Do consultório à gestão: empreendedorismo médico transforma a forma de fazer saúde
A decisão de abrir ou ampliar uma clínica exige mais do que conhecimento médico: envolve gestão, tecnologia, investimento e conexão com o mercado.
Principal revista e portal hospitalar do país.
A decisão de abrir ou ampliar uma clínica exige mais do que conhecimento médico: envolve gestão, tecnologia, investimento e conexão com o mercado.
Em um ambiente hospitalar, o erro raramente é apenas um indicador financeiro ruim. Ele custa vidas, esgota profissionais e destrói reputações.
Em entrevista master no São Paulo Expo, Paulo Moll abordará como disciplina na gestão, capacidade de investimento e inovação podem ampliar o acesso à qualidade técnica e assistencial.
Pesquisa conduzida pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), em colaboração com a Rede D’Or, acompanhou indicadores de segurança do paciente em 57 hospitais brasileiros entre 2016 e 2024 e mostra que melhorias ocorreram de forma consistente mesmo durante a expansão da rede e o impacto da pandemia de Covid-19, sem associação com pior desempenho financeiro; trabalho foi publicado na revista científica BMC Health Services Research.
Com as atualizações relacionadas à NR-1 e o fortalecimento das discussões sobre saúde ocupacional, organizações passaram a observar com mais atenção como fatores organizacionais e relacionais impactam diretamente o bem-estar emocional dos profissionais.
Caso apresentado na Hospitalar 2026 mostrou redução de afastamentos emocionais, queda no absenteísmo e impacto milionário após empresa identificar alto índice de endividamento entre colaboradores.
Especialidade centrada na prevenção e no acompanhamento ao longo da vida melhora indicadores de saúde, reduz internações evitáveis e amplia a resolutividade da atenção primária.
Em um ambiente marcado por alta tecnologia, decisões rápidas e protocolos rigorosos, o centro cirúrgico não pode perder de vista o que realmente sustenta a prática médica: o cuidado centrado na pessoa.
Mudança no modelo de remuneração aumenta risco para instituições e exige nova forma de gestão.
Atualmente, a instituição filantrópica atende majoritariamente pacientes do SUS, que representam 75% da assistência, além de convênios e atendimentos particulares, incluindo, entre outros, a Unimed Belo Horizonte (Unimed-BH).