Hospital Samaritano Barra amplia tecnologia em cirurgia robótica

O Hospital Samaritano Barra, da Rede Americas no Rio de Janeiro (RJ), segue ampliando suas alternativas tecnológicas. A instituição adquiriu um sistema inovador em robótica para artroplastia de joelho e quadril, o ROSA® Knee System, desenvolvido pela Zimmer Biomet. O sistema cirúrgico assistido por robô tem a finalidade de apoiar equipes médicas na execução de cirurgias de substituição total do joelho por próteses ortopédicas.

A unidade tem investido em tecnologia robótica, já fazendo uso do robô Da Vinci, ideal para cirurgias que envolvam grande detalhamento anatômico ou procedimentos cirúrgicos realizados em pequenos espaços e cavidades. Inicialmente o ROSA® será utilizado para cirurgias de artroplastias de joelho e posteriormente de quadril, sendo um importante fator de precisão e segurança.

“O investimento neste novo sistema aumenta a nossa expertise em cirurgia robótica, reforçando o compromisso da instituição na constante modernização da unidade”, destaca o diretor executivo do complexo Americas Medical City, Max Leventhal.

Com tecnologia e uso recentemente aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o ROSA® Knee é composto por uma plataforma robótica, com ferramentas de planejamento pré-operatório 3D e dados intraoperatórios em tempo real sobre tecidos moles e anatomia óssea, projetada para facilitar a precisão do corte ósseo e a análise de amplitude de movimento.

O sistema permite ter mais segurança ao realizar os procedimentos, intervindo em áreas exatas. Isso é possível pela precisão da tecnologia computacional e pelo perfeito posicionamento dos instrumentos cirúrgicos. Um aliado precioso para cirurgia de joelho, para colocação das próteses totais.

O ortopedista José Luiz Runco diz que toda a equipe de joelho está preparada para a cirurgia robótica e destaca os benefícios da operação de artroplastia primária com esta técnica. “A cirurgia robótica com o Rosa Knee tem obtido ótimos resultados à medida que há maior balanceamento nos cortes ósseos, e como a agressão cirúrgica é menor, o paciente pode se mobilizar mais rápido e o pós-operatório é menos doloroso para o paciente, diminuindo eventos como embolia, trombose e perda de massa muscular”, aponta.

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