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	<title>Arquivos Gestão - HOSPITAIS BRASIL</title>
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	<description>Principal revista e portal hospitalar do país.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2026 19:22:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Estudo mostra como governança clínica sustentou a qualidade na expansão da Rede D&#8217;Or</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa conduzida pelo Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), em colaboração com a Rede D'Or, acompanhou indicadores de segurança do paciente em 57 hospitais brasileiros entre 2016 e 2024 e mostra que melhorias ocorreram de forma consistente mesmo durante a expansão da rede e o impacto da pandemia de Covid-19, sem associação com pior desempenho financeiro; trabalho foi publicado na revista científica BMC Health Services Research.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="user-message-1-MsoNormal">Manter padrões elevados de qualidade assistencial enquanto uma rede hospitalar cresce rapidamente é um dos maiores desafios da gestão em saúde. Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto D&#8217;Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), em colaboração com a Rede D&#8217;Or, mostra que um modelo de governança clínica unificada foi capaz de sustentar melhorias consistentes em diversos indicadores de segurança do paciente ao longo de nove anos, mesmo durante a expansão da rede hospitalar e o período mais crítico da pandemia de Covid-19. Publicada na revista científica BMC Health Services Research, a pesquisa também demonstrou que esses avanços ocorreram sem associação consistente com pior desempenho financeiro das instituições.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">Publicada na BMC Health Services Research, a pesquisa representa uma das mais abrangentes análises longitudinais já realizadas sobre governança clínica em uma grande rede hospitalar de um país de renda média.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">O estudo acompanhou a evolução de indicadores assistenciais em 57 hospitais gerais de alta complexidade distribuídos pelas cinco regiões brasileiras entre 2016 e 2024. Durante esse período, a Rede D&#8217;Or mais que dobrou o número de hospitais analisados, passando de 25 para 57 unidades incorporadas progressivamente ao sistema. Ainda assim, os pesquisadores observaram melhora ou estabilidade na maior parte dos indicadores avaliados, sugerindo que a padronização de processos assistenciais e o acompanhamento sistemático dos resultados podem contribuir para preservar a qualidade do cuidado mesmo em organizações hospitalares de grande porte.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">Embora hospitais monitorem rotineiramente indicadores relacionados à segurança do paciente, ainda são raros estudos capazes de demonstrar, ao longo de quase uma década, como um modelo único de governança clínica influencia a evolução da qualidade assistencial em uma grande rede hospitalar, especialmente em países de renda média como o Brasil. Segundo os autores, essa é justamente uma das principais contribuições da pesquisa: oferecer evidências longitudinais sobre a capacidade de uma estrutura padronizada de gestão clínica sustentar melhorias contínuas em diferentes hospitais, mesmo diante de mudanças organizacionais e de eventos extremos, como a pandemia.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">Na prática, a governança clínica reúne um conjunto de estratégias destinadas a garantir que o cuidado prestado aos pacientes seja seguro, padronizado e baseado nas melhores evidências científicas disponíveis. Entre essas ações estão protocolos assistenciais comuns a toda a rede, auditorias periódicas, monitoramento contínuo de indicadores, fortalecimento dos Núcleos de Segurança do Paciente, programas permanentes de capacitação, reuniões mensais para comparação de resultados entre hospitais e compartilhamento sistemático de boas práticas.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">&#8220;Existe uma diferença substancial entre gerenciar um número limitado de hospitais e manter consistência de qualidade técnica em uma rede com 79 unidades. Escalar sem perder qualidade é um dos maiores desafios da saúde&#8221;, afirma Helidea Lima, pesquisadora do IDOR e diretora de Qualidade Assistencial da Rede D&#8217;Or.</p>
<p class="user-message-1-MsoNormal">Foi justamente a capacidade desse modelo de manter a qualidade ao longo do tempo que os pesquisadores decidiram investigar. Para isso, analisaram dez indicadores amplamente utilizados para medir segurança do paciente e qualidade assistencial, incluindo mortalidade cirúrgica, infecções relacionadas à assistência, quedas de pacientes internados, lesões por pressão, rapidez na administração de antibióticos em casos de sepse e o tempo necessário para realização de angioplastia em pacientes com infarto agudo do miocárdio. Além dos indicadores clínicos, o estudo avaliou se a evolução da qualidade esteve associada ao desempenho financeiro das instituições, medido por indicadores econômicos utilizados internacionalmente na gestão hospitalar.</p>
<p><strong>Melhorias consistentes em diferentes indicadores de segurança do paciente</strong></p>
<p>Ao longo dos nove anos analisados, a maior parte dos indicadores apresentou evolução favorável. Os pesquisadores observaram redução das infecções primárias da corrente sanguínea associadas ao uso de cateter venoso central, das infecções do trato urinário relacionadas ao uso de cateter vesical, das lesões por pressão e das quedas de pacientes internados. Também houve aumento da proporção de pacientes com sepse que receberam antibióticos na primeira hora após o reconhecimento da doença — um dos indicadores mais importantes para reduzir a mortalidade nesses casos — e diminuição do tempo entre a chegada ao hospital e a realização da angioplastia em pacientes com infarto agudo do miocárdio, procedimento cujo sucesso depende diretamente da rapidez do atendimento.</p>
<p>Embora alguns indicadores tenham permanecido estáveis ao longo da série histórica, nenhum apresentou piora consistente. Na avaliação dos autores, esse comportamento reforça a hipótese de que a combinação entre protocolos assistenciais padronizados, monitoramento sistemático, auditorias periódicas e acompanhamento permanente dos resultados contribuiu para consolidar uma cultura de melhoria contínua em toda a rede hospitalar.</p>
<p>&#8220;O ponto mais evidente e já refletido no título diz respeito à governança clínica unificada e à tendência dos indicadores de qualidade técnica ao longo do tempo. Observa-se, de forma consistente, uma melhora progressiva da maioria desses indicadores na série histórica analisada. Alguns permanecem estáveis, mas nenhum apresenta piora&#8221;, afirma Helidea.</p>
<p><strong>A pandemia colocou o modelo de gestão à prova</strong></p>
<p>O estudo também permitiu observar o comportamento dos indicadores antes, durante e após a pandemia de Covid-19, período que representou um dos maiores desafios já enfrentados pelos sistemas de saúde em todo o mundo. Em diversos países, hospitais registraram aumento de infecções relacionadas à assistência, sobrecarga das equipes, escassez de profissionais e dificuldades para manter protocolos assistenciais durante os momentos mais críticos da emergência sanitária.</p>
<p>Na Rede D&#8217;Or, alguns indicadores também sofreram impacto temporário nesse período. Houve aumento das infecções relacionadas à assistência e das lesões por pressão, comportamento semelhante ao observado internacionalmente. No entanto, após a fase mais aguda da pandemia, esses indicadores voltaram a apresentar tendência de melhora, retomando a trajetória observada antes de 2020.</p>
<p>Para os pesquisadores, esse resultado demonstra a capacidade de recuperação de programas estruturados de qualidade assistencial mesmo diante de situações extremas. Segundo o estudo, a existência de protocolos padronizados, auditorias permanentes, benchmarking entre hospitais, compartilhamento de boas práticas e acompanhamento sistemático dos indicadores contribuiu para preservar a cultura de segurança do paciente durante todo o período analisado.</p>
<p>Outro aspecto considerado relevante foi o crescimento da própria Rede D&#8217;Or ao longo da pesquisa. Enquanto novas unidades eram incorporadas ao grupo, os indicadores assistenciais mantiveram comportamento semelhante ao observado nos hospitais que já integravam a rede anteriormente. Na avaliação dos autores, isso sugere que um modelo estruturado de governança clínica pode facilitar a integração de novos hospitais, reduzindo diferenças assistenciais e acelerando a disseminação de padrões comuns de qualidade em organizações de grande porte.</p>
<p>Além da qualidade assistencial, os pesquisadores investigaram se o investimento contínuo em protocolos, auditorias, treinamento das equipes e monitoramento de indicadores poderia comprometer o desempenho financeiro das instituições. A análise não identificou associação consistente entre a melhora dos indicadores assistenciais e pior desempenho econômico ao longo do período estudado. Embora o desenho da pesquisa não permita estabelecer relações de causa e efeito, os resultados sugerem que investir em qualidade não significa, necessariamente, comprometer a sustentabilidade financeira dos hospitais.</p>
<p>&#8220;Considerando-se que houve evolução positiva da performance econômica ao longo do período analisado, é razoável inferir que a qualidade contribuiu para o fortalecimento global da organização&#8221;, pondera Helidea.</p>
<p>Além de acompanhar a evolução dos indicadores assistenciais, o estudo procurou responder a uma questão cada vez mais relevante para gestores hospitalares: é possível investir continuamente em qualidade sem comprometer a sustentabilidade econômica das instituições?</p>
<p>Segundo os pesquisadores, os resultados apontam que sim. Embora o estudo não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, a melhora sustentada dos indicadores assistenciais ocorreu paralelamente à evolução positiva do desempenho econômico da organização. Na avaliação dos autores, essa combinação reforça que programas estruturados de governança clínica podem contribuir para organizações mais eficientes, capazes de ampliar a segurança do paciente sem abrir mão da sustentabilidade.</p>
<p>Para Helidea, o principal legado da pesquisa vai além da evolução individual dos indicadores.</p>
<p>&#8220;Assim, mais do que apresentar resultados isolados, este estudo oferece uma análise histórica consistente da trajetória da Rede D&#8217;Or: sua consolidação, expansão, enfrentamento de desafios críticos e entrega sustentada de resultados de qualidade técnica, o que repercute necessariamente em melhores desfechos aos pacientes atendidos&#8221;, conclui.</p>
<p>Segundo Leandro Reis Tavares, vice-presidente executivo da Rede D&#8217;Or São Luiz, o estudo reforça que qualidade assistencial deve fazer parte da estratégia de crescimento de qualquer organização de saúde.</p>
<p>&#8220;Expandir uma rede hospitalar preservando padrões assistenciais elevados exige planejamento, monitoramento permanente e uma cultura organizacional voltada para a melhoria contínua. Este estudo demonstra que investir em governança clínica, protocolos baseados em evidências e acompanhamento sistemático dos indicadores é fundamental para fortalecer a segurança do paciente e garantir a sustentabilidade da organização.&#8221;</p>
<p>Os autores destacam que novas pesquisas poderão identificar quais componentes da governança clínica exercem maior influência sobre a evolução dos indicadores assistenciais, além de avaliar se estratégias semelhantes produzem resultados comparáveis em hospitais públicos, instituições filantrópicas e outras redes hospitalares, no Brasil e em diferentes países.</p>
<p>Para os autores, o trabalho amplia as evidências de que modelos estruturados de gestão clínica, baseados em padronização de processos, monitoramento contínuo dos resultados e disseminação de boas práticas, podem sustentar melhorias permanentes na qualidade da assistência mesmo em cenários de expansão organizacional e diante de crises sanitárias de grande magnitude.</p>
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		<title>Inclusão, saúde mental e riscos psicossociais no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as atualizações relacionadas à NR-1 e o fortalecimento das discussões sobre saúde ocupacional, organizações passaram a observar com mais atenção como fatores organizacionais e relacionais impactam diretamente o bem-estar emocional dos profissionais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/InclusOo-nOo-U-benefYcio-U-gestOo-de-risco-psicossocial.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-130237" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/InclusOo-nOo-U-benefYcio-U-gestOo-de-risco-psicossocial-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/InclusOo-nOo-U-benefYcio-U-gestOo-de-risco-psicossocial-300x169.jpg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/InclusOo-nOo-U-benefYcio-U-gestOo-de-risco-psicossocial-150x84.jpg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/InclusOo-nOo-U-benefYcio-U-gestOo-de-risco-psicossocial.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A discussão sobre <a href="https://beecorp.com.br/solucao/saude-mental/" target="_blank" rel="noopener">saúde mental</a> no ambiente corporativo vem ampliando o olhar das empresas para fatores que vão além da produtividade. Entre os temas que ganharam relevância nos últimos anos está a relação entre inclusão, segurança psicológica e prevenção de riscos psicossociais no trabalho.</p>
<p>Com as atualizações relacionadas à NR-1 e o fortalecimento das discussões sobre saúde ocupacional, organizações passaram a observar com mais atenção como fatores organizacionais e relacionais impactam diretamente o bem-estar emocional dos profissionais.</p>
<p>Nesse contexto, ambientes marcados por exclusão, discriminação, ausência de acolhimento ou insegurança psicológica podem contribuir para o aumento do estresse, do sofrimento emocional e do adoecimento mental. Temas ligados à NR-1 também vêm reforçando a importância de identificar fatores psicossociais presentes na rotina organizacional e seus impactos no absenteísmo e na saúde emocional dos colaboradores.</p>
<h2>O que são riscos psicossociais?</h2>
<p>Os <a href="https://beecorp.com.br/materiais-ricos/kit-de-conteudos-riscos-psicossociais/" target="_blank" rel="noopener">riscos psicossociais</a> estão relacionados às condições organizacionais capazes de afetar a saúde emocional, mental e social dos trabalhadores. Entre os principais fatores estão pressão excessiva, jornadas desgastantes, assédio, conflitos interpessoais, falta de suporte e ambientes de trabalho excludentes.</p>
<p>Na prática, quando profissionais não se sentem respeitados ou pertencentes ao ambiente corporativo, aumentam as chances de desengajamento, ansiedade, estresse crônico e adoecimento emocional.</p>
<p>Esse cenário pode ser ainda mais sensível para grupos historicamente minorizados, como pessoas trans, pessoas com deficiência, mulheres, profissionais 50+ e grupos racializados. A ausência de uma cultura inclusiva impacta tanto a experiência individual quanto o clima organizacional e a qualidade das relações de trabalho.</p>
<h2>Os impactos organizacionais</h2>
<p>Os efeitos de ambientes pouco inclusivos ultrapassam questões reputacionais. Empresas que negligenciam fatores ligados à saúde emocional e à inclusão podem enfrentar impactos como aumento do absenteísmo, maior rotatividade, queda de produtividade e aumento de afastamentos relacionados à saúde mental.</p>
<p>Além disso, cresce a necessidade de desenvolver ambientes psicologicamente seguros, capazes de favorecer relações mais saudáveis e sustentáveis no trabalho.</p>
<h2>Inclusão como estratégia de prevenção</h2>
<p>Promover inclusão no ambiente corporativo vai além de ações pontuais. Na prática, significa desenvolver culturas organizacionais capazes de oferecer segurança psicológica, respeito às individualidades e condições adequadas para que diferentes profissionais possam atuar de forma saudável e sustentável ao longo do tempo.</p>
<p>Quando o tema é saúde mental e riscos psicossociais, medidas isoladas tendem a ter impacto limitado. Por isso, cresce a importância de estratégias contínuas de prevenção, acompanhamento e gestão dos fatores que influenciam o bem-estar emocional dos colaboradores.</p>
<p>Nesse contexto, organizações também vêm ampliando o olhar para iniciativas relacionadas à gestão contínua da saúde corporativa, entendendo que o cuidado com os colaboradores depende de ações estruturadas e acompanhamento constante. A BeeCorp atua nesse cenário com estratégias voltadas à saúde ocupacional, saúde mental, bem-estar e gestão da saúde nas empresas.</p>
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		<title>Saúde financeira entra no radar das empresas após impacto direto em afastamentos emocionais</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/saude-financeira-entra-no-radar-das-empresas-apos-impacto-direto-em-afastamentos-emocionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:24:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caso apresentado na Hospitalar 2026 mostrou redução de afastamentos emocionais, queda no absenteísmo e impacto milionário após empresa identificar alto índice de endividamento entre colaboradores.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43.jpeg"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-130240" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43-300x225.jpeg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43-1024x768.jpeg 1024w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43-150x113.jpeg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43-768x576.jpeg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-21-at-12.32.43.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Durante a Hospitalar 2026, um case apresentado no estande da Milmedic e do Grupo IBES chamou atenção ao relacionar diretamente endividamento, saúde mental e impacto operacional dentro das empresas. A apresentação foi conduzida por Tania Machado, CEO do movimento Somos Longevos, dentro do eixo “Pessoas, Inovação e Tecnologia”.</p>
<p>O estudo revelou que, em uma empresa brasileira da área da saúde, quase metade dos colaboradores enfrentava algum nível de endividamento. O diagnóstico interno mostrou que 45% dos profissionais estavam endividados e outros 12% já viviam situação de superendividamento.</p>
<p>O sinal de alerta apareceu quando a empresa começou a registrar aumento simultâneo de absenteísmo, presenteísmo, quando o profissional está presente, mas sem conseguir manter foco e rendimento, afastamentos emocionais e queda de produtividade.</p>
<p>Tania Machado explicou que o peso financeiro já chegava junto com o colaborador ao ambiente de trabalho: “Muitas pessoas chegam emocionalmente esgotadas. A cabeça está na dívida, na cobrança, no empréstimo. O colaborador está presente fisicamente, mas mentalmente consumido pelo problema financeiro.”</p>
<p>O levantamento envolveu aproximadamente 1.500 colaboradores, além de 500 terceiros e 300 médicos. A análise também identificou aumento recorrente de pedidos de adiantamento salarial, empréstimos consignados e solicitações de aumento motivadas por desorganização financeira pessoal.</p>
<p>A partir desses resultados, a empresa implantou o Projeto Longevidade Financeira, com ações de educação financeira, terapia financeira, apoio emocional preventivo, workshops e acompanhamento individual de profissionais considerados em situação crítica.</p>
<p>A empresa também passou a oferecer conteúdos e ferramentas voltados à organização financeira e à prevenção do superendividamento.</p>
<p>Ao longo da apresentação, Tania destacou que o impacto financeiro começou a aparecer diretamente no comportamento das equipes e nos indicadores operacionais da empresa: “Quando a pessoa perde o controle financeiro, ela perde foco, toma decisões sob estresse, reduz produtividade e começa a adoecer emocionalmente. Em muitos casos, isso acaba refletindo inclusive no aumento da utilização de recursos assistenciais.”</p>
<p>Depois da implantação do projeto, a empresa registrou redução estimada de 18% no absenteísmo e queda de 22% nos afastamentos emocionais.</p>
<p>Os reflexos também apareceram nos custos da operação. A estimativa interna aponta economia anual de aproximadamente R$ 420 mil relacionada à redução do absenteísmo. Já a diminuição dos afastamentos emocionais representou impacto estimado de R$ 680 mil ao ano em custos assistenciais, substituições e perdas operacionais.</p>
<p>O estudo ainda identificou ganho estimado de produtividade entre 9% e 12%, associado à redução do presenteísmo e ao aumento da estabilidade emocional das equipes. Com isso, o impacto indireto calculado pela empresa chega a aproximadamente R$ 1,2 milhão ao ano.</p>
<p>Outro ponto que chamou atenção durante a apresentação foi o fato de que o problema financeiro atravessava diferentes perfis profissionais dentro da organização.</p>
<p>Na avaliação de Tania Machado: “A questão financeira não aparecia apenas entre profissionais de baixa renda. Ela atravessava diferentes níveis da organização, inclusive profissionais altamente qualificados e lideranças.”</p>
<p>O tema vem ganhando espaço dentro das empresas após as atualizações da NR-1 e o avanço das discussões sobre riscos psicossociais no ambiente corporativo.</p>
<p>Dados apresentados pelo movimento Somos Longevos mostram que 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas e que, em média, cerca de 30% da renda familiar está comprometida com dívidas.</p>
<p>Para o movimento, profissionais sob pressão financeira tendem a utilizar mais recursos assistenciais, aderir menos a programas preventivos e apresentar maior risco de afastamentos relacionados à saúde mental. O impacto começa a atingir diretamente indicadores ligados à sustentabilidade das operações de saúde, incluindo retenção de profissionais, inadimplência, sinistralidade e custos assistenciais.</p>
<p>Tania Machado afirmou que, durante muitos anos, as empresas concentraram esforços apenas na gestão dos efeitos do adoecimento emocional, sem aprofundar a discussão sobre o que estava na origem desse desgaste.</p>
<p>Para a executiva: “Durante muito tempo, as empresas olharam para ansiedade, burnout e afastamentos como problemas isolados do ambiente de trabalho. Agora começa a ficar mais claro que, muitas vezes, o adoecimento já chega junto com o colaborador. A pressão financeira virou um fator silencioso de impacto emocional, produtividade e sustentabilidade dentro das organizações.”</p>
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		<title>Medicina de Família avança como modelo estratégico de cuidado contínuo em Blumenau</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/medicina-de-familia-avanca-como-modelo-estrategico-de-cuidado-continuo-em-blumenau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 18:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialidade centrada na prevenção e no acompanhamento ao longo da vida melhora indicadores de saúde, reduz internações evitáveis e amplia a resolutividade da atenção primária.</p>
<p>O post <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/medicina-de-familia-avanca-como-modelo-estrategico-de-cuidado-continuo-em-blumenau/">Medicina de Família avança como modelo estratégico de cuidado contínuo em Blumenau</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br">HOSPITAIS BRASIL</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p id="user-message-1-isPasted" dir="ltr"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Canva-Pro.png"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-130135" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Canva-Pro-300x200.png" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Canva-Pro-300x200.png 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Canva-Pro-150x100.png 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Canva-Pro.png 580w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A Medicina de Família e Comunidade se consolida como um dos principais modelos para qualificar o cuidado em saúde em Blumenau, ao integrar prevenção, acompanhamento contínuo e coordenação do atendimento. Base de sistemas de saúde mais eficientes em diversos países, a especialidade tem impacto direto na qualidade do cuidado, na redução de internações evitáveis e na racionalização dos custos assistenciais.</p>
<p dir="ltr">Na prática, o médico de família atua como referência ao longo da vida do paciente. Diferentemente de especialidades focadas em órgãos ou doenças específicas, acompanha a trajetória de saúde de forma contínua, considerando histórico clínico, hábitos, contexto social e dinâmica familiar. Também coordena o cuidado entre diferentes profissionais e especialidades, evitando decisões desconectadas e repetição desnecessária de exames e procedimentos.</p>
<p dir="ltr">Os resultados desse modelo já aparecem em estudos nacionais e internacionais. Pesquisas publicadas em periódicos como o BMJ Open apontam que a continuidade do cuidado na atenção primária pode reduzir em até 16% as hospitalizações e em cerca de 14% os custos assistenciais. No Brasil, análises da Estratégia Saúde da Família associam a presença de médicos de família à redução de aproximadamente 12% das internações por condições sensíveis à atenção básica.</p>
<p dir="ltr">Em Blumenau, a especialidade ganha expressão na atuação do médico de família e comunidade Eduardo Trevizoli Justo, que atua no sistema público e se tornou o primeiro cooperado da especialidade na Unimed local. Atualmente, ele acompanha cerca de 3.470 pessoas adscritas à unidade de saúde, o equivalente a aproximadamente 800 famílias sob cuidado longitudinal na Atenção Primária.</p>
<p dir="ltr">A rotina inclui uma média de 370 atendimentos mensais e cerca de duas visitas domiciliares por semana, além do acompanhamento ativo de 694 pacientes hipertensos, 312 diabéticos e 11 gestantes. O trabalho envolve desde atendimentos clínicos e acompanhamento de doenças crônicas até visitas domiciliares e ações preventivas voltadas à comunidade.</p>
<p dir="ltr">Segundo o médico, uma das principais mudanças percebidas na unidade está na relação entre equipe e pacientes. &#8220;Os relatos mais frequentes são: &#8216;o médico escuta a gente&#8217;, &#8216;ele resolve&#8217;, &#8216;olha no olho&#8217;, &#8216;deixa a gente falar&#8217;. Percebe-se melhora importante no acolhimento, no vínculo e na confiança da população com a equipe. A proposta de cuidado longitudinal e centrado na pessoa aumentou a sensação de segurança e pertencimento dos pacientes na unidade&#8221;, afirma.</p>
<p dir="ltr">Outro impacto aparece na resolutividade da atenção primária. Desde a mudança para a atual unidade, foram realizados 427 atendimentos médicos, com necessidade de apenas 41 encaminhamentos para outras especialidades, uma taxa de resolutividade superior a 90% dentro da própria atenção básica.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Além da redução quantitativa dos encaminhamentos, houve melhora na qualidade e assertividade das referências, com encaminhamentos mais bem estruturados, contendo hipóteses diagnósticas, exames prévios e critérios clínicos mais definidos&#8221;, destaca.</p>
<p dir="ltr">Além dos ganhos assistenciais, o modelo também chama atenção pelo impacto econômico. Ao reduzir internações evitáveis, exames desnecessários e atendimentos de urgência, que concentram os maiores custos do sistema, a Medicina de Família fortalece a prevenção e melhora o uso de recursos tanto na rede pública quanto na saúde suplementar.</p>
<p dir="ltr">Experiências em cidades como Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre já demonstram resultados consistentes, com redução de internações evitáveis e melhora nos indicadores de doenças crônicas a partir da consolidação da atenção primária.</p>
<p dir="ltr">Em um cenário marcado pelo envelhecimento populacional e pelo crescimento de doenças como diabetes tipo 2 e hipertensão arterial, a Medicina de Família e Comunidade avança como um modelo capaz de unir eficiência, vínculo e continuidade elementos cada vez mais estratégicos para o futuro da saúde.</p>
<p><strong>O que muda para o paciente</strong></p>
<p dir="ltr">Com um médico de família como referência contínua, o paciente passa a ter seu histórico acompanhado ao longo do tempo, o que reduz erros, evita exames repetidos e melhora a precisão dos diagnósticos. Há maior controle de doenças crônicas, mais adesão aos tratamentos e menos orientações conflitantes entre especialistas. O foco na prevenção diminui internações evitáveis e a necessidade de atendimentos de urgência. Na prática, o cuidado deixa de ser episódico e passa a ser contínuo, com mais segurança, vínculo e qualidade de vida.</p>
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		<title>Artigo &#8211; Humanização no centro cirúrgico é obrigação e não diferencial na prática médica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 19:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um ambiente marcado por alta tecnologia, decisões rápidas e protocolos rigorosos, o centro cirúrgico não pode perder de vista o que realmente sustenta a prática médica: o cuidado centrado na pessoa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um ambiente marcado por alta tecnologia, decisões rápidas e protocolos rigorosos, o centro cirúrgico não pode perder de vista o que realmente sustenta a prática médica: o cuidado centrado na pessoa. Mesmo inconsciente, o paciente não deixa de ser alguém com história, relações, valores e dignidade. Reconhecer isso é o ponto de partida para uma atuação verdadeiramente responsável.</p>
<p>A excelência técnica, embora indispensável, já não é suficiente para definir a qualidade da assistência. Equipamentos modernos, processos bem estruturados e equipes capacitadas representam o padrão esperado. O que diferencia a prática está na capacidade de incorporar a dimensão humana a esse cenário, garantindo que o cuidado não se limite ao aspecto operacional, mas alcance também a experiência do paciente.</p>
<p>Essa abordagem se concretiza em atitudes que fazem diferença ao longo de toda a jornada cirúrgica. O acolhimento no pré-operatório, a comunicação clara e acessível, o respeito à individualidade e a atenção aos detalhes são elementos que contribuem para uma assistência mais completa. Desde a forma como o paciente é chamado até a consideração por suas crenças e necessidades, cada interação ajuda a construir um ambiente mais seguro e respeitoso.</p>
<p>O papel das equipes multiprofissionais é central nesse processo. No caso da anestesiologia, há uma responsabilidade que vai além do controle clínico. O anestesiologista acompanha o paciente em um dos momentos de maior vulnerabilidade e, por isso, tem a oportunidade de estabelecer um vínculo baseado em escuta, orientação e confiança. Explicar procedimentos de forma clara e simples, acolher dúvidas e transmitir segurança são atitudes que impactam diretamente a percepção do cuidado.</p>
<p>Mesmo durante o período em que o paciente está sedado, a humanização não se interrompe. A atenção à posição do corpo, à proteção da pele, ao manejo adequado da dor e à condução responsável no pós-operatório refletem um compromisso contínuo com a integridade do paciente. São práticas muitas vezes discretas, mas que revelam um padrão de atenção que vai além da técnica.</p>
<p>Em um sistema de saúde cada vez mais orientado por indicadores e metas, é necessário reforçar que resultados consistentes dependem também da credibilidade. Essa confiança não se constrói apenas com eficiência, mas com a percepção de que há um cuidado genuíno envolvido em cada etapa. Humanizar o centro cirúrgico é reconhecer que, mesmo sem consciência, o paciente segue confiando sua vida à equipe que o assiste. E essa responsabilidade exige não apenas qualificação, mas sensibilidade, ética e compromisso real com o cuidado.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Dr. Jorge Luiz Andrade</strong> é anestesiologista e vice-presidente da Unimed Nova Iguaçu</em></p>
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		<title>Hospitais precisam ampliar sofisticação econômica para competir em modelos orientados a risco, custo e desfecho, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 19:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança no modelo de remuneração aumenta risco para instituições e exige nova forma de gestão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-130149" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO-300x200.jpg 300w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO-150x100.jpg 150w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO-768x512.jpg 768w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/8MTZ6Y2YklzNjpjci5SbvNmLhJ3b0lGZlRWZtlGbiVHcAFmepVHb6EzM3UDM2MTO0ozZwpmL1UTMxczNxQDMyYkMlQDMy8Gd1FmRyUCN0YTMx8VL1ETLf9VLwITLfpDO.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O modelo hospitalar brasileiro passa por uma transformação relevante. Estudo da ADVISIA OC&amp;C Strategy Consultants aponta que o setor avança para uma lógica em que o foco se desloca do volume assistencial para a gestão integrada de risco, custo e desfecho.</p>
<p>Essa mudança aparece em diferentes níveis de maturidade. Modelos baseados em pacotes já são comuns no Brasil, especialmente em procedimentos com maior previsibilidade clínica e operacional. Já formatos com remuneração vinculada a desfechos, performance ou maior compartilhamento de risco ainda estão em estágio inicial e exigem sofisticação significativamente maior.</p>
<p>Na prática, isso altera profundamente a forma como as instituições operam. Esses modelos demandam rastreabilidade de custos por linha de serviço, especialidade e episódio assistencial. Também exigem protocolos clínicos consistentes, indicadores de qualidade, governança médica e maior capacidade de acompanhar a jornada do paciente antes, durante e depois da internação.</p>
<p>&#8220;O avanço dos modelos baseados em valor exige uma relação mais sofisticada entre hospitais e fontes pagadoras. Instituições que demonstram custo, qualidade e desfecho com consistência tendem a ganhar relevância nas redes assistenciais e maior poder de negociação&#8221;, afirma Marcio Fernandes, sócio da ADVISIA OC&amp;C Strategy Consultants.</p>
<p>Outro vetor relevante é a reconfiguração do modelo assistencial. A migração de procedimentos para formatos ambulatoriais e day hospital reduz a permanência média e muda a lógica de utilização de recursos críticos. Esse movimento aumenta a importância da gestão dinâmica de leitos, centros cirúrgicos, equipes, insumos e ativos de alta complexidade.</p>
<p>O estudo também aponta que o monitoramento remoto e a extensão da jornada assistencial ampliam a responsabilidade dos hospitais sobre continuidade do cuidado. Com pacientes mais complexos e maior prevalência de doenças crônicas, protocolos clínicos orientados por custo e desfecho tornam-se instrumentos relevantes para reduzir variabilidade e preservar qualidade.</p>
<p>Segundo Márcio, a transição exige maior integração entre governança médica e desempenho econômico. &#8220;A sustentabilidade desse modelo depende de uma governança que conecte decisão clínica, produtividade e impacto econômico. Esse alinhamento reduz variabilidade, fortalece protocolos e cria condições mais robustas para contratos com maior compartilhamento de risco&#8221;, diz.</p>
<p>A transformação também afeta o posicionamento competitivo. Em um setor com maior concentração, verticalização e sofisticação contratual, hospitais precisam demonstrar com mais clareza sua proposta de valor para fontes pagadoras, médicos e pacientes. A capacidade de combinar qualidade assistencial, eficiência operacional, gestão profissional e relacionamento comercial torna-se decisiva para preservar relevância e rentabilidade.</p>
<p>Entre as alavancas apontadas pela ADVISIA OC&amp;C estão a gestão da jornada assistencial, com maior coordenação entre internação, alta e continuidade do cuidado; a padronização de protocolos clínicos e materiais para reduzir variabilidade; a governança médica orientada por qualidade, produtividade e desfecho; o uso mais eficiente de leitos, centros cirúrgicos e ativos críticos; e a integração de indicadores clínicos e financeiros para apoiar decisões sobre contratos, linhas de cuidado e posicionamento.</p>
<p>Nesse cenário, eficiência hospitalar, disciplina econômica e maturidade assistencial tornam-se essenciais para instituições que buscam competir em um setor com maior pressão contratual, crescente compartilhamento de risco e valorização de resultados mensuráveis.</p>
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		<title>Hospital Evangélico de Belo Horizonte recebe prêmio nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, a instituição filantrópica atende majoritariamente pacientes do SUS, que representam 75% da assistência, além de convênios e atendimentos particulares, incluindo, entre outros, a Unimed Belo Horizonte (Unimed-BH).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_130047" aria-describedby="caption-attachment-130047" style="width: 225px" class="wp-caption alignright"><a href="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vice-presidente-do-Hospital-Evangelico-de-Belo-Horizonte-Erasmo-Borja-Sobrinho-e-a-diretora-corporativa-do-Hospital-Evangelico-de-BH-Suely-Cristina-de-Souza.-Divulgacao-HE.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-130047" src="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vice-presidente-do-Hospital-Evangelico-de-Belo-Horizonte-Erasmo-Borja-Sobrinho-e-a-diretora-corporativa-do-Hospital-Evangelico-de-BH-Suely-Cristina-de-Souza.-Divulgacao-HE-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vice-presidente-do-Hospital-Evangelico-de-Belo-Horizonte-Erasmo-Borja-Sobrinho-e-a-diretora-corporativa-do-Hospital-Evangelico-de-BH-Suely-Cristina-de-Souza.-Divulgacao-HE-225x300.jpg 225w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vice-presidente-do-Hospital-Evangelico-de-Belo-Horizonte-Erasmo-Borja-Sobrinho-e-a-diretora-corporativa-do-Hospital-Evangelico-de-BH-Suely-Cristina-de-Souza.-Divulgacao-HE-112x150.jpg 112w, https://portalhospitaisbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Vice-presidente-do-Hospital-Evangelico-de-Belo-Horizonte-Erasmo-Borja-Sobrinho-e-a-diretora-corporativa-do-Hospital-Evangelico-de-BH-Suely-Cristina-de-Souza.-Divulgacao-HE.jpg 655w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-130047" class="wp-caption-text">O vice-presidente do Hospital Evangélico de Belo Horizonte, Erasmo Borja Sobrinho, e diretora corporativa, Suely Cristina de Souza na cerimônia de premiação do Prêmio Líderes Valor Saúde 2026 &#8211; Crédito: Divulgação/HE</figcaption></figure>
<p style="font-weight: 400;">O Hospital Evangélico de Belo Horizonte (MG) inicia as comemorações dos seus 80 anos de fundação com o segundo Prêmio Líderes Valor Saúde 2026, na categoria Linha de Cuidados – Pneumonia, por seu desempenho assistencial positivo no atendimento de pacientes internados na instituição filantrópica durante o exercício de 2025. Esta doença respiratória é uma das mais prevalentes em todo o mundo e acomete principalmente crianças, idosos e pessoas que têm a imunidade baixa.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;Receber este prêmio pela segunda vez reforça o posicionamento do Hospital Evangélico de Belo Horizonte como uma instituição altamente qualificada na assistência aos pacientes, com excelência na linha de cuidado em pneumologia. Esse reconhecimento evidencia nossa capacidade de gerar valor em saúde, por meio de uma assistência segura, eficiente e centrada no paciente, tanto para os atendimentos provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da nossa rede conveniada. Vale destacar que, na edição anterior, também fomos reconhecidos na linha de cuidado de cirurgias uterinas não neoplásicas, o que reforça a consistência dos nossos resultados assistenciais em diferentes especialidades&#8221;, destaca a diretora corporativa, Suely Cristina de Souza.</p>
<p style="font-weight: 400;">Atualmente, a instituição filantrópica atende majoritariamente pacientes do SUS, que representam 75% da assistência, além de convênios e atendimentos particulares, incluindo, entre outros, a Unimed Belo Horizonte (Unimed-BH).</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>Premiação</strong></b></p>
<p style="font-weight: 400;">Ampliada para o cenário nacional neste ano, a premiação promovida pelo Grupo IAG Saúde com curadoria da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e do International Consortium for Health Outcomes Measurement (ICHOM) também reconheceu o trabalho de outros 95 hospitais brasileiros nas categorias Linhas de Cuidado, Boas Práticas, Institucional, Hospital Líder, Operadora Líder e Impacto Social, a partir da análise das métricas de atendimento, bem como dos resultados obtidos (baixa mortalidade).  A premiação analisou os resultados de 587 hospitais com mais de 100 leitos, 201 operadoras de planos de saúde e, ainda, dois Estados SUS, Minas Gerais e Espírito Santo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o presidente do Grupo IAG Saúde, Renato Couto, &#8220;o reconhecimento dessas instituições mostra um avanço importante na forma como o setor tem olhado para a qualidade do cuidado, considerando não apenas o volume de atendimentos, mas os resultados gerados para o paciente. A entrega de valor em <i><em>saúde</em></i> ainda é um desafio, mas já há iniciativas consistentes que apontam para um modelo mais eficiente e sustentável, sem perder o foco no cuidado&#8221;, conclui.</p>
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		<item>
		<title>Maternidade Brasília mantém liderança por 6 anos consecutivos no número de nascidos vivos no Distrito Federal</title>
		<link>https://portalhospitaisbrasil.com.br/maternidade-brasilia-mantem-lideranca-por-6-anos-consecutivos-no-numero-de-nascidos-vivos-no-distrito-federal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com dados de 2025 do Portal Infosaúde, de Informações e Transparência em Saúde do DF, a unidade registrou 4.417 nascimentos, reafirmando o protagonismo e a confiança das famílias da região desde 2020.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A Maternidade Brasília, da Rede Américas, segunda maior rede de hospitais do Brasil, consolida sua liderança no número de nascidos vivos entre os estabelecimentos de saúde públicos e privados do Distrito Federal. De acordo com dados de 2025 do Portal Infosaúde, de Informações e Transparência em Saúde do DF, a unidade registrou 4.417 nascimentos, reafirmando o protagonismo e a confiança das famílias da região desde 2020.</div>
<div></div>
<div>O Info Saúde aponta uma grande vantagem da Maternidade em relação ao segundo hospital privado, que aparece em 11º e contabilizou 2.059 nascidos vivos em 2025. &#8220;Esse resultado reforça o nosso compromisso com a excelência no cuidado materno-infantil e demonstra a confiança que as famílias depositam em nosso trabalho. Liderar o número de nascidos vivos na região não é apenas um indicador de volume, mas, sobretudo, de qualidade assistencial, segurança e acolhimento&#8221;, afirma Júlio Mott, diretor-geral da Maternidade Brasília.</div>
<div></div>
<div>Entre os diferenciais que sustentam esse reconhecimento estão a estrutura dedicada, o corpo clínico altamente especializado e a assistência multidisciplinar. A unidade dispõe de UTI materna e neonatal, banco de leite humano e acompanhamento com enfermeira obstétrica em modelo 1:1, garantindo suporte contínuo e individualizado às pacientes.</div>
<div></div>
<div>A maternidade também investe em tecnologia e segurança, com recursos como pulseiras inteligentes de monitoramento pareada às das mães, ativando um sistema de monitoramento em tempo real que acompanha cada deslocamento até o momento da alta. Além disso, dispõe de serviços complementares como fisioterapia pélvica, reforçando o cuidado integral em todas as fases da gestação, parto e pós-parto.</div>
<div></div>
<div>Combinando alta complexidade, inovação e acolhimento, a Maternidade Brasília consolida seu posicionamento como referência exclusiva em cuidado materno-infantil no Distrito Federal, liderando não apenas em número de nascimentos, mas também em qualidade assistencial e experiência das famílias.</div>
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		<title>Rede Santa Catarina consolida excelência em terapia intensiva com UTIs reconhecidas nacionalmente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospitais da Instituição conquistam selos UTI Top Performer, UTI Cardiológica Top Performer e UTI Eficiente da AMIB/Epimed, com destaque para consistência de resultados clínicos e gestão assistencial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A Rede Santa Catarina ampliou, em 2026, seu reconhecimento nacional na área de terapia intensiva ao conquistar importantes certificações concedidas pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), em parceria com a Epimed Solutions. Cinco unidades foram destacadas nas categorias &#8220;UTI Top Performer 2026&#8221;, &#8220;UTI Cardiológica Top Performer 2026&#8221; e &#8220;UTI Eficiente 2026&#8221;.</p>
<p dir="ltr">As certificações são baseadas em indicadores robustos coletados ao longo de 2025, que avaliam desde desfechos clínicos, como mortalidade ajustada por risco, a eficiência na utilização de recursos e adesão a boas práticas assistenciais. O selo Top Performer é atribuído às UTIs com melhor desempenho global no País, enquanto o reconhecimento de UTI Eficiente destaca unidades que equilibram qualidade assistencial com gestão operacional.</p>
<p dir="ltr">Pelo quinto ano consecutivo, as UTIs Neurológica, Pediátrica e Multidisciplinar do Hospital Santa Catarina – Paulista foram reconhecidas como Top Performer. Já a UTI Cardiológica avançou da categoria &#8220;Eficiente&#8221; para &#8220;Top Performer&#8221;, indicando evolução consistente dos indicadores clínicos. Para o diretor geral, Rogério Quintela Pirotto, o reconhecimento reflete um trabalho que acontece diariamente, na rotina assistencial. &#8220;Quando olhamos nossos indicadores, estamos falando de decisões clínicas tomadas em minutos e de protocolos que precisam funcionar na prática. Esse resultado mostra que conseguimos transformar estrutura e tecnologia em cuidado efetivo e seguro, e isso só acontece com times muito bem-preparados e alinhados.&#8221;</p>
<p dir="ltr">No Rio de Janeiro, a Casa de Saúde São José também se destacou com o Selo UTI Cardiológica Top Performer 2026 pela segunda vez seguida, além do reconhecimento Top Performer nas UTIs Adulto 1 e 2, sendo a quinta certificação consecutiva da UTI 1. Para o diretor geral da Unidade, Renan Rezende, a recorrência do reconhecimento evidencia maturidade assistencial. &#8220;Conquistar o selo Top Performer em 100% das nossas UTIs é o reflexo direto da disciplina e da qualidade assistencial da Casa de Saúde São José. Esse resultado é mérito de um corpo clínico e de uma equipe de enfermagem altamente qualificados, que contam com processos de suporte robustos para garantir a segurança e um atendimento de qualidade para os pacientes. É esse compromisso diário que sustenta a nossa excelência e impulsiona a evolução permanente da instituição.&#8221;</p>
<p dir="ltr">Outros hospitais da Rede Santa Catarina também foram reconhecidos na categoria &#8220;UTI Eficiente 2026&#8221;: Hospital de Clínicas Nossa Senhora da Conceição (RJ), Hospital Regina (RS) e Hospital Santa Teresa (RJ), reforçando a padronização de boas práticas em diferentes regiões do país.</p>
<p dir="ltr">Para o diretor executivo de Saúde e Assistência da Rede Santa Catarina, Denilson de Santa Clara, os resultados refletem um modelo assistencial que equilibra padronização e autonomia clínica, sustentado por uma rotina consistente de qualificação das equipes e revisão contínua de protocolos. &#8220;Em um ambiente como a UTI, onde cada decisão impacta diretamente o desfecho do paciente, nosso foco é garantir um padrão sólido de qualidade e segurança em todas as unidades, sem abrir mão da capacidade das equipes de adaptar o cuidado à complexidade de cada caso. Esse tipo de resultado não vem de um momento específico, mas de um trabalho contínuo, que transforma processo em cultura e faz dos indicadores uma consequência direta do cuidado bem executado.&#8221;</p>
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		<title>Rede Américas alcança 90% de UTIs certificadas e fortalece qualidade e eficiência clínica na terapia intensiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 17:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospitais como Nove de Julho, Samaritano Higienópolis, São Lucas Coparabana e Hospital Brasília, apresentam UTIs certificadas, com desempenho clínico e eficiência operacional reconhecidos pela AMIB.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede Américas alcançou, em 2026, um marco expressivo na qualificação da assistência intensiva: 90% de suas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) avaliadas receberam certificação de excelência clínica e eficiência operacional, concedida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), com base nas matrizes de eficiência do sistema Epimed Monitor.</p>
<p>Do total de UTIs certificadas, cerca de 70% foram reconhecidas como Top Performer, selo máximo do programa, concedido exclusivamente às unidades que apresentam os melhores resultados clínicos, com baixa mortalidade ajustada à gravidade dos pacientes e uso eficiente dos recursos assistenciais.</p>
<p>Esse desempenho consolida a posição da Rede Américas, segunda maior rede hospitalar privada do país, como protagonista na qualificação da assistência hospitalar, com avanços consistentes em qualidade assistencial, segurança do paciente e eficiência operacional. Em relação ao ciclo anterior, o crescimento proporcional de UTIs certificadas, especialmente na categoria Top Performer, evidencia a maturidade crescente da gestão assistencial da rede.</p>
<p>Entre as categorias avaliadas, o maior destaque foi a classificação Top Performer Geral, na qual 75% das UTIs avaliadas da Rede Américas conquistaram o reconhecimento. Na especialidade cardiológica, 70% das UTIs foram certificadas como Top Performer Cardio, reforçando a excelência clínica também em áreas de alta complexidade. Já a categoria Eficiente, que reconhece unidades com desempenho assistencial sólido e gestão equilibrada de leitos, apresentou um crescimento percentual de 50% em relação ao último ano, refletindo o compromisso com a melhoria contínua dos processos e da qualidade assistencial.</p>
<p>“O avanço das certificações reflete um movimento consistente de amadurecimento da gestão hospitalar, com foco cada vez maior em desfechos clínicos, segurança do paciente e uso eficiente de recursos. Esse reconhecimento é resultado direto do trabalho das equipes e da adoção de protocolos assistenciais baseados em evidências”, afirma Carlos Loja, diretor médico da Rede Américas.</p>
<p>A análise regional reforça o protagonismo em diferentes regiões do país. Rio de Janeiro e São Paulo se consolidam como referências nacionais na Rede Américas em qualidade de UTIs, liderando em volume absoluto de certificações. O Rio de Janeiro ocupa a primeira posição, com 23 UTIs certificadas, seguido de São Paulo, com 21 reconhecimentos, ambos com forte presença na categoria Top Performer Geral, considerada uma das mais relevantes do levantamento.</p>
<p>O Distrito Federal também se destaca pelo alto nível de desempenho: das oito UTIs certificadas na região, sete conquistaram o selo Top Performer Geral, refletindo um elevado padrão de qualidade assistencial. Já os estados do Nordeste, como Bahia, Maranhão e Pernambuco, aparecem no levantamento com certificações tanto em desempenho geral quanto em especialidades, evidenciando a expansão da excelência assistencial para além dos grandes centros urbanos.</p>
<p>Os resultados reforçam a evolução contínua das UTIs da Rede Américas, impulsionada pela adoção de protocolos assistenciais mais rigorosos, investimentos em tecnologia e capacitação das equipes multidisciplinares. O avanço das certificações reafirma o compromisso da Rede Américas com melhores desfechos clínicos, maior segurança para os pacientes e uma gestão hospitalar cada vez mais eficiente e sustentável.</p>
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