Unimed-BH apresenta trabalho de telemonitoramento de pacientes à Associação Norte-Americana de Cardiologia

Fernando Martins Biscione (Inteligência de Dados Unimed-BH), Sérgio Bersan (Superintendente de Atenção à Saude, Unimed-BH), professor Antônio Luiz Pinho Ribeiro (UFMG), Samuel Flam (ex-diretor-presidente Unimed-BH e cardiologista), Luiza Brant (UFMG), Chris Longenecker (Washington), HongHuang Lin (Massachusetts), Erin Spaulding (Johns Hopkins), Frederico Peret (Diretor-Presidente Unimed-BH), Phillip Hwang (Boston), Alex Sandhu (Stanford), Annemarie Dusanek (Gerente Riscos em Saúde, Unimed-BH) e Maria da Glória Horta (Unimed-BH)

A Unimed-BH recebeu, na sexta-feira (13), a visita de integrantes da Associação Norte-Americana de Cardiologia (American Heart Association). Por intermédio da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a comitiva formada por enfermeiros, médicos cardiologistas e especialistas em inteligência artificial das Universidades de Boston, Massachussets, Stanford, Washington e Johns Hopkins veio conhecer o Sistema Integrado de Cuidado da Unimed-BH, utilizado no telemonitoramento de pacientes de alto risco.

O grupo pesquisa Ferramentas de Otimização Digital para pacientes com Insuficiência Cardíaca (Digital Optimization Toolkit for Heart Failure) e veio acompanhado dos professores da UFMG, Luisa Campos Caldeira Brant e Antônio Luiz Pinho Ribeiro, que também integram os estudos.

O telemonitoramento é realizado para pacientes de alto risco, entre eles pessoas com doenças renais, pulmonares e cardíacas graves, e também os que tiveram um acidente vascular cerebral.

Por meio de ferramentas de inteligência artificial, são avaliadas a vinculação médica, a utilização de recursos, além das comorbidades que geram risco. Toda a jornada assistencial do paciente fica disponível na plataforma para navegação do cuidado, e a atividade feita pelo profissional de saúde responsável pelo telemonitoramento é registrada na ferramenta, que foi desenvolvida pela Unimed.

Chris Longenecker, cardiologista da Universidade de Washington e especialista em implementação em saúde global, disse que o grupo formado pelas instituições está muito interessado em melhorar a qualidade do atendimento às pessoas com insuficiência cardíaca. “Sabemos que pacientes nessas condições têm outras complicações de saúde. O que mais me impressionou aqui é que vocês abordam a pessoa como um todo, cuidando não só do problema cardíaco, mas das outras condições também, controlando os riscos de saúde envolvidos. Eu acho essa abordagem mais abrangente muito importante para oferecer um cuidado melhor ao paciente”, disse.

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