p>
<p>Nesse contexto, a pós-graduação <i>lato sensu </i>ganha destaque como caminho fundamental para a consolidação da carreira na saúde. Ao aprofundar conhecimentos e desenvolver visão sistêmica, a especialização permite que o profissional atue com maior precisão técnica e assuma funções estratégicas em ambientes cada vez mais exigentes.</p>
<p>Além do domínio técnico, formações voltadas à <a href="https://www.ead.senac.br/pos-graduacao/gestao-da-qualidade-e-seguranca-do-paciente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente</u> </a>capacitam para o uso de metodologias como análise de causa raiz, protocolos assistenciais e gestão de indicadores, fortalecendo a cultura organizacional e contribuindo diretamente para a redução de eventos adversos.</p>
<p>Esse movimento também impacta diretamente a trajetória profissional. A especialização amplia oportunidades de promoção, recolocação e crescimento salarial. Levantamento do <a href="https://www.semesp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pesquisa-pos-graduacao-2023-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Instituto Semesp 2023</u></a> aponta crescimento contínuo na procura por especializações, especialmente em áreas ligadas à saúde e à gestão, impulsionado pela necessidade de atualização constante diante das transformações do setor.</p>
<p>Esse cenário também tem impulsionado o ensino a distância como alternativa viável para profissionais que precisam conciliar rotinas intensas com a formação acadêmica. A flexibilidade de horários, o acesso contínuo aos conteúdos e a autonomia no aprendizado tornam o modelo EAD uma solução estratégica para quem busca evolução sem abrir mão da atuação profissional.</p>
<p>Atento a essa realidade, o Senac EAD oferece cursos de pós-graduação alinhados às demandas contemporâneas da saúde, com foco na aplicação prática do conhecimento e no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais.</p>
<p>A formação integra teoria e prática por meio de estudos de caso, ferramentas digitais e metodologias voltadas à resolução de problemas reais, preparando o profissional para atuar com eficiência, pensamento crítico e tomada de decisão baseada em evidências. O ambiente virtual de aprendizagem garante suporte contínuo, com acompanhamento de docentes especialistas e acesso a conteúdos atualizados. Para saber mais acesse <a href="https://www.ead.senac.br/pos-graduacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Senac EAD</u></a>.</p>
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		<title>IA na saúde brasileira: líderes discutem em Harvard e MIT o fim da complexidade operacional e o impacto no setor de R$ 1 trilhão</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/ia-na-saude-brasileira-lideres-discutem-em-harvard-e-mit-o-fim-da-complexidade-operacional-e-o-impacto-no-setor-de-r-1-trilhao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Brasil Project 2026, especialistas analisam o ponto de inflexão da saúde no país e o papel dos agentes de IA na superação da complexidade burocrática para garantir a sustentabilidade dos hospitais brasileiros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de saúde no Brasil atravessa uma transformação sem precedentes, impulsionada pela convergência entre a necessidade de sustentabilidade financeira e o avanço da Inteligência Artificial. Com um mercado que movimenta cerca de R$ 1 trilhão, o Brasil se tornou um laboratório estratégico para soluções de IA que buscam resolver problemas estruturais históricos. E este cenário fez parte das discussões no Brasil Project 2026, evento realizado recentemente nos campi de Harvard e no MIT, e que reuniu 150 líderes brasileiros e 200 acadêmicos para debater os rumos do país.</p>
<p>Um dos destaques do evento foi o debate sobre a &#8220;revolução invisível&#8221; que está ocorrendo na gestão hospitalar. O painel &#8220;<i>Designing the Future of Health with AI</i>&#8221; foi realizado com a participação de Carlos Costa, managing partner do Valor Capital Group e moderação de Gabriela Barbosa, que lidera a conferência de saúde no MIT.</p>
<p>Para Ricardo Sales, co-fundador da Rivio, empresa que vem redefinindo o uso de agentes autônomos no ciclo de receita hospitalar, a IA não é mais uma ferramenta de suporte, mas o motor central da operação.</p>
<p>&#8220;Estamos testemunhando uma mudança de paradigma, na qual a criação de novos produtos e protocolos de faturamento, que antes exigiam seis meses de planejamento, agora são estruturados em poucos dias. A integração de sistemas complexos passou de semanas de trabalho manual para uma automação quase instantânea. Ao substituirmos processos manuais por agentes de IA, liberamos o hospital para sua missão essencial: no fim das contas, hospitais mais eficientes geram os recursos necessários para salvar mais vidas&#8221;, afirmou Sales durante o painel.</p>
<p><strong>O ponto de inflexão tecnológica</strong></p>
<p>A visão de Sales ecoa um sentimento de urgência compartilhado pelos investidores do setor. A saúde brasileira, dividida entre o gigantismo do SUS e a complexidade da saúde suplementar, atingiu o que especialistas chamam de &#8220;ponto de saturação burocrática&#8221;.</p>
<p>Carlos Costa reforçou no painel que o Brasil vive atualmente um ponto de inflexão tecnológica. Para ele, a IA finalmente alcançou a maturidade necessária para lidar com as camadas de complexidade que, até então, eram consideradas insolúveis.</p>
<p>&#8220;A IA nos permite, pela primeira vez, gerenciar a complexidade em escala. O setor de saúde é um mercado de um trilhão de reais que operava sob uma lógica analógica. O <i>shift</i> tecnológico que vemos agora é profundo: estamos saindo de sistemas que apenas registram dados para plataformas que tomam decisões e resolvem gargalos em tempo real&#8221;, explicou Costa.</p>
<p><strong>Tendências e perspectivas para 2026</strong></p>
<p>Os debates no MIT e em Harvard apontaram que a grande tendência para os próximos anos é a desospitalização da burocracia. A expectativa é que, em 2026, a adoção de agentes de IA reduza drasticamente o desperdício no faturamento hospitalar: um dos maiores drenos de recursos do sistema brasileiro.</p>
<p>O consenso entre os líderes presentes é que a Inteligência Artificial na saúde brasileira está deixando de ser uma &#8220;aposta de inovação&#8221; para se tornar a espinha dorsal da gestão. A transição para um modelo focado em eficiência operacional e precisão de dados é vista como o único caminho para garantir que o crescimento do mercado de saúde acompanhe as demandas demográficas e sociais do Brasil nas próximas décadas.</p>
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		<title>Tecnologia e humanização caminham juntas no Hospital Márcio Cunha</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/tecnologia-e-humanizacao-caminham-juntas-no-hospital-marcio-cunha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 15:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com investimentos contínuos em estrutura, qualificação das equipes e incorporação de tecnologias avançadas, a Instituição busca oferecer uma assistência cada vez mais resolutiva, sem perder de vista aquilo que está no centro de toda prática em saúde: as pessoas.</p>
<p>O post <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/tecnologia-e-humanizacao-caminham-juntas-no-hospital-marcio-cunha/">Tecnologia e humanização caminham juntas no Hospital Márcio Cunha</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br">HOSPITAIS BRASIL</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC.jpeg"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-130000" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC-300x146.jpeg" alt="" width="300" height="146" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC-300x146.jpeg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC-1024x497.jpeg 1024w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC-150x73.jpeg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC-768x373.jpeg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Equipe-cirurgia-vascular-HMC.jpeg 1219w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>No Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, a reflexão sobre o futuro da assistência à saúde ganha ainda mais relevância. Em um cenário de avanços científicos e transformações constantes, instituições de referência em saúde têm mostrado que a inovação tecnológica e o cuidado humanizado não caminham em direções opostas. Pelo contrário, quando integrados, esses dois pilares ampliam o acesso, tornam os processos mais eficientes e proporcionam uma experiência mais segura e acolhedora para os pacientes.</p>
<p>No Hospital Márcio Cunha (HMC), em Ipatinga (MG), unidade administrada pela Fundação São Francisco Xavier (FSFX), essa integração faz parte da essência do cuidado. Com investimentos contínuos em estrutura, qualificação das equipes e incorporação de tecnologias avançadas, a Instituição busca oferecer uma assistência cada vez mais resolutiva, sem perder de vista aquilo que está no centro de toda prática em saúde: as pessoas.</p>
<p>Um exemplo recente dessa combinação entre tecnologia e excelência assistencial ocorreu na última semana, quando a equipe de Cirurgia Vascular do Hospital Márcio Cunha realizou um procedimento pioneiro no Leste de Minas para o tratamento de aneurisma de aorta abdominal, condição grave que exige precisão e tecnologia de ponta. A cirurgia foi realizada integralmente pela equipe do Hospital, sem a necessidade de proctoria externa, representando um avanço importante na oferta de tratamentos de alta complexidade na região.</p>
<p>O desafio clínico envolvia a presença de um “colo hostil”, uma angulação na aorta que dificulta a colocação da prótese. Para superar essa condição, os especialistas Dr. Leonardo Augusto D’Ávila Gonçalves, Dr. Vinícius Vaz de Melo e Dra. Giselly Gomes Carvalho utilizaram a técnica de endoâncora, que permite a fixação interna da prótese na parede da artéria, funcionando como uma espécie de sutura endovascular. A estratégia evita o deslocamento da prótese e reduz o risco de vazamentos, garantindo mais segurança e melhor resultado ao paciente.</p>
<p>A realização do procedimento evidencia não apenas a expertise da equipe, mas também o investimento permanente do HMC em tecnologias que ampliam as possibilidades terapêuticas e fortalecem a assistência de alta complexidade na região.</p>
<p>O paciente Enerio Herculano de Sousa, de 68 anos, e sua família destacaram a agilidade e o cuidado recebidos durante todo o processo, desde o diagnóstico até o pós-operatório. “A gente não esperava que tudo acontecesse tão rápido. Em poucos dias já estávamos com a cirurgia realizada e meu pai pronto para ir para casa. A entrada da Cirurgia Vascular foi fundamental, porque o médico conseguiu identificar uma mudança no aneurisma e foi muito assertivo no momento certo de indicar a cirurgia. Se tivesse deixado para depois, poderia ter sido um cenário muito mais difícil. A equipe nos explicou tudo com muita calma, conversou com a família, passou segurança sobre a tecnologia e demonstrou muita competência técnica. Também queremos agradecer à equipe da UTI, enfermagem, anestesistas e a todos os profissionais pelo cuidado e atenção no pós-operatório. Só temos a agradecer por todo o atendimento prestado”, relata a filha, Marcela.</p>
<p>Para o diretor técnico do Hospital Márcio Cunha e médico anestesiologista, Dr. Alexandre Silva Pinto, a tecnologia hoje é um componente essencial da prática assistencial em hospitais de alta complexidade. “No Hospital Márcio Cunha, a tecnologia é um pilar fundamental da boa prática assistencial. Ela impacta diretamente a rotina clínica porque traz mais precisão diagnóstica, mais segurança nos processos e mais agilidade na tomada de decisão. Quando conseguimos integrar estrutura, equipamentos, protocolos e equipes qualificadas, a tecnologia deixa de ser apenas um recurso e passa a fazer parte do próprio cuidado. O resultado disso é muito concreto: mais eficiência, mais segurança e melhores desfechos assistenciais”, explica.</p>
<p>Segundo o diretor, a eficiência na saúde não significa reduzir a humanização do atendimento, mas justamente fortalecer o cuidado centrado no paciente. “Eficiência não é fazer de forma impessoal. Pelo contrário, é organizar melhor os fluxos, reduzir desperdícios de tempo, evitar retrabalhos e permitir que o paciente seja atendido com mais rapidez, segurança e qualidade. Quando a instituição investe em estrutura, gestão, tecnologia e integração entre as equipes, ela libera energia para aquilo que realmente importa, que é o cuidado. O olhar humano não se perde quando o processo é eficiente, ele ganha ainda mais força”, ressalta.</p>
<p>Essa visão também orienta a formação das equipes no Hospital Márcio Cunha. De acordo com o diretor técnico, a qualificação profissional vai além do domínio das técnicas e protocolos clínicos. “A excelência técnica e a sensibilidade humana caminham juntas. Por isso, além da qualificação permanente e da cultura de segurança, valorizamos muito a escuta, o acolhimento e a comunicação clara. Cada paciente que chega ao Hospital é único e precisa ser tratado com respeito à sua história e à sua família. Cuidar bem não é apenas acertar a conduta, é também saber estar presente”, afirma.</p>
<p>Nos últimos anos, diversos avanços tecnológicos têm contribuído para melhorar a experiência dos pacientes atendidos no Hospital Márcio Cunha. Entre eles está a incorporação da inteligência artificial nos exames de ressonância magnética, que permite a realização de exames mais rápidos, com imagens mais nítidas e maior conforto durante o procedimento. Outro exemplo é a realização de procedimentos de alta complexidade, como a embolização hepática com microesferas, que amplia as possibilidades de tratamento para casos complexos.</p>
<p>Além disso, investimentos contínuos em áreas estratégicas, como UTIs, bloco cirúrgico e diagnóstico por imagem, fortalecem a capacidade de resposta da instituição, especialmente em situações de maior gravidade.</p>
<p>A evolução da qualidade assistencial também é acompanhada por indicadores rigorosos, que avaliam desde a segurança do paciente até a efetividade clínica e a experiência do usuário. Para o diretor técnico, os reconhecimentos externos reforçam a maturidade e o compromisso da instituição com a excelência. “Acompanhamos indicadores ligados à segurança do paciente, tempo de resposta, adesão a protocolos e experiência assistencial. Além disso, o reconhecimento externo ajuda a validar esse trabalho. O fato de o Hospital Márcio Cunha permanecer entre os hospitais de maior destaque do país, além de conquistas importantes como o selo Top Performer para as UTIs, reforça que seguimos avançando com qualidade, eficiência e responsabilidade assistencial”, conclui.</p>
<p>Mais do que incorporar tecnologias de ponta, a proposta da Fundação São Francisco Xavier é garantir que cada inovação se traduza em benefícios reais para quem mais precisa, que é o paciente. Em um sistema de saúde cada vez mais desafiador, a combinação entre conhecimento, tecnologia e sensibilidade humana tem se mostrado o caminho para construir uma assistência mais segura, eficiente e verdadeiramente centrada nas pessoas.</p>
<p><strong>Hospital Márcio Cunha</strong></p>
<p>Hospital geral de alta complexidade com 60 anos de atuação. Possui 558 leitos e três unidades, sendo uma unidade exclusiva para o tratamento oncológico. Atende a uma população de mais de 1,6 milhão de habitantes de 87 municípios de Minas Gerais e conta com cerca de 500 médicos em 58 especialidades, com prestação de serviços nas áreas de ambulatório, pronto-socorro, medicina diagnóstica, ensino e pesquisa, terapia intensiva adulta, pediátrica e neonatal, urgência e emergência, terapia renal substitutiva, alta complexidade cardiovascular, oncologia adulto e infantil, entre outros. No último ano, foram cerca de 5.580 partos realizados no HMC, cerca de 35 mil internações, mais de 17 mil cirurgias, mais de 67 mil sessões de hemodiálise. Na unidade de oncologia, foram mais de 18 mil sessões de radioterapia e cerca de 33 mil sessões de quimioterapia.</p>
<p>O HMC foi o primeiro hospital do país a ser acreditado em nível de excelência (ONA III), pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Além disso, está classificado pela revista norte-americana Newsweek, por sete anos consecutivos, entre as melhores unidades hospitalares do Brasil, sendo o 6º em Minas Gerais.</p>
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		<item>
		<title>Com parceria internacional, INRAD realiza estudo para imitar como o cérebro humano processa informações visuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ideia do projeto é medir a atividade do cérebro humano durante a tarefa de reconhecimento de objetos e utilizar essa informação para criar modelos computacionais bioinspirados que sejam capazes  de realizar tarefas como essas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Um estudo de neuroimagem realizado no INRAD – Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas, em São Paulo, em parceria com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (IMD/UFRN) e a Universidade de Coimbra (Portugal), têm por objetivo criar um algoritmo de visão computacional. Ou seja, imitar como o cérebro humano processa informações visuais.</div>
<div></div>
<div>O termo &#8220;visão computacional&#8221; faz referência ao ramo da Inteligência Artificial que busca fazer com que máquinas &#8220;vejam&#8221; e interpretem imagens e vídeos, reconhecendo padrões, objetos, movimentos, etc. A ideia do projeto é medir a atividade do cérebro humano durante a tarefa de reconhecimento de objetos e utilizar essa informação para criar modelos computacionais bioinspirados que sejam capazes  de realizar tarefas como essas.</div>
<div></div>
<div>Coordenador da pesquisa, o Prof. André Peres conta que esse trabalho está sendo feito com a única máquina de Ressonância Magnética Funcional de Sete Teslas instalada na América Latina. Ou seja, o equipamento possui mais que o dobro da intensidade normalmente disponível (Três Teslas), o que amplia significativamente a capacidade de observação.</div>
<div></div>
<div>Peres conta como funciona o exame: &#8220;Quando uma região cerebral é ativada, ela consome mais oxigênio, fazendo com que o corpo aumente o fluxo de sangue oxigenado para essa área. Ao contrário das técnicas de ressonância convencional, a técnica de ressonância magnética funcional consegue medir a concentração de sangue oxigenado, que posteriormente são representados em mapas coloridos que mostram quais partes do cérebro estão mais ativas durante determinadas tarefas&#8221;.</div>
<div></div>
<div>De acordo com o especialista, os resultados têm potencial para beneficiar tanto a neurociência (possibilitando detecção precoce de possíveis lesões cerebrais e, consequentemente, tratamentos preventivos) quanto a indústria (com a produção de equipamentos como câmeras com sistemas de reconhecimento automático de objetos mais robustos).</div>
<div></div>
<div>Com financiamento de R$ 1,3 milhão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), além de ter recebido um aporte de fundos europeus (ERC e Era Chair), o estudo deve ser concluído em até cinco anos.</div>
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		<title>Hospital de Base de São José do Rio Preto atinge marca de 1.000 cirurgias robóticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procedimento foi realizado em paciente do SUS, utilizando o robô Da Vinci Xi. O HB de Rio Preto foi o primeiro hospital do interior a dispor da plataforma robótica Da Vinci Xi.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-129987" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-300x200.jpg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-1024x682.jpg 1024w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-150x100.jpg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-768x512.jpg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1-1536x1023.jpg 1536w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Robotica-Hospital-de-Base1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O Hospital de Base (HB), de São José do Rio Preto (SP), atingiu na terça-feira (7) a marca histórica de 1.000 cirurgias robóticas, reafirmando sua condição de referência em medicina de alta tecnologia no Brasil. O procedimento foi realizado em paciente do SUS, utilizando o robô Da Vinci Xi. O HB de Rio Preto foi o primeiro hospital do interior a dispor da plataforma robótica Da Vinci Xi.</p>
<p style="font-weight: 400;">A milésima cirurgia robótica foi realizada no pedreiro Manoel Valter Santos, morador de Paulo de Faria, que, após passar a ter dificuldade para engolir e uma dor persistente, descobriu ano passado ter câncer no esôfago. Hipertenso e ex-tabagista, Manoel não se deixou abalar. Após seis ciclos de quimioterapia, ele concordou com a indicação da equipe médica do HB para a cirurgia robótica.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o diretor executivo da Funfarme, Dr. Horácio Ramalho, a marca evidencia o compromisso social da instituição. &#8220;O Centro de Robótica da Funfarme cumpre papel fundamental ao disponibilizar o que há de mais avançado em cirurgias, com menor morbidade, menor mortalidade e rápida recuperação&#8221;, afirma Dr. Horácio, que destaca o ineditismo e o impacto desse acesso. &#8220;Estamos completando 1.000 robóticas, das quais 30% foram em pacientes do SUS. O Hospital de Base é uma das poucas instituições de saúde do Brasil que oferece esse tipo de tratamento aos pacientes do sistema público de saúde&#8221;, completa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Cirurgião do aparelho digestivo e coordenador do programa de cirurgia robótica do HB, Dr. Marco Antonio Ribeiro Filho, ressalta que esse volume reflete a responsabilidade institucional com a tecnologia e a segurança dos pacientes. &#8220;Nós vivemos o SUS, amamos o SUS. Nós defendemos o SUS e nós acreditamos que com certeza é o melhor plano de saúde que existe, e nós temos que nos orgulhar disso e trazer quanto mais tecnologia for possível para os nossos pacientes do SUS&#8221;, afirma o médico. Ele conclui &#8220;A democratização da cirurgia robótica que a Funfarme Hospital de Base traz é a cereja do bolo que mostra o DNA da nossa instituição: compromisso social, avanço tecnológico e ensino e pesquisa&#8221;, disse.</p>
<p style="font-weight: 400;">O preparo para garantir a excelência nos procedimentos é rigoroso, como explica Thainá de Oliveira Laluce, enfermeira da cirurgia robótica. &#8220;Para a implementação de um serviço de cirurgia robótica envolve muitos processos, principalmente na questão de layout de sala, de dimensionamento de equipe e até de infraestrutura, que precisa ser pensada para acomodar a plataforma robótica, porque ela é muito robusta e pesa cerca de uma tonelada&#8221;. Todo esse planejamento tem um único objetivo, segundo a enfermeira &#8220;A gente quer dar essa experiência pro paciente, a gente quer oferecer o melhor que tem de tecnologia e de recursos humanos também aqui no hospital&#8221;.</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>Utilização</strong></b></p>
<p style="font-weight: 400;">Atualmente, o robô é utilizado em cirurgias urológicas, tratamento de câncer de próstata, rim e bexiga, e em cirurgias oncológicas do aparelho digestivo, ginecológicas, como histerectomias e miomectomias. Do total de procedimentos, cerca de 30% serão em pacientes do SUS, beneficiando pacientes do Brasil inteiro, especialmente do interior paulista e de Estados como Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. De acordo com o que foi divulgado, foram investidos R$ 12 milhões somente na aquisição do aparelho, sem contar com outros recursos destinados para melhoria da estrutura tecnológica, estrutura física (área com 1.200m²), processos de treinamento e qualificação de profissionais.</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>Capacitação médica e de excelência </strong></b></p>
<p style="font-weight: 400;">Além da assistência inovadora aos pacientes, a cirurgia robótica no Hospital de Base transformou a instituição em um importante polo de ensino. O Dr. Horácio Ramalho frisa que &#8220;existe um curso contínuo de formações de novos profissionais aliado à assistência de alta qualidade&#8221;, onde a tecnologia é apresentada aos residentes, cumprindo &#8220;todo o papel de ensino, assistência de qualidade e pesquisa com publicações&#8221;, afirma.</p>
<p style="font-weight: 400;">O coordenador da robótica, Dr. Marco Antonio, endossa essa vocação formadora &#8220;Nós somos um grande centro formador em cirurgia robótica. Temos um programa muito robusto, onde nós conseguimos fazer a formação de novos cirurgiões e eles saem muito bem formados e prontos para o mercado&#8221;. Essa qualificação abrange todo o ecossistema cirúrgico, conforme destaca a enfermeira Thainá &#8220;A gente precisa treinar toda a equipe multidisciplinar, tanto a equipe médica, auxiliares, técnicos de enfermagem e instrumentadores. Criamos todo um protocolo do serviço para poder atender o paciente da melhor forma possível, com segurança&#8221;, disse.</p>
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		<title>Hospital da Criança nasce digital e aposta em sistemas integrados para assistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unidade de saúde em Recife inicia operações com gestão 100% integrada e o prontuário eletrônico eleito nove vezes o melhor da América Latina.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="ql-align-justify"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-scaled.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-129975" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-300x200.jpg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-1024x683.jpg 1024w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-150x100.jpg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-768x512.jpg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-1536x1024.jpg 1536w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Hospital_da_crianca-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O Hospital da Criança do Recife Antônio Carlos Figueira foi inaugurado na quinta-feira (2), estabelecendo um novo padrão de modernidade para a saúde pública pediátrica. Fruto de um investimento estratégico da Prefeitura do Recife, a unidade já nasce implementando o conceito de &#8220;hospital digital&#8221;, utilizando um ecossistema completo de soluções da MV para garantir eficiência operacional e segurança clínica desde o primeiro dia de funcionamento.</p>
<p class="ql-align-justify">A espinha dorsal tecnológica da instituição é o sistema SOUL MV, que permite a gestão integrada de todos os processos hospitalares. Dentro desta estrutura, destaca-se o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP MV). Reconhecido por nove vezes como o melhor da América Latina pelo instituto norte-americano KLAS, o PEP MV centraliza o histórico clínico das crianças, permitindo que médicos e equipes multidisciplinares acessem dados vitais em tempo real, reduzindo erros e agilizando tomadas de decisão.</p>
<p class="ql-align-justify">Nesta primeira fase, a jornada digital do paciente abrange desde o agendamento de consultas e exames até a área assistencial, suprimentos e o setor de diagnósticos e terapia. Para estas últimas áreas, o hospital conta com o VIVACE MV, uma plataforma avançada para o gerenciamento de imagens e laudos que garante precisão e rapidez na entrega de resultados.</p>
<p class="ql-align-justify">Além da eficiência clínica, o Hospital da Criança, gerido pela Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes (FGH), nasce com o compromisso de sustentabilidade e otimização de recursos. Através da tecnologia da Green, empresa do Ecossistema MV especializada em gestão documental, a unidade terá uma jornada &#8220;<em>paperless</em>&#8221; (sem papel). A digitalização de documentos elimina fluxos manuais e garante que todo o processo, do administrativo ao beira-leito, seja fluido e seguro.</p>
<p class="ql-align-justify">Para Paulo Magnus, CEO da MV, a inauguração representa um passo fundamental para a consolidação do Brasil como referência em saúde digital na América Latina. &#8220;A entrega do Hospital da Criança é um exemplo de como a tecnologia de ponta pode humanizar o atendimento público. Ao nascer digital, o hospital não apenas otimiza custos e gestão, mas oferece o que há de mais moderno em segurança assistencial para as crianças do Recife. Estamos orgulhosos de capitanear esse movimento, fornecendo as ferramentas necessárias para que a assistência seja precisa, rápida e focada na vida&#8221;, afirma Magnus.</p>
<p class="ql-align-justify"><strong>Hospital da Criança</strong></p>
<p class="ql-align-justify">O Hospital da Criança do Recife Antonio Carlos Figueira é uma unidade especializada que visa descentralizar e ampliar o atendimento pediátrico na capital pernambucana. Com uma estrutura moderna que inclui blocos cirúrgicos, leitos de UTI e diversas especialidades médicas (como neurologia e cardiologia), o hospital foi planejado para ser um centro de referência em média e alta complexidade, integrando cuidados ambulatoriais e diagnósticos de última geração.</p>
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		<title>Sistema de saúde brasileiro aposta em recursos tecnológicos para ampliar a eficiência e reduzir custos</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/sistema-de-saude-brasileiro-aposta-em-recursos-tecnologicos-para-ampliar-a-eficiencia-e-reduzir-custos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:38:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas estratégias permitem a integração de dados e tomadas de decisões mais assertivas. Hospitalar 2026 será palco de debates sobre o tema.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Resumo em tópicos:</em></strong></p>
<ul>
<li>As despesas com serviços de saúde nos setores público e privado exigem avaliação constante para o equilíbrio da desproporção entre a capacidade assistencial e os investimentos necessários.</li>
<li>A Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) estabelece a integração obrigatória de informações clínicas para evitar a duplicidade de procedimentos e reduzir a sobrecarga financeira do sistema.</li>
<li>A 31ª edição da Hospitalar terá congressos direcionados à gestão hospitalar, tecnologia e inovação.</li>
</ul>
<p>A sustentabilidade do mercado de saúde brasileiro tem sido um desafio tanto para o setor privado quanto para a esfera pública. Por conta disso, cada vez mais os gestores da área têm buscado soluções para otimizar as operações e aprimorar os atendimentos aos pacientes.</p>
<p>Segundo dados divulgados em março deste ano pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o segmento privado encerrou o ano passado com lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, mas as despesas ultrapassaram o montante de R$ 361,2 bilhões. Já no setor público, o Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu em 2025 um orçamento de R$ 245 bilhões. Atualmente, o sistema atende de forma exclusiva 154 milhões de brasileiros, o equivalente a 76% da população nacional.</p>
<p>O equilíbrio entre o grande número de atendimentos e a limitação de recursos é o ponto central na gestão da saúde no Brasil. “Os números mostram que, com despesas tão altas, a sustentabilidade do sistema de saúde depende da identificação e eliminação de ineficiências ocultas em cada etapa da jornada do paciente”, diz  Juliana Vicente, Head do portfólio de saúde da Informa Markets, empresa organizadora da Hospitalar, o mais importante evento de saúde e a principal plataforma de geração de negócios e networking do setor na América Latina.</p>
<p>Segundo Juliana, “em razão disso, o setor tem investido cada vez mais em novos recursos tecnológicos a fim de antecipar gargalos administrativos e clínicos antes que gerem prejuízos financeiros ao sistema. Hospitais, clínicas e operadoras têm realizado uma transição em suas estruturas de gestão para criar uma integração entre os dados que auxiliam na tomada de decisões mais assertivas e eficientes”.</p>
<p><strong>Melhoria como determinação federal</strong></p>
<p>Para acelerar esse processo, o Governo Federal criou no ano passado a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), regulamentada pelo Decreto nº 12.560/2025, que determina a integração obrigatória de informações clínicas entre as instituições de saúde. “Isso garante acompanhar o histórico entre diferentes prestadores e assegura a continuidade do cuidado. Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde para o SUS Digital, a conectividade plena elimina a duplicidade de procedimentos, como a repetição de exames e internações desnecessárias, reduzindo a sobrecarga do sistema”, destaca Juliana.</p>
<p><strong>Hospitalar 2026</strong></p>
<p>Nesse cenário de busca por maior efetividade na gestão da saúde, a Hospitalar é reconhecida como referência internacional e principal palco de discussões sobre o tema. Entre os destaques estão os congressos de Tecnologia e Inovação para Saúde Digital (CTISD) e o Internacional de Serviços de Saúde (CISS), que debaterão assuntos diretamente conectados à gestão hospitalar.</p>
<p>Em sua 31ª edição, que ocorre entre os dias 19 e 22 de maio, no São Paulo Expo, a Hospitalar concentra mais de 1.200 marcas expositoras em uma área de 100 mil m². A feira recebe delegações de mais de 33 países, com destaque para a participação inédita de Sri Lanka e Filipinas.  As inscrições já estão disponíveis na <a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">página oficial</a>.</p>
<p><strong>Hospitalar 2026</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 19 a 22 de maio, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Vila Água Funda, São Paulo, Brasil)</p>
<p><strong>Inscrição: </strong><a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Programação:</strong> <a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Informa Markets Latam</strong></p>
<p>A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua na América Latina há 27 anos, com escritórios no Brasil e no México, entregando anualmente mais de 30 eventos híbridos, 70 eventos digitais, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Acesse www܂informamarkets܂com܂br para saber mais.</p>
<p><strong>Programa Better Stands da Informa Markets</strong></p>
<p>O Better Stands é uma iniciativa dedicada a promover práticas sustentáveis e responsáveis na indústria de feiras e eventos. Através deste programa, a Informa Markets busca transformar a forma como os estandes são projetados, construídos, montados e desmontados, visando reduzir o impacto ambiental e promover a eficiência energética. Para mais informações visite <a href="https://betterstands.info/" target="_blank" rel="noopener">betterstands.info</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IA chega aos hospitais da Rede Américas para ajudar na detecção precoce do câncer de pulmão</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/ia-chega-aos-hospitais-da-rede-americas-para-ajudar-na-deteccao-precoce-do-cancer-de-pulmao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 22:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove de Julho, Samaritano Higienópolis e Alvorada Moema integram inteligência artificial a mais de 10 mil exames de imagem por mês, ampliando em até 90% a precisão na detecção precoce.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, acaba de anunciar o uso inédito em suas unidades de Inteligência Artificial no rastreamento precoce do câncer de pulmão. A tecnologia será integrada aos exames de raio-x e tomografia realizados do pronto-atendimento dos hospitais Nove de Julho, Samaritano Higienópolis e Alvorada Moema, referências em cuidado de qualidade em São Paulo, marcando para uma nova etapa de aplicação da IA para leitura de exames de imagem.</p>
<p>Com a tecnologia, a Rede Américas espera ampliar significativamente a detecção de câncer de pulmão em fases iniciais, momento em que as chances de cura mediante tratamento são maiores, chegando a até 92%. A literatura médica indica ainda que o uso de inteligência artificial pode mais que dobrar a taxa de identificação de nódulos em exames de raio-x, além de elevar a sensibilidade das tomografias para 90%,<br />
reduzindo falsos positivos e agilizando a tomada de decisão.</p>
<p>“A IA será uma parceira do radiologista, apoiando o profissional na detecção de nódulos pulmonares e padrões de imagem que sugiram alguma alteração. O objetivo é ampliar a qualidade e segurança dos diagnósticos, promovendo melhores desfechos clínicos para os pacientes”, explica Gustavo Alfredo Duarte Henriques Pinto, Diretor Médico de Diagnóstico, Inovação, Ensino e Pesquisa da Rede Américas.</p>
<p>A iniciativa permite que o rastreio integre cuidado humano ao atendimento, antes que qualquer medida seja tomada. Após a realização do exame, as imagens são analisadas pela inteligência artificial, que identifica possíveis achados suspeitos. Esses casos passam por curadoria médica especializada e, quando confirmados, são encaminhados para as equipes de oncologia dos hospitais, que comunicam o paciente e<br />
proporcionam todo o suporte clínico necessário.</p>
<p>“Estamos falando de um volume de mais de 8 mil exames de raio-x e 1,8 mil tomografias por mês, o que amplia consideravelmente o potencial de rastreamento e acesso ao diagnóstico precoce em pacientes que confiam nos nossos hospitais”, explica o diretor. Um levantamento inédito da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), relevou que embora 82% das instituições privadas de saúde utilizem algum tipo de solução baseada em IA, 74% delas ainda se consideram pouco preparadas o uso da tecnologia nas áreas clínicas nos próximos dois anos.</p>
<p>Em um sistema de saúde que ainda enfrenta desafios de fragmentação, a Rede Américas tem investido em soluções que integram tecnologia e cuidado clínico para aprimorar a jornada do paciente. No Hospital Nove de Julho, por exemplo, a inteligência artificial já vem sendo utilizada no apoio à diagnósticos de arritmias por meio da análise de eletrocardiogramas. A IA reduziu o tempo médio de análise de eletrocardiogramas para 2 minutos e 39 segundos. O sistema realiza uma pré-triagem em 7 segundos, identificando casos que podem necessitar de atenção imediata.</p>
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		<title>Mater Dei incorpora tecnologia Da Vinci para cirurgias robóticas na unidade de Nova Lima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 16:04:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamento amplia a precisão dos procedimentos e reforça a expertise da rede em cirurgias minimamente invasivas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_129821" aria-describedby="caption-attachment-129821" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-129821" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6-300x200.jpg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6-150x100.jpg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6-768x512.jpg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/handler-6.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-129821" class="wp-caption-text">Crédito: Jonatas Brandão</figcaption></figure>
<p>O Mater Dei Nova Lima passa a integrar a cirurgia robótica ao seu centro cirúrgico com a incorporação da plataforma Da Vinci, uma das mais avançadas soluções em cirurgias para procedimentos minimamente invasivos. O sistema reforça a posição da instituição como referência em alta complexidade e inovação assistencial.</p>
<p>A plataforma será aplicada em diferentes especialidades médicas, como urologia, cirurgias digestivas, ginecológicas, torácicas e cardíacas, com ênfase nas intervenções de alta precisão, especialmente em casos oncológicos. O primeiro procedimento com o Da Vinci foi realizado no final de outubro, conduzido pelo Dr. Pedro Romanelli, urologista especializado em cirurgia robótica e uro-oncologia.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/eFOXRkw0seI?si=5YtmDoKc_Lj3fviU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>De acordo com o Dr. Pedro Romanelli, a prostatectomia robótica é o procedimento mais frequente realizado com o sistema, dada a necessidade de máxima exatidão em áreas anatômicas restritas. &#8220;O Da Vinci proporciona ganhos significativos na preservação de estruturas, menor dor pós-operatória e retorno mais rápido às atividades. Além disso, sua versatilidade permite aplicações em diversos contextos oncológicos e cirurgias complexas que exigem precisão milimétrica&#8221;, explica.</p>
<p>Ele acrescenta: &#8220;É nos pacientes mais frágeis que percebemos o real valor da cirurgia robótica, pela capacidade de reduzir o trauma cirúrgico e favorecer uma recuperação mais segura e confortável. Isso impacta diretamente a qualidade de vida no pós-operatório.&#8221;</p>
<p><strong>Precisão e desempenho aprimorado</strong></p>
<p>O programa de cirurgia robótica do Mater Dei permite intervenções de alta complexidade com menor agressão tecidual, risco reduzido de infecção, menor perda sanguínea e recuperação acelerada, quando comparadas às técnicas convencionais. O sistema é composto por quatro braços articulados, controlados remotamente a partir de um console que oferece visão tridimensional em alta definição e ampliação de imagem em até dez vezes. Essa configuração garante estabilidade, liberdade de movimento e ergonomia ao cirurgião, mantendo a concentração e a segurança em procedimentos prolongados.</p>
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