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	<title>Arquivos Tecnologia - HOSPITAIS BRASIL</title>
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	<description>Principal revista e portal hospitalar do país.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 20:47:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Artigo &#8211; O problema não é adotar IA no hospital — é o que ela não sabe sobre o paciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 20:47:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial deixou de ser uma aposta e passou a ocupar espaço definitivo na agenda estratégica dos hospitais. Já não se discute mais a sua relevância, mas a velocidade com que ela deve ser incorporada.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial deixou de ser uma aposta e passou a ocupar espaço definitivo na agenda estratégica dos hospitais. Já não se discute mais a sua relevância, mas a velocidade com que ela deve ser incorporada. Ainda assim, no meio desse avanço, uma questão mais estrutural permanece subestimada — e, em muitos casos, sequer é colocada na mesa: o quanto essa inteligência realmente conhece o paciente.</p>
<p>A resposta, com alguma honestidade, ainda é desconfortável. Há evidências consistentes de que sistemas baseados em IA já contribuem para melhorar a acurácia diagnóstica, acelerar a análise de dados clínicos e apoiar decisões médicas com maior precisão. Ao mesmo tempo, o investimento global em soluções de saúde digital cresce em ritmo acelerado, impulsionado pela promessa de eficiência, escala e previsibilidade. O ponto é que essa promessa carrega uma premissa silenciosa: a de que os dados que alimentam esses sistemas são suficientemente completos, integrados e representativos da jornada real do paciente.</p>
<p>Na prática, não são. O setor de saúde avançou muito na digitalização, mas ainda convive com um problema estrutural que a tecnologia, sozinha, não resolveu: a fragmentação da informação. O histórico de um paciente continua distribuído entre diferentes sistemas, instituições e momentos de atendimento, raramente compondo uma narrativa contínua. Mesmo dentro de uma mesma organização, é comum que dados clínicos, operacionais e de relacionamento não conversem entre si de forma fluida.</p>
<p>Esse cenário cria uma distorção relevante. A inteligência artificial, que depende essencialmente de contexto, passa a operar sobre recortes. Analisa padrões, identifica riscos, sugere caminhos — mas a partir de uma visão parcial. E, quando a base é incompleta, a sofisticação do algoritmo não elimina o problema; apenas o torna menos visível.</p>
<p>Há, nesse ponto, um risco silencioso. Decisões que parecem tecnicamente robustas podem estar sustentadas por lacunas que ninguém enxerga com clareza. Em um ambiente onde a continuidade do cuidado é determinante, isso não é apenas uma questão operacional. É uma vulnerabilidade estratégica.</p>
<p>Parte dessa distorção vem da forma como a própria discussão sobre inovação tem sido conduzida. Existe uma tendência de posicionar a IA como camada superior, capaz de compensar ineficiências estruturais. Mas a experiência prática mostra o contrário: quando a base é fragmentada, a tecnologia amplifica essa fragmentação. A inteligência, nesses casos, não falha por limitação técnica, mas por falta de contexto.</p>
<p>Os sistemas podem até ser avançados, mas continuam isolados. As equipes podem estar capacitadas, mas operam com visões incompletas. E o paciente, que deveria estar no centro, segue sendo representado por múltiplas versões de si mesmo, espalhadas ao longo da jornada.</p>
<p>Os hospitais que começam a se destacar nesse cenário não são necessariamente aqueles que adotaram mais ferramentas de IA, mas os que conseguiram resolver — com profundidade — a fluidez da informação. Há uma mudança silenciosa em curso, que desloca o foco da tecnologia em si para a qualidade das conexões que a sustentam. Não se trata apenas de integrar sistemas, mas de garantir que a informação circule com consistência, acompanhe o paciente e esteja disponível no momento em que faz diferença.</p>
<p>Isso nos leva a uma camada menos visível, mas decisiva: a comunicação. Não apenas no sentido tradicional, entre pessoas, mas como infraestrutura que conecta dados, sistemas, processos e pontos de contato. É essa camada que determina se a informação chega inteira, no tempo certo e para quem precisa dela. Quando falha, o que se observa é familiar: retrabalho, desalinhamento, atrasos, perda de contexto. Quando funciona, o efeito é menos perceptível, mas profundamente transformador. A operação ganha fluidez, as decisões se tornam mais consistentes e a experiência do paciente deixa de ser fragmentada.</p>
<p>É nesse ambiente que a inteligência artificial começa, de fato, a cumprir o papel que lhe é atribuído. Não como substituta do raciocínio clínico ou solução isolada, mas como extensão de um ecossistema informacional que faz sentido. A diferença não está apenas na tecnologia adotada, mas na qualidade do fluxo que a alimenta.</p>
<p>O debate sobre o futuro da saúde tende a se concentrar em algoritmos mais sofisticados, modelos mais precisos e novas aplicações clínicas. Tudo isso é relevante. Mas talvez a transformação mais decisiva esteja acontecendo em um plano menos evidente: na forma como as organizações estruturam, conectam e fazem circular a informação.</p>
<p>No fim, a pergunta que deveria orientar as decisões estratégicas não é qual inteligência artificial está sendo utilizada, mas qual é o grau de entendimento real que ela tem sobre o paciente.</p>
<p>Se esse entendimento for fragmentado, nenhuma tecnologia será suficiente para corrigir o problema. Se for contínuo, integrado e contextual, então a IA deixa de ser uma promessa e passa a ser, de fato, um instrumento de ampliação da capacidade de cuidado. E é nesse ponto que a discussão deixa de ser tecnológica e se torna, essencialmente, estrutural.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-130290" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3-300x300.png" alt="" width="300" height="300" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3-300x300.png 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3-1024x1024.png 1024w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3-150x150.png 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3-768x768.png 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-3.png 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></strong></em></p>
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<p style="text-align: right;"><em><strong>Emerson Carrijo</strong> é CEO da C&amp;M Executive</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança do paciente: como a tecnologia e novos modelos de cuidado estão transformando o setor?</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/seguranca-do-paciente-como-a-tecnologia-e-novos-modelos-de-cuidado-estao-transformando-o-setor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 13:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tema será discutido durante a 31ª edição da Hospitalar, que será realizada no São Paulo Expo, entre os dias 19 e 22 de maio.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Resumo em tópicos:</em></strong></p>
<ul>
<li><em>Na Hospitalar 2026, a segurança do paciente se destaca como eixo central da transformação da saúde, integrando gestão, tecnologia e qualidade assistencial.</em></li>
<li><em>A combinação entre dados, governança e prática clínica ressignifica a forma de prevenir falhas e melhorar a qualidade do cuidado.</em></li>
<li><em>Qualidade e segurança figuram atualmente como os principais critérios de avaliação de hospitais, gestores e sistemas de saúde no Brasil e no mundo.</em></li>
</ul>
<p>No contexto dos sistemas de saúde, a segurança do paciente trata de uma estrutura de atividades organizadas que cria culturas, processos, procedimentos, comportamentos, tecnologias e ambientes que reduzem de maneira consistente e sustentável os riscos e a ocorrência de danos evitáveis, tornam o erro menos provável e diminuem o impacto do dano quando este ocorre.</p>
<p>Para Juliana Vicente, Head do portfólio de saúde da Informa Markets, empresa organizadora da Hospitalar 2026, o mais importante evento de saúde e a principal plataforma de geração de negócios e networking do setor na América Latina, “a segurança do paciente não deve ser vista como tema técnico, mas como pilar estratégico da transformação do sistema de saúde, conectando qualidade assistencial, eficiência operacional e inovação”.</p>
<p>Segundo ela, “a introdução de novos tratamentos, tecnologias e modelos de cuidado, como o atendimento centrado no paciente e o atendimento domiciliar, exige ajustes contínuos nas práticas de segurança”.</p>
<p>Na feira, o tema será aprofundado em diferentes congressos, de maneira integrada, durante os quatro dias do evento. No Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS), ganha destaque com o eixo central  “Saúde de alta confiabilidade: o plano de voo para a transformação e segurança do paciente”, alinhando governança, cultura organizacional e práticas assistenciais.</p>
<p>Nos conteúdos de gestão e operações hospitalares, a segurança do paciente é associada à eficiência e à redução de falhas; e, nos fóruns de inovação, aparece impulsionada pelo uso de dados, digitalização e tecnologias que apoiam decisões clínicas e prevenção de riscos.</p>
<p><strong>Plano da Anvisa consolida mudança na abordagem da segurança do paciente</strong></p>
<p>Em um cenário marcado pela crescente complexidade do cuidado, pela incorporação acelerada de tecnologias e por novos modelos assistenciais, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou o Plano Integrado para a Gestão Sanitária da Segurança do Paciente 2026–2030, que consolida uma mudança na abordagem da segurança do paciente ao deslocar o foco da conformidade normativa para uma lógica de gestão baseada em risco, metas mensuráveis e responsabilização institucional.</p>
<p>“Esse plano transforma a segurança do paciente em uma política estruturante do sistema de saúde, combinando regulação, cultura organizacional, uso de dados e engajamento dos profissionais, temas esses que aparecem cada vez mais integrados às discussões estratégicas do setor nos principais eventos de saúde ao redor do mundo”, afirma Juliana.</p>
<p><strong>Hospitalar: inovação e debate em torno da segurança do paciente</strong></p>
<p>A Hospitalar, que acontecerá entre 19 e 22 de maio, no São Paulo Expo, reunirá especialistas, gestores e lideranças de saúde para debater desafios e inovações que impactam diretamente a segurança e a jornada de saúde do paciente. Durante o evento, os visitantes conhecerão soluções que podem contribuir para a preservação de vidas e tornar a gestão hospitalar mais eficiente.</p>
<p>A feira contará com oito congressos técnicos abordando gestão, inovações e qualidade assistencial, além de cinco arenas, na Plaza Hospitalar, com apresentações de soluções, cases e demonstrações práticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Hospitalar 2026</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 19 a 22 de maio, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Vila Água Funda, São Paulo, Brasil)</p>
<p><strong>Inscrição: </strong><a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Programação:</strong> <a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Informa Markets Latam</strong></p>
<p>A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua na América Latina há 27 anos, com escritórios no Brasil e no México, entregando anualmente mais de 30 eventos híbridos, 70 eventos digitais, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Acesse www܂informamarkets܂com܂br para saber mais.</p>
<p><strong>Programa Better Stands da Informa Markets</strong></p>
<p>O Better Stands é uma iniciativa dedicada a promover práticas sustentáveis e responsáveis na indústria de feiras e eventos. Através deste programa, a Informa Markets busca transformar a forma como os estandes são projetados, construídos, montados e desmontados, visando reduzir o impacto ambiental e promover a eficiência energética. Para mais informações visite para <a href="http://www.informamarkets.com.br/betterstands" target="_blank" rel="noopener">www.informamarkets.com.br/betterstands</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conectividade, IA e hospitalização inteligente consolidam Hospitalar como polo estratégico de inovação e negócios</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/conectividade-ia-e-hospitalizacao-inteligente-consolidam-hospitalar-como-polo-estrategico-de-inovacao-e-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalhospitaisbrasil.com.br/?p=130165</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tecnologias médicas que salvam e prolongam vidas, além de unidade de fototerapia neonatal que potencializa em até 15% a eficiência da terapia são algumas das inovações digitais que já revolucionam a saúde brasileira. Confira as novidades que 16 marcas apresentarão no evento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Resumo em tópicos:</em></p>
<ul>
<li><em>Soluções tecnológicas que impulsionam os avanços no setor de saúde terão destaque na 31ª edição da Hospitalar.</em></li>
</ul>
<ul>
<li><em>Participantes poderão avaliar novas tecnologias, trocar conhecimentos e identificar soluções que elevem os padrões de segurança do paciente e aumentem a eficiência da gestão.</em></li>
</ul>
<ul>
<li><em>O evento reforça, ano após ano, a vocação brasileira para atrair negócios e investimentos em saúde.</em></li>
</ul>
<p>As soluções tecnológicas que impulsionam os avanços da medicina estarão entre os destaques da 31ª edição da Hospitalar 2026, principal evento de saúde e plataforma de negócios do setor na América Latina, que acontece de 19 a 22 de maio, no São Paulo Expo. Por meio das centenas de novidades das mais de 1.200 marcas expositoras, o evento se consolida como o mais relevante espaço para tendências, inovação e práticas de sucesso no setor de saúde.</p>
<p>Para Juliana Vicente, Head do portfólio de saúde da Informa Markets Latam, empresa organizadora do evento, integrar negócios em saúde reforça o protagonismo da Hospitalar. “Oferecemos um evento com marcas relevantes que apresentam produtos de alta tecnologia que visam identificar soluções concretas e capazes de elevar os padrões de segurança do paciente e eficiência nas organizações médico-hospitalares”, diz.</p>
<p>Ao oferecer um hub estratégico para as marcas expositoras, o evento reforça ainda mais o posicionamento do Brasil como um importante destino para o turismo de saúde &#8211; movimento refletido anualmente na Hospitalar. “A vocação e a maturidade brasileira no setor atrai investimentos internacionais e acelera a entrada de soluções globais no mercado brasileiro, o que fortalece o país como um polo estratégico de inovação, ampliando as oportunidades de negócios”, finaliza Juliana.</p>
<p><strong>Confira os destaques de 16 marcas para a 31ª edição da Hospitalar:</strong></p>
<p><strong>AHOSP </strong></p>
<p>A AHOSP apresentará na Hospitalar a “Convenção AHOSP 365”, com iniciativas voltadas à qualificação e sustentabilidade da saúde. Entre os destaques estão o lançamento da Rede Paulista de Qualidade, voltada ao aprimoramento da gestão hospitalar (19/5, das 13h45 às 16h); painel sobre liderança feminina (19/5, das 16h45 às 17h30); e balanço institucional de um ano de atuação da entidade no fortalecimento do setor no Estado (21/5), das 12h às 13h).</p>
<p><strong>Alux Pro Sports</strong></p>
<p>Com foco na expansão estratégica e inovação, a Alux Pro Sports estreiará na Hospitalar 2026. Referência em acessórios de fitness e saúde, a marca apresenta seu robusto portfólio com mais de 200 itens voltados à reabilitação, fisioterapia e bem-estar. O objetivo central da participação é o fortalecimento do branding nacional e a prospecção de novos parceiros e revendedores, consolidando a Alux como parceira essencial para o crescimento de negócios no setor de saúde.</p>
<p><strong>Baxter</strong></p>
<p>A Baxter, líder em tecnologia médica, cuja missão é salvar e prolongar vidas, apresentará na Hospitalar 2026 seu ecossistema de conectividade e hospitalização inteligente. Uma tendência que permite às instituições de saúde otimizar suas operações, economizar tempo da equipe, reduzir erros clínicos e melhorar o atendimento aos pacientes.</p>
<p><strong>Casa Menta</strong></p>
<p>A Casa Menta é especializada em enxovais profissionais para os segmentos hospitalar, unindo qualidade, conforto, durabilidade e personalização. Entre seus destaques está o cobertor Ecosoft, desenvolvido especialmente para uso hospitalar com certificação adequada ao setor, proporcionando segurança, maciez, resistência e bem-estar aos pacientes, além de alta performance nos processos de lavanderia hospitalar.</p>
<p><strong>Cirúrgica Fernandes</strong></p>
<p>Neste ano em que completa 80 anos, a Cirúrgica Fernandes apresentará ao público as melhores soluções do mundo em produtos médico-hospitalares, abordando o que há de mais eficiente e tecnológico no cuidado à saúde. Durante os quatro dias da Hospitalar, os visitantes poderão conhecer de perto os diferenciais técnicos dos produtos interagindo com especialistas da área.</p>
<p><strong>DANIALEX</strong></p>
<p>A DANIALEX, conhecida no mercado de inovação e tecnologia em saúde como uma das maiores importadoras de hemostáticos, participará da Hospitalar 2026 e levará nesta edição algumas de suas novas parcerias e produtos, entre elas, a COLA CIRÚRGICA, produto que possui exclusividade no Brasil.</p>
<p><strong>DORMED</strong></p>
<p>A Dormed Hospitalar apresentará, durante a Hospitalar 2026, os Monitores de Hemodinâmica Não Invasiva ICON e ICONCore (Osypka Medical), inovadora tecnologia alemã que acaba de chegar ao mercado brasileiro. A empresa também trará a linha completa de Marcapassos Temporários: Pace 101, Pace 202 e o exclusivo Pace 300, o único tricameral do mercado.</p>
<p><strong>Eleven Fragrances</strong></p>
<p>A Eleven Fragrances é especializada em marketing sensorial e identidade olfativa, desenvolvendo fragrâncias exclusivas para ambientes corporativos, hospitalares e residenciais. Com soluções de aromatização por nebulização, proporciona experiências sensoriais sofisticadas e acolhedoras, fortalecendo a conexão entre marcas, pessoas e ambientes. Seus projetos são personalizados para traduzir a essência de cada cliente e tornar os espaços mais marcantes, agradáveis e memoráveis.</p>
<p><strong>Emergo by UL</strong></p>
<p>A Emergo by UL auxilia empresas a navegar pelos requisitos regulatórios da ANVISA e a iniciar a comercialização de dispositivos médicos no País, passando pela classificação dos dispositivos, registro adequado e finalização do processo. Atua também no acesso a mercados globais. Já apoiou milhares de projetos de dispositivos médicos e IVDs, registrando produtos de clientes em mais de 20 países, como Austrália, Brasil, Japão e EUA.</p>
<p><strong>Fanem</strong></p>
<p>Em um cenário de crescente pressão por eficiência, segurança assistencial e renovação tecnológica, a Fanem — multinacional brasileira de tecnologia médico-hospitalar — reforça na Hospitalar 2026, seu protagonismo na jornada neonatal. Com um ecossistema de soluções, lançamento de produto, o novo posicionamento da Fanem Service – portfólio voltado ao fortalecimento do papel estratégico da Engenharia Clínica e o Programa UPGRADE Fanem, é uma iniciativa perene, acessível, sustentável e pioneira na indústria.</p>
<p><strong>FilaTech</strong></p>
<p>Em parceria com nossos colaboradores, a FilaTech possibilita a fabricação local de membranas de fibra oca — o principal componente dos dialisadores. Com mais de 35 anos de experiência em engenharia alemã, oferecemos soluções de purificação do sangue que permitem aos fabricantes regionais produzir em grande escala. No Brasil, onde os dialisadores são inteiramente importados e 65% dos pacientes com insuficiência renal não têm acesso ao tratamento, o material abre caminho para a transição da dependência de importações para o abastecimento local.</p>
<p><strong>Gentell</strong></p>
<p>A Gentell é a única empresa do setor que nasceu como prestadora de serviços e se tornou a fabricante com o maior portfólio de produtos para tratamento de feridas do mundo. Curativos com mel Manuka, soluções em hidrogel, educação especializada e software de monitoramento clínico integrados potencializam resultados e elevam o padrão do cuidado.</p>
<p><strong>Gigante </strong></p>
<p>Na Hospitalar 2026, a Gigante apresenta a Gigaled®, unidade de fototerapia neonatal com tecnologia patenteada que combina LEDs azuis e verdes. A luz verde minimiza os efeitos indesejados da luz azul e pode potencializar em até 15% a eficiência da terapia. Uma solução nacional desenvolvida para ampliar a eficácia no tratamento da hiperbilirrubinemia neonatal, sem deixar de lado o conforto e o bem-estar da equipe médica no ambiente hospitalar.</p>
<p><strong>Grupo Condor</strong></p>
<p>Importar na saúde exige visão completa da operação. É com esse posicionamento que o Grupo Condor levará para a Hospitalar 2026 o modelo 5PL como resposta à complexidade do setor. Em operações nas quais custos, riscos e prazos impactam diretamente o resultado, o Grupo integra planejamento, compliance regulatório e logística em um único fluxo, gerando mais previsibilidade, controle e eficiência para hospitais, distribuidores e indústrias.</p>
<p><strong>Grupo RBT</strong></p>
<p>O Grupo RBT apresenta na Hospitalar 2026 a Bluviah, novo lançamento no segmento estético, criada para unir tecnologia, inovação e performance em soluções voltadas à estética avançada. Mais do que equipamentos, a marca nasce com o propósito de valorizar pessoas, elevar a autoestima e potencializar resultados com segurança, precisão e inovação. Durante a feira, a Bluviah estará presente no stand da Surgical Line, apresentando sua visão para o futuro da estética.</p>
<p><strong>Hospcom</strong></p>
<p>A Hospcom é referência em equipamentos hospitalares de alta complexidade e está em plena expansão no mercado de healthtech. O grupo distribui tecnologias de ponta, como o robô cirurgião Toumai, sistemas de videoendoscopia, monitorização avançada e soluções para cardiologia, neonatal e cirurgia. Com presença em múltiplos países e foco crescente em inovação digital para a saúde, a Hospcom conecta tecnologia de alto nível ao dia a dia dos hospitais brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>]Hospitalar 2026</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 19 a 22 de maio, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Vila Água Funda, São Paulo, Brasil)</p>
<p><strong>Inscrição: </strong><a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Programação:</strong> <a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Informa Markets Latam</strong></p>
<p>A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua na América Latina há 27 anos, com escritórios no Brasil e no México, entregando anualmente mais de 30 eventos híbridos, 70 eventos digitais, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Acesse www܂informamarkets܂com܂br para saber mais.</p>
<p><strong>Programa Better Stands da Informa Markets</strong></p>
<p><strong> </strong>O Better Stands é uma iniciativa dedicada a promover práticas sustentáveis e responsáveis na indústria de feiras e eventos. Através deste programa, a Informa Markets busca transformar a forma como os estandes são projetados, construídos, montados e desmontados, visando reduzir o impacto ambiental e promover a eficiência energética. Para mais informações visite <a href="https://betterstands.info/" target="_blank" rel="noopener">betterstands.info</a></p>
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		<title>Empresas apresentam tecnologias e debates voltados à modernização do setor de saúde na Hospitalar 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 13:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reúne lançamentos, soluções e discussões estratégicas sobre gestão, medicina diagnóstica e transformação digital.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Resumo em tópicos:</em></strong></p>
<ul>
<li><em>Em sua 31ª edição, a feira destaca como dados, conectividade e automação vêm ampliando a eficiência operacional.</em></li>
<li><em>Novas soluções para diagnóstico, monitoramento, gestão hospitalar e cirurgia especializada estarão entre os destaques apresentados ao público.</em></li>
<li><em>Evento acontece entre os dias 19 e 22 de maio, no São Paulo Expo. </em></li>
</ul>
<p>A 31ª edição da Hospitalar, principal evento de saúde e plataforma de negócios do setor na América Latina, reforça seu papel como principal vitrine de inovação, negócios e conhecimento em saúde ao reunir empresas, entidades e especialistas que vêm transformando diferentes elos da cadeia de assistência.</p>
<p>Além da exposição de tecnologias, equipamentos e serviços, o evento contará com debates sobre inovação, governança, formação profissional, saúde digital e novos modelos de gestão.</p>
<p>“Com a presença de empresas nacionais e internacionais, startups, entidades setoriais e lideranças do mercado, a Hospitalar 2026 evidencia um setor cada vez mais conectado, tecnológico e orientado à eficiência, consolidando-se como espaço estratégico para geração de negócios, atualização profissional e discussão do futuro da saúde”, avalia Juliana Vicente, Head do portfólio de saúde da Informa Markets Latam, empresa organizadora do evento.</p>
<p><strong>Confira os destaques de 19 marcas para a 31ª edição da Hospitalar:</strong></p>
<p><strong>Abramed</strong></p>
<p>A Abramed participa da Hospitalar 2026 com programação especial no dia 19 de maio, das 14h30 às 17h40, na Arena 1 da Plaza Hospitalar. O Summit Abramed terá como tema “Inovação, Qualidade e Inteligência de Dados: O Futuro da Medicina Diagnóstica” e reunirá lideranças do setor em dois painéis: um sobre tecnologia, inovação e crescimento sustentável; outro sobre qualidade, segurança, regulação e melhoria contínua nos serviços diagnósticos. A abertura será feita por Milva Pagano, diretora-executiva da entidade.</p>
<p><strong>Ballogh</strong></p>
<p>Ballogh &amp; Espírito Santo Sociedade de advogados é um escritório especializado em direito societário, empresarial e tributário, com foco estratégico no setor da saúde. Entre os principais clientes destacam-se clínicas, hospitais, laboratórios e operadoras com soluções jurídicas que unem segurança, governança corporativa e eficiência tributária. O escritório atua como parceiro estratégico no crescimento sustentável de negócios do setor, inclusive na transição para a nova Reforma Tributária.</p>
<p><strong>Br Gaap</strong></p>
<p>A Br Gaap levará à Hospitalar o debate sobre governança de dados para prestação de contas na saúde pública, abordando a dificuldade de integrar dados financeiros e assistenciais em processos de auditoria e controle. Referência nacional no segmento, monitora mais de R$ 160 bilhões em recursos públicos e mais de 1.000 unidades de saúde, promovendo maior rastreabilidade e controle na gestão pública.</p>
<p><strong>China Isotope &amp; Radiation Corporation</strong></p>
<p>A China Isotope &amp; Radiation Corporation (CIRC) é uma empresa especializada em aplicações de tecnologia nuclear do China National Nuclear Corporation (CNNC). Como empresa líder pioneira no setor na China, a CIRC levará para a Hospitalar suas soluções nos segmentos de medicina nuclear, radiofarmácia, produtos de diagnóstico in vitro (IVD, testes respiratórios para H. pylori – UBT), radioterapia, processamento por irradiação e fornecimento integrado de soluções médicas.</p>
<p><strong>FAMI</strong></p>
<p>A FAMI apresenta mais uma inovação para a videocirurgia: o Lens Defog. Desenvolvido em parceria com o HCPA, o sistema esterilizável para aquecimento de ópticas evita o embaçamento das lentes, proporcionando mais visibilidade, segurança e eficiência durante os procedimentos. Livre de componentes descartáveis e compatível com esterilização em autoclave, o Lens Defog eleva o padrão tecnológico da cirurgia minimamente invasiva.</p>
<p><strong>FirstLab</strong></p>
<p>A FirstLab estará presente na Hospitalar 2026 com novidades em equipamentos, produtos e soluções para análises clínicas, além de condições especiais e oportunidades de networking. A participação reforça o compromisso da FirstLab com a inovação e o desenvolvimento do setor de saúde.</p>
<p><strong>Fresenius Kabi</strong></p>
<p>A Fresenius Kabi &#8211; empresa global de saúde especializada em medicamentos, nutrição clínica e tecnologias médicas &#8211; participa da Hospitalar 2026. A companhia terá um estande com equipamentos da linha MedTech, incluindo bombas de infusão, tecnologias para terapia celular e gênica, degustação de suplementos enterais e demonstração de seu sistema de conectividade. A participação reforça seu compromisso com tecnologia e cuidado em saúde.</p>
<p><strong>Getinge</strong></p>
<p>A Getinge participa da Hospitalar 2026 com soluções integradas para centro cirúrgico, CME e UTIs, promovendo fluxos seguros, rastreáveis e orientados por dados, com impacto direto na segurança do paciente e na eficiência operacional. A empresa destaca a nova Mesa Cirúrgica Maquet Corin, com tecnologia de sinalização em LED, e o software neonatal do Servo-c, ampliando o suporte ventilatório.</p>
<p><strong>HCX Fmusp</strong></p>
<p>O HCX Fmusp participa da Hospitalar 2026 com uma programação voltada aos desafios da formação em saúde, gestão hospitalar, saúde mental corporativa e medicina inteligente. Entre os destaques estão debates sobre riscos psicossociais e os impactos da NR-1 nas organizações, além do anúncio de novos cursos de MBA em áreas como Inteligência Artificial em Saúde, Ciência de Dados, Políticas Públicas e gestão aplicada no setor.</p>
<p><strong>Instituto Jô Clemente (IJC)</strong></p>
<p>Há mais de 65 anos, o Instituto Jô Clemente (IJC) atua em prol da Saúde, Inclusão Social, Defesa de Direitos, Ciência e Inovação para pessoas com Deficiência Intelectual, TEA e Doenças Raras. Pioneiro no Teste do Pezinho no Brasil, já triou mais de 18 milhões de bebês e é credenciado pelo Ministério da Saúde como Serviço de Referência em Triagem Neonatal. O IJC também conta com o Centro de Neurodesenvolvimento e Reabilitação (CNR), que oferece atendimento multidisciplinar especializado.</p>
<p><strong>MedLevensohn</strong></p>
<p>A MedLevensohn apresenta o Smart 2.0, dispositivo de monitoramento 24h da glicemia, o menor do mercado, que realiza leituras dos níveis glicêmicos a cada 1 minuto, e o novo glicosímetro MedLevensohn, com tecnologia GDH-FAD, sistema No Code e versatilidade de amostras. Além disso, a companhia apresenta sua linha de Diabetes Care, que contempla a linha On Call Plus II, Teste de Hemoglobina Glicada, e a linha Veromed, de cosméticos funcionais específicos para a pele de diabéticos.</p>
<p><strong>Omron Healthcare Brasil</strong></p>
<p>A Hospitalar 2026 marca a 1ª participação da Omron Healthcare Brasil, reforçando a estratégia de atuar no mercado institucional, onde já é reconhecida pela precisão de seus equipamentos. O destaque para o evento será o monitor de pressão arterial HBP 1120, para triagem, que, junto com termômetro sem contato e indicador zero, pode ser até oito vezes mais econômico que as soluções multiparâmetro. O modelo já é usado por instituições hospitalares de excelência no Brasil.</p>
<p><strong>Ortho Pauher</strong></p>
<p>A Ortho Pauher estará presente na Hospitalar 2026 com uma ação especial ao lado de Duda e Leda Nagle, nomes reconhecidos por sua trajetória na comunicação, empreendedorismo, negócios e economia prateada. A campanha conectará saúde, bem-estar e conforto, tendências cada vez mais presentes no mercado atual, e permitirá que clientes participantes concorram a uma visita exclusiva da dupla em sua loja, ampliando ainda mais a relevância e a visibilidade da participação da marca durante a feira.</p>
<p><strong>Perfil Assessoria Contábil</strong></p>
<p>Com 27 anos de experiência, a Perfil Assessoria Contábil é referência em contabilidade consultiva para o setor da saúde. A empresa oferece gestão tributária estratégica, BPO financeiro, planejamento fiscal e suporte completo na transição para a Reforma Tributária, ajudando clínicas, laboratórios e serviços de saúde a reduzir custos, aumentar lucros e crescer com segurança e conformidade.</p>
<p><strong>Quinelato</strong></p>
<p>A Quinelato amplia sua participação e reforça seu posicionamento em inovação e soluções para o mercado hospitalar. Entre os destaques estão os lançamentos da linha de Otorrinolaringologia, a expansão dos instrumentais para transplantes, soluções para neurocirurgia e ortopedia, além dos serviços de assistência técnica especializada e personalização de instrumentais. Entregar o essencial da saúde exige sempre um Q a mais.</p>
<p><strong>Rivio</strong></p>
<p>A Rivio apresentará na Hospitalar 2026 sua plataforma de IA que automatiza o ciclo de receita hospitalar, eliminando perdas e garantindo previsibilidade de caixa. A solução audita contas e corrige falhas em tempo real, assegurando o recebimento integral das operadoras. O diferencial é o modelo de risco zero: a <em>healthtech</em> assume a responsabilidade financeira e cobre eventuais diferenças nos pagamentos devidos aos hospitais, focando na performance de ponta a ponta.</p>
<p><strong>Siemens Healthineers</strong></p>
<p>A Siemens Healthineers leva à Hospitalar 2026 soluções nas áreas de diagnóstico por imagem, Angiotomografia, diagnóstico laboratorial, tratamento do câncer, saúde digital, serviços e educação. A líder em tecnologia médica, presente em todas as etapas da jornada do paciente, apresenta inovações voltadas desde a eficiência operacional até a sustentabilidade, com o olhar integrado tanto para os profissionais de saúde quanto o cuidado dos pacientes.</p>
<p><strong>Sincron</strong></p>
<p>A Sincron é uma empresa 100% brasileira com 21 anos de atuação no setor da saúde, liderada por Liliana Cherfen. Na Feira Hospitalar, será apresentado o Sistema ON, destaque da feira e integrado à plataforma Sincron. A solução conecta chamada de enfermagem, acessibilidade e gestão hospitalar em um ecossistema único, promovendo segurança, inclusão e eficiência. Durante o evento, haverá a demonstração de tecnologias que unem cuidado, conectividade e inteligência aplicada à saúde.</p>
<p><strong>Viveo</strong></p>
<p>A Viveo estará presente na Hospitalar 2026 para reforçar a relação com clientes, parceiros e demais agentes da cadeia de saúde. Na terça-feira (19), às 11h, a Vice-Presidente Comercial Cristhiane Coutinho media o painel “Saúde no Brasil: um novo equilíbrio na relação entre Indústria, Distribuição, Hospitais e Operadoras”. Já na quinta-feira (21), das 10h às 20h, o Viveo Encontros promove relacionamento e geração de novos negócios com as marcas Mafra Medicamentos, Mafra Materiais e Cremer.</p>
<p><strong>Hospitalar 2026</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 19 a 22 de maio, das 11h às 20h</p>
<p><strong>Local: </strong>São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, Vila Água Funda, São Paulo, Brasil)</p>
<p><strong>Inscrição: </strong><a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Programação:</strong> <a href="http://www.hospitalar.com/" target="_blank" rel="noopener">www.hospitalar.com</a></p>
<p><strong>Informa Markets Latam</strong></p>
<p>A Informa Markets conecta pessoas e mercados por meio de soluções digitais, conteúdo especializado, feiras de negócios, eventos híbridos e inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Presente em mais de 30 países, atua na América Latina há 27 anos, com escritórios no Brasil e no México, entregando anualmente mais de 30 eventos híbridos, 70 eventos digitais, portais de notícia e plataformas digitais de conexão e negócios. Acesse www܂informamarkets܂com܂br para saber mais.</p>
<p><strong>Programa Better Stands da Informa Markets</strong></p>
<p>O Better Stands é uma iniciativa dedicada a promover práticas sustentáveis e responsáveis na indústria de feiras e eventos. Através deste programa, a Informa Markets busca transformar a forma como os estandes são projetados, construídos, montados e desmontados, visando reduzir o impacto ambiental e promover a eficiência energética. Para mais informações visite <a href="http://www.informamarkets.com.br/betterstands" target="_blank" rel="noopener">www.informamarkets.com.br/betterstands</a>.</p>
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		<title>Uso de Inteligência Artificial avança na saúde brasileira, mas ainda se concentra em tarefas operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 19:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>18% dos estabelecimentos de saúde no país já utilizam IA, percentual que chega a 31% nas unidades com mais de 50 leitos, e 29% nos serviços de apoio diagnóstico e terapêutico.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A adoção de Inteligência Artificial (IA) pelos estabelecimentos de saúde brasileiros tem avançado, porém mais voltada para tarefas operacionais, como a organização de processos clínicos e administrativos. Em 2025, 18% já utilizavam a tecnologia, percentual que chegou a 31% nos estabelecimentos com mais de 50 leitos, e a 29% nos Serviços de Apoio Diagnóstico e Terapêutico (SADT).</p>
<p>Os dados são da 12ª edição da pesquisa TIC Saúde, divulgada nesta terça-feira (12) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).</p>
<p>Entre os estabelecimentos que já utilizam Inteligência Artificial, os modelos com IA generativa são os mais adotados, presentes em 76% dos estabelecimentos. Na sequência aparece a mineração de texto (52%) e a automação de processos (48%). A principal aplicação da IA está relacionada à organização de processos clínicos e administrativos, seguida por melhoria na segurança digital (36%) e aumento da eficiência dos tratamentos (32%).</p>
<p>Para a edição de 2025 houve uma mudança metodológica, com a ampliação do escopo de investigação sobre <i>Big Data</i> e IA para todos os estabelecimentos com computador, e não apenas para aqueles com área de TI, como fôra realizado até 2024. &#8220;Nos últimos anos, observamos uma rápida disseminação das tecnologias de Inteligência Artificial. Por isso, tornou-se importante ampliar a investigação para compreender como essas tecnologias vêm sendo incorporadas pelo conjunto dos estabelecimentos de saúde&#8221;, explica Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br).</p>
<p><strong>Barreiras à adoção da IA e uso restrito de </strong><i><strong>Big Data</strong></i></p>
<p>Apesar do crescimento contínuo, a adoção de IA ainda enfrenta obstáculos significativos: nos hospitais com mais de 50 leitos, os principais desafios apontados pelos gestores são os custos elevados (63%), a falta de priorização institucional (56%) e as limitações relacionadas a dados e capacitação (51%). Já nos SADT, prevalecem fatores como falta de interesse (60%), ausência de prioridade (64%) e preocupações com privacidade de dados (50%).</p>
<p>Esses resultados indicam que a adoção da IA depende não apenas da infraestrutura tecnológica, mas também de capacidades institucionais, da governança de dados e reconhecimento estratégico dessa inovação.</p>
<p>&#8220;O avanço do uso da Inteligência Artificial na saúde exige profissionais qualificados para que essa tecnologia seja aplicada de forma segura e responsável. Além disso, a consolidação de diretrizes e marcos regulatórios é fundamental para sustentar a adoção ética da IA em um setor que lida com informações sensíveis e impacta diretamente no cuidado com os pacientes&#8221; destaca Luciana Portilho, coordenadora de projetos de pesquisas do Cetic.br.</p>
<p>A pesquisa também revela um uso ainda restrito de <i>Big Data</i> no setor. Somente 9% dos estabelecimentos realizaram análises com apoio dessa tecnologia<i> </i>em 2025, com maior incidência em estabelecimentos privados (11%) e em hospitais de maior porte (com mais de 50 leitos) (30%). As análises concentram-se, principalmente, em dados gerados pelas próprias instituições, como prontuários e registros administrativos.</p>
<p><strong>Interoperabilidade como desafio</strong></p>
<p>A troca de dados de saúde entre diferentes estabelecimentos ainda representa um desafio, segundo a pesquisa. Embora a digitalização avance no setor, com 92% dos estabelecimentos utilizando sistemas eletrônicos para registro de informações dos pacientes, menos da metade (44%) dos estabelecimentos possuem sistemas que permitam o envio ou recebimento de encaminhamentos eletrônicos, sendo que há uma maior incidência no setor público (64%) do que no privado (28%).</p>
<p>Ainda, 41% dos estabelecimentos podem enviar ou receber relatório sobre assistência prestada ao paciente (55% dos públicos e 29% dos privados), e 37% podem enviar ou receber resultados de exames laboratoriais (47% dos públicos e 29% dos privados).</p>
<p>Nesse contexto, pela primeira vez a TIC Saúde investigou a integração à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) do Ministério da Saúde, considerada estratégica para a interoperabilidade e a continuidade do cuidado em saúde. Os dados indicam que 44% dos estabelecimentos estão conectados à rede, com maior presença nas UBS (72%) e no setor público (64%).</p>
<p>&#8220;A interoperabilidade entre os sistemas de saúde pode contribuir para ampliar a eficiência dos serviços e melhorar a experiência do paciente, ao facilitar o compartilhamento seguro de informações clínicas entre diferentes estabelecimentos&#8221;, explica Portilho.</p>
<p><strong>Avanço gradual da saúde apoiada em tecnologia digital no país</strong></p>
<p>A conectividade tem impulsionado significativamente a saúde. A expansão do acesso à Internet, a ampliação das conexões via cabo e fibra ótica, e o aumento das velocidades tem contribuído para o melhor funcionamento dos serviços de saúde, viabilizando o uso de sistemas eletrônicos, a comunicação entre profissionais e a oferta de novos serviços.</p>
<p>Em 2025, serviços <i>online</i> disponibilizados aos pacientes, como a visualização de resultados de exames, foram oferecidos por 39% dos estabelecimentos, o agendamento de consultas por 34% e o de exames por 32%. O maior avanço ocorreu na interação <i>online</i> com a equipe de saúde, que saltou de 16% em 2023 para 35% em 2025, evidenciando uma maior adoção de canais digitais de comunicação com pacientes.</p>
<p>A oferta desses serviços varia conforme o tipo de estabelecimento, com maior presença em SADT para visualização de resultados de exames (72%), e nas UBS para interação com equipes (42%).</p>
<p>Entre os serviços de telessaúde, em 2025, a teleconsultoria foi a modalidade mais difundida (36%), seguida por teleconsulta (28%), telediagnóstico (27%) e telemonitoramento (20%). Todos esses serviços apresentaram crescimento em relação aos anos anteriores, o que indica uma expansão gradual do atendimento remoto e uma maior integração entre profissionais de saúde.</p>
<p><strong>Segurança da informação e proteção de dados</strong></p>
<p>A segurança da informação e a proteção de dados mostram-se como áreas de atenção nos estabelecimentos de saúde, com 42% deles possuindo uma política formal de segurança, sendo que a adesão é maior no setor privado (54%) em comparação com o público (28%). Quase metade dos estabelecimentos de saúde (47%) realizou treinamentos em segurança da informação para os funcionários. No entanto, a implementação de medidas mais robustas relacionadas à LGPD ainda é reduzida; enquanto campanhas de conscientização são a prática mais comum (46%), ações estruturadas, como a definição de um encarregado de dados ou planos de resposta a incidentes, são adotadas por apenas cerca de 30% dos estabelecimentos.</p>
<p><strong>Sobre a pesquisa</strong></p>
<p>A pesquisa tem o objetivo de investigar a penetração das TIC nos estabelecimentos de saúde e sua apropriação por profissionais de saúde. Nesta 12ª edição, as entrevistas ocorreram entre fevereiro e novembro de 2025 com 3.270 gestores de estabelecimentos de saúde localizados em todo o território nacional. A pesquisa é organizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) e conta com o apoio institucional de organismos internacionais – como a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) &#8211; além do apoio institucional e técnico do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), do Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass), do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e de especialistas vinculados a importantes universidades.</p>
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		<item>
		<title>Tecnologia inédita garante alta dos primeiros pacientes transplantados no Hospital de Base de Rio Preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalhospitaisbrasil.com.br/?p=130131</guid>

					<description><![CDATA[<p>Primeiro paciente transplantado com uso da perfusão hepática no Hospital de Base, Rodolfo Aparecido Chicone, recebe alta; outros cinco pacientes já passaram pelo procedimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O paciente Rodolfo Aparecido Chicone, de 39 anos, recebeu alta hospitalar na manhã de segunda-feira (11), após passar pelo primeiro transplante de fígado realizado no recém-inaugurado Centro de Manutenção de Órgãos do Hospital de Base (HB) de São José do Rio Preto. Morador de Araraquara, ele foi submetido ao procedimento no dia 28 de março.</p>
<p style="font-weight: 400;">Desde o início do funcionamento da máquina de perfusão hepática, seis pacientes passaram pelo transplante de fígado. Cinco deles já receberam alta (incluindo Rodolfo). Apenas um dos pacientes permanece internado, mas o estado de saúde é estável e aguarda alta para as próximas semanas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Rodolfo, primeiro transplantado com o uso da máquina de perfusão hepática, apresentou uma resposta específica ao uso de imunossupressores, o que exigiu maior tempo de acompanhamento e acabou prolongando sua internação. Apesar disso, recebeu alta em boas condições e comemora a nova fase da vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Desde os primeiros dias do pós-operatório tive uma evolução. Fiz todos os exames de rotina e estou me sentindo bem. Antes da cirurgia eu estava muito debilitado e hoje parece que colocaram uma bateria nova em mim. Quando o Dr. Renato me falou sobre o projeto e disse que eu seria o primeiro paciente, fiquei assustado, mas enxerguei muito mais benefícios. Eu já tinha tido duas oportunidades de transplante que não deram certo porque os órgãos não estavam em boas condições. Fiquei muito feliz de participar desse projeto”, relata.</p>
<p style="font-weight: 400;">Os transplantes contaram com o uso da máquina de perfusão hepática Liver Assist, desenvolvida pela empresa sueca XVivo, tecnologia recentemente incorporada pela unidade. No caso de Rodolfo, o equipamento manteve o fígado em funcionamento por 4 horas e 35 minutos antes do implante, contribuindo para melhores condições do órgão e maior segurança no procedimento.</p>
<p style="font-weight: 400;">O diretor executivo da Funfarme, Dr. Horácio Ramalho, destacou a importância da conquista para a instituição e, principalmente, para os pacientes. “Para nós, cada avanço tem um propósito muito claro: cuidar melhor das pessoas. Ver um paciente se recuperar, ter alta e poder retomar a própria vida é o que realmente importa. Ficamos muito felizes com esse resultado. A chegada dessa tecnologia traz mais segurança para os procedimentos e abre caminho para que possamos ajudar ainda mais pacientes daqui para frente”, afirma.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o cirurgião Renato Ferreira da Silva, chefe da Unidade de Transplante de Fígado e Intestino do Hospital de Base e responsável por liderar a equipe médica, o momento representa um marco para a instituição. “Esse é um momento histórico para nós. Além deste caso, já realizamos outros transplantes de fígado no Centro de Manutenção de Órgãos, e todos os pacientes estão evoluindo bem”, afirma.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com o Dr. Renato, os primeiros três meses após o transplante exigem maior atenção, embora o quadro clínico do paciente seja considerado estável. “É um período mais crítico, mas ele é jovem e apresentou boa evolução durante a internação. O acompanhamento, no entanto, é contínuo e essencial ao longo da vida, principalmente pelo uso de medicamentos imunossupressores, que podem exigir ajustes e monitoramento constante”, explica.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Outros pacientes</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">No dia 5 de abril, domingo de Páscoa, o paciente Valter Parizotto, de 63 anos, passou por transplante de fígado no Centro de Manutenção de Órgãos do HB, sendo o segundo a realizar o procedimento.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O Dr. Renato me chamou e explicou como funcionava o transplante com a máquina. Achei que foi um sucesso. Minha recuperação está indo muito bem, tenho até que agradecer à equipe de transplante. Não imaginei que receberia alta tão rápido, mas estou me sentindo muito bem. Agora é só esperar a melhora”, afirmou o paciente, que recebeu alta no dia 17 de abril.</p>
<p style="font-weight: 400;">Celso Brito Junior foi o terceiro paciente a realizar o procedimento, no dia 6 de abril, e recebeu alta no dia 24. “Foi um processo trabalhoso, mas a equipe do Dr. Renato e do hospital foi fantástica. Com a utilização da máquina, que melhora as condições do fígado, a tendência é aumentar o número de transplantes. O impacto será muito positivo”, afirmou.</p>
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		<title>Tecnologia de inteligência artificial que coloca médico ‘dentro do corpo humano’ antes da cirurgia já chegou ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 00:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amplifier AI foi desenvolvida para procedimentos médicos complexos que exigem alta precisão e padronização de dados.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A medicina avança com tecnologia de IA que permite ao cirurgião navegar e estudar em detalhe a anatomia de um paciente antes de realizar o procedimento. E o Brasil tem sido pioneiro nessa revolução da saúde. Especialistas de algumas das principais instituições do país já começaram a fazer testes com a Amplifier AI, ferramenta de inteligência artificial de planejamento que permite explorar órgãos, vasos e tecidos em um ambiente tridimensional fotorrealista antes de cirurgias e intervenções minimamente invasivas, com representação anatômica específica do paciente compatível com o que será encontrado no centro cirúrgico.</p>
<p>Essa inovação, desenvolvida por uma equipe multidisciplinar de engenheiros em colaboração com radiologistas e cirurgiões, utiliza inteligência artificial para converter exames comuns de imagem em mapas interativos de alta fidelidade, criando um gêmeo digital do corpo do paciente. A plataforma oferece o sistema completo de planejamento de procedimentos complexos, ampliando a previsibilidade e a padronização das decisões clínicas para as equipes médicas.</p>
<p>O diferencial da Amplifier AI está na forma como o modelo tridimensional é criado para visualização, aliado a ferramentas específicas de medição anatômica automática e simulação de dispositivos médicos. O modelo 3D do paciente é gerado em poucos minutos a partir dos exames de imagem, permitindo que o cirurgião compreenda com rapidez e profundidade a anatomia, a patologia envolvida, as possíveis vias de acesso, o protocolo do procedimento e a seleção mais adequada do dispositivo e seu respectivo dimensionamento.</p>
<p>“Essa abordagem resolve uma das maiores dores da cirurgia moderna: a surpresa anatômica. Com um planejamento tão detalhado, é possível antecipar desafios, escolher as melhores vias de acesso e personalizar cada etapa da intervenção. O resultado é uma recuperação mais rápida e segura para quem está na mesa de cirurgia, além de medições precisas e automáticas e previsibilidade para o médico”, relata Dr. Hélio Castello, cardiologista clínico e intervencionista que atua em São Paulo.</p>
<p>Os primeiros testes estão sendo conduzidos por equipes de excelência nas áreas de Cardiologia e Cirurgia Vascular em instituições de referência no país, como o Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Além disso, o Hospital Infantil Sabará, também reconhecido como referência, já avaliou a aplicabilidade da tecnologia em doenças congênitas complexas em bebês.</p>
<p>A Amplifier AI, plataforma pioneira em desenvolvimento de IA para imagens desde 2016, está sediada na Califórnia e já tem certificação da Anvisa desde o início de 2025. O objetivo dos estudos em andamento é o de validar a tecnologia e verificar os benefícios adquiridos por estes hospitais como resultado da padronização e otimização do planejamento cirúrgico e potencial redução de riscos. Em especialidades críticas, como cirurgias complexas, onde cada milímetro é decisivo, a ferramenta torna-se uma aliada indispensável, convertendo desafios cirúrgicos em caminhos claros e seguros.</p>
<p>“Médicos que testaram a plataforma relatam um ganho substancial na compreensão da anatomia específica de cada caso, o que tende a se refletir em planos cirúrgicos mais assertivos, transferindo a decisão da sala cirúrgica para o pré-operatório com aumento de confiança clínica. De acordo com a literatura científica, sabemos que um melhor planejamento tende a reduzir o risco para o paciente e pode contribuir para otimizar os recursos do hospital”, relata Nelson Sampaio, vice-presidente global de Desenvolvimento de Negócios da Amplifier AI. “Além da eficiência técnica, a tecnologia da Amplifier AI foi desenvolvida para facilitar a colaboração remota, permitindo que especialistas discutam casos ‘olhando’ para o paciente digital com a mesma clareza de quem está presente fisicamente. Com a certificação da Anvisa e resultados iniciais que dão indicações promissoras, acredito que a tecnologia da Amplifier AI vai se consolidar rapidamente no Brasil”, conclui Nelson.</p>
<p><strong>Amplifier AI<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_130123" aria-describedby="caption-attachment-130123" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-10.50.56.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-130123" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-10.50.56-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-10.50.56-300x300.jpeg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-10.50.56-150x150.jpeg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-04-at-10.50.56.jpeg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130123" class="wp-caption-text">Vinícius Nasr, Diretor Comercial da Amplifier AI</figcaption></figure>
<p>A Amplifier AI é uma healthtech sediada na Califórnia, fundada em 2016 por três empreendedores com experiência complementar em tecnologia, saúde e inovação com o propósito de transformar a forma como procedimentos médicos são planejados e executados. A empresa desenvolveu uma plataforma de inteligência artificial aplicada ao planejamento de procedimentos cirúrgicos e intervenções médicas, que foi levada ao mercado em 2024 e obteve certificação da ANVISA em 2025, reforçando seu compromisso com segurança, conformidade regulatória e impacto clínico positivo.</p>
<p>A solução da Amplifier AI é baseada no conceito de PPI – Planejamento de Procedimentos Inteligente, que combina padronização do planejamento cirúrgico com o uso de dados clínicos precisos e algoritmos avançados para apoiar a tomada de decisão médica. Ao substituir abordagens intuitivas por análises orientadas por dados, a plataforma contribui para maior previsibilidade, eficiência e qualidade nos procedimentos, beneficiando profissionais de saúde, instituições e pacientes.</p>
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		<item>
		<title>Líderes de segurança citam a IA como um multiplicador de riscos para APIs em nova pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ataques a APIs e os custos de incidentes aumentam junto com a adoção da IA.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Akamai (NASDAQ: AKAM) divulgou hoje uma <a href="https://www.akamai.com/lp/report/api-security-study-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer">nova pesquisa</a> mostrando que as organizações estão correndo para implantar APIs sem segurança ou testes adequados, deixando-as vulneráveis a ataques após o lançamento. Agora, em seu quarto ano, a pesquisa da Akamai sobre o &#8220;Impacto da Segurança de APIs&#8221; examina o cenário da proteção de APIs com base em uma pesquisa global com 1.840 profissionais de segurança em seis setores e 10 países.</p>
<p>O estudo mostra que os ataques a APIs continuam aumentando: 87% dos entrevistados relataram um incidente de segurança relacionado a APIs no ano passado, um aumento de 76% em relação a 2022. Em média, as organizações relataram 3,5 incidentes de segurança relacionados a APIs nos últimos 12 meses, com um custo médio superior a US$ 700 mil por incidente.</p>
<p>As equipes de segurança classificam a proteção das tecnologias de IA como sua principal prioridade de segurança cibernética (38%) para o próximo ano. Além disso, 42% dos profissionais de segurança dizem que as APIs que impulsionam suas aplicações de IA, agentes e grandes modelos de linguagem (LLMs) foram alvo de ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. Essas descobertas reforçam pesquisas recentes da Akamai que identificaram as <a href="https://www.akamai.com/newsroom/press-release/ai-transformation-at-risk-apis-emerge-as-the-primary-attack-surface-akamai-research-finds" target="_blank" rel="noopener noreferrer">APIs como uma superfície de ataque primária para criminosos virtuais.</a></p>
<p>Os resultados da pesquisa mostram que cada vez menos organizações têm visibilidade de APIs, um problema agravado pela IA, com apenas 27% das empresas com inventários completos de APIs sabendo quais delas expõem dados confidenciais — uma redução de 40% em comparação a 2022.</p>
<p>Outras descobertas da pesquisa incluem:</p>
<ul>
<li>Quase todos os entrevistados do setor de serviços financeiros (96%) relataram um ataque relacionado a APIs nos últimos 12 meses.</li>
<li>Os setores com os maiores custos de incidentes foram os de energia e serviços (US$ 860 mil), manufatura(US$ 732 mil) e saúde e ciências biológicas (US$ 725 mil).</li>
<li>Quase 80% das empresas colocam a segurança de APIs entre suas três principais prioridades de segurança cibernética.</li>
<li>40% dos líderes executivos relatam maturidade avançada de testes de APIs, em comparação com apenas 28% das equipes do DevSecOps. Isso sugere que o nível de confiança da liderança vai além do que as equipes de implementação relatam.</li>
<li>Pouco mais da metade das organizações (53%) têm equipes dedicadas responsáveis pela segurança de APIs.</li>
</ul>
<p>&#8220;A rápida expansão da superfície de ataque de APIs significa que as organizações que dependem muito de APIs enfrentam riscos significativos, impacto financeiro e visibilidade comprometida&#8221;, afirma Sean Lyons, vice-presidente sênior e gerente geral de segurança de aplicações e infraestrutura da Akamai. &#8220;As APIs estão aumentando rapidamente em número e a maioria das empresas não consegue acompanhar essas informações. Empresas que estão adotando IA não podem deixar a segurança de APIs para depois. É preciso ter uma base para realmente confiar nos sistemas de IA em construção.&#8221;</p>
<p>Além dos insights da pesquisa, o estudo também fornece recomendações para ajudar as equipes de segurança a fortalecer suas estratégias de segurança de APIs. Isso inclui o fechamento de lacunas de visibilidade ao descobrir e fazer inventário de todas as APIs vinculadas a LLMs e aplicações de IA, incorporar testes e controles de segurança ao longo do ciclo de vida de APIs e tratar a segurança de APIs como um pré-requisito para uma IA confiável.</p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial e novos indicadores transformam a segurança do paciente no Brasil</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/inteligencia-artificial-e-novos-indicadores-transformam-a-seguranca-do-paciente-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanço tecnológico e exigências regulatórias ampliam a busca por pós-graduação e fortalecem o ensino a distância.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de saúde vive uma transformação impulsionada pela união entre tecnologias e novos parâmetros regulatórios. Mais do que modernizar processos, esse movimento tem redefinido a forma como a segurança do paciente é compreendida e aplicada no dia a dia das instituições, exigindo profissionais cada vez mais qualificados e preparados para lidar com cenários complexos e orientados por dados.</p>
<p>As atualizações recentes do <a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2022/linhas-de-pesquisa-2022-2030-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Plano de Pesquisa da Anvisa 2022-2030</u></a> reforçam a centralidade dos indicadores assistenciais e da gestão de riscos na avaliação dos serviços de saúde. A análise de eventos diversos, a rastreabilidade de processos e o monitoramento contínuo passaram a ser elementos-chave para garantir qualidade e conformidade, demandando uma atuação mais estratégica dos profissionais.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inteligência artificial avança como aliada na prevenção e na tomada de decisão clínica. Em instituições de referência no país, algoritmos já são utilizados para prever deterioração clínica, otimizar fluxos assistenciais e reduzir riscos, estabelecendo uma cultura de segurança baseada em dados e evidências.</p>
<p>&#8220;A segurança do paciente deixou de ser apenas reativa e passou a incorporar uma lógica preditiva, o que exige profissionais com capacidade analítica e domínio de ferramentas de gestão e tecnologia&#8221;, explica Maykon Anderson Pires de Novais, coordenador dos cursos de Gestão de Informática em Saúde e Gestão de Saúde do Senac EAD.</p>
<p>Nesse contexto, a pós-graduação <i>lato sensu </i>ganha destaque como caminho fundamental para a consolidação da carreira na saúde. Ao aprofundar conhecimentos e desenvolver visão sistêmica, a especialização permite que o profissional atue com maior precisão técnica e assuma funções estratégicas em ambientes cada vez mais exigentes.</p>
<p>Além do domínio técnico, formações voltadas à <a href="https://www.ead.senac.br/pos-graduacao/gestao-da-qualidade-e-seguranca-do-paciente/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Gestão da Qualidade e Segurança do Paciente</u> </a>capacitam para o uso de metodologias como análise de causa raiz, protocolos assistenciais e gestão de indicadores, fortalecendo a cultura organizacional e contribuindo diretamente para a redução de eventos adversos.</p>
<p>Esse movimento também impacta diretamente a trajetória profissional. A especialização amplia oportunidades de promoção, recolocação e crescimento salarial. Levantamento do <a href="https://www.semesp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/pesquisa-pos-graduacao-2023-versao-final.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Instituto Semesp 2023</u></a> aponta crescimento contínuo na procura por especializações, especialmente em áreas ligadas à saúde e à gestão, impulsionado pela necessidade de atualização constante diante das transformações do setor.</p>
<p>Esse cenário também tem impulsionado o ensino a distância como alternativa viável para profissionais que precisam conciliar rotinas intensas com a formação acadêmica. A flexibilidade de horários, o acesso contínuo aos conteúdos e a autonomia no aprendizado tornam o modelo EAD uma solução estratégica para quem busca evolução sem abrir mão da atuação profissional.</p>
<p>Atento a essa realidade, o Senac EAD oferece cursos de pós-graduação alinhados às demandas contemporâneas da saúde, com foco na aplicação prática do conhecimento e no desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais.</p>
<p>A formação integra teoria e prática por meio de estudos de caso, ferramentas digitais e metodologias voltadas à resolução de problemas reais, preparando o profissional para atuar com eficiência, pensamento crítico e tomada de decisão baseada em evidências. O ambiente virtual de aprendizagem garante suporte contínuo, com acompanhamento de docentes especialistas e acesso a conteúdos atualizados. Para saber mais acesse <a href="https://www.ead.senac.br/pos-graduacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Senac EAD</u></a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IA na saúde brasileira: líderes discutem em Harvard e MIT o fim da complexidade operacional e o impacto no setor de R$ 1 trilhão</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/ia-na-saude-brasileira-lideres-discutem-em-harvard-e-mit-o-fim-da-complexidade-operacional-e-o-impacto-no-setor-de-r-1-trilhao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Brasil Project 2026, especialistas analisam o ponto de inflexão da saúde no país e o papel dos agentes de IA na superação da complexidade burocrática para garantir a sustentabilidade dos hospitais brasileiros.</p>
<p>O post <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/ia-na-saude-brasileira-lideres-discutem-em-harvard-e-mit-o-fim-da-complexidade-operacional-e-o-impacto-no-setor-de-r-1-trilhao/">IA na saúde brasileira: líderes discutem em Harvard e MIT o fim da complexidade operacional e o impacto no setor de R$ 1 trilhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br">HOSPITAIS BRASIL</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de saúde no Brasil atravessa uma transformação sem precedentes, impulsionada pela convergência entre a necessidade de sustentabilidade financeira e o avanço da Inteligência Artificial. Com um mercado que movimenta cerca de R$ 1 trilhão, o Brasil se tornou um laboratório estratégico para soluções de IA que buscam resolver problemas estruturais históricos. E este cenário fez parte das discussões no Brasil Project 2026, evento realizado recentemente nos campi de Harvard e no MIT, e que reuniu 150 líderes brasileiros e 200 acadêmicos para debater os rumos do país.</p>
<p>Um dos destaques do evento foi o debate sobre a &#8220;revolução invisível&#8221; que está ocorrendo na gestão hospitalar. O painel &#8220;<i>Designing the Future of Health with AI</i>&#8221; foi realizado com a participação de Carlos Costa, managing partner do Valor Capital Group e moderação de Gabriela Barbosa, que lidera a conferência de saúde no MIT.</p>
<p>Para Ricardo Sales, co-fundador da Rivio, empresa que vem redefinindo o uso de agentes autônomos no ciclo de receita hospitalar, a IA não é mais uma ferramenta de suporte, mas o motor central da operação.</p>
<p>&#8220;Estamos testemunhando uma mudança de paradigma, na qual a criação de novos produtos e protocolos de faturamento, que antes exigiam seis meses de planejamento, agora são estruturados em poucos dias. A integração de sistemas complexos passou de semanas de trabalho manual para uma automação quase instantânea. Ao substituirmos processos manuais por agentes de IA, liberamos o hospital para sua missão essencial: no fim das contas, hospitais mais eficientes geram os recursos necessários para salvar mais vidas&#8221;, afirmou Sales durante o painel.</p>
<p><strong>O ponto de inflexão tecnológica</strong></p>
<p>A visão de Sales ecoa um sentimento de urgência compartilhado pelos investidores do setor. A saúde brasileira, dividida entre o gigantismo do SUS e a complexidade da saúde suplementar, atingiu o que especialistas chamam de &#8220;ponto de saturação burocrática&#8221;.</p>
<p>Carlos Costa reforçou no painel que o Brasil vive atualmente um ponto de inflexão tecnológica. Para ele, a IA finalmente alcançou a maturidade necessária para lidar com as camadas de complexidade que, até então, eram consideradas insolúveis.</p>
<p>&#8220;A IA nos permite, pela primeira vez, gerenciar a complexidade em escala. O setor de saúde é um mercado de um trilhão de reais que operava sob uma lógica analógica. O <i>shift</i> tecnológico que vemos agora é profundo: estamos saindo de sistemas que apenas registram dados para plataformas que tomam decisões e resolvem gargalos em tempo real&#8221;, explicou Costa.</p>
<p><strong>Tendências e perspectivas para 2026</strong></p>
<p>Os debates no MIT e em Harvard apontaram que a grande tendência para os próximos anos é a desospitalização da burocracia. A expectativa é que, em 2026, a adoção de agentes de IA reduza drasticamente o desperdício no faturamento hospitalar: um dos maiores drenos de recursos do sistema brasileiro.</p>
<p>O consenso entre os líderes presentes é que a Inteligência Artificial na saúde brasileira está deixando de ser uma &#8220;aposta de inovação&#8221; para se tornar a espinha dorsal da gestão. A transição para um modelo focado em eficiência operacional e precisão de dados é vista como o único caminho para garantir que o crescimento do mercado de saúde acompanhe as demandas demográficas e sociais do Brasil nas próximas décadas.</p>
<p>O post <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/ia-na-saude-brasileira-lideres-discutem-em-harvard-e-mit-o-fim-da-complexidade-operacional-e-o-impacto-no-setor-de-r-1-trilhao/">IA na saúde brasileira: líderes discutem em Harvard e MIT o fim da complexidade operacional e o impacto no setor de R$ 1 trilhão</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br">HOSPITAIS BRASIL</a>.</p>
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