Após ser diagnosticada com Sepse (infecção no sangue) e ser tratada por meio de eletroterapia, no qual obteve êxito, Daniela Lopez, diretora científica da Faculdade ESEC – Escola Superior de Estética e Cosmetologia, não perdeu tempo e iniciou pesquisas sobre a utilização da câmara de infravermelho longo IVL na recuperação de pacientes que tiveram Covid-19.
Durante os estudos, Daniela identificou que o aparelho emissor de terapia infravermelho longo ativa trilhões de células por minuto, eliminando ácido lático e toxinas, promovendo a melhora da circulação de oxigênio e aumento do sistema imunológico por oxigenação celular. Suas descobertas já foram testadas em 18 pacientes e os resultados obtidos por ela foram surpreendentes, como ela conta.
“Os pacientes foram submetidos a sessões de infravermelho longo e corrente galvânica durante 4 semanas, com tratamento sendo realizado 3 vezes por semana e duração de 50 minutos cada aplicação. Ao final da primeira aplicação, todos os pacientes sentiram melhora significativa de 50% do estado de debilitação no qual se encontrava, e após 7 dias da primeira aplicação, todos os pacientes se encontravam sem nenhum sintoma do covid-19”, contou
Sobre o tratamento, a cientista acrescenta que o método consiste no uso de correntes elétricas aplicados diretamente sobre a pele e o organismo será o condutor. “Os aparelhos de eletroterapia utilizam uma intensidade de corrente muito baixa, são miliamperes e microamperes”, explica. E Daniela também fala dos benefícios. ” Os raios infravermelhos longos oferecem a maioria dos benefícios de saúde, porque são capazes de penetrar de cinco a sete centímetros no corpo, aumentando suavemente a temperatura da superfície do corpo. A energia do raio infravermelho longo, ativada pelo calor, é absorvida pelas células humanas em um processo conhecido como “ressonância”, finalizou
