7 tendências da tecnologia para a área médica

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O crescente acesso à internet tem mudado a forma e a percepção das pessoas sobre consumo, contratação de serviços e busca por informações. Mais de 126 milhões de brasileiros estão conectados à internet, representando cerca de 70% da população total, sendo o smartphone o meio mais utilizado por 97% dos usuários do país. Os dados fazem parte da pesquisa TIC Domicílios, divulgada em 2019 pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic).

A influência do mundo digital já é notável no segmento da saúde. Levantamento do Google, de 2019, mostra que 26% dos brasileiros recorrem ao buscador para pesquisar sobre temas relacionados à saúde, e reforça a preponderância dos resultados online no processo de decisão. Os dados na palma da mão facilitam o acesso a qualquer momento e em qualquer lugar e, diante disso, os profissionais de saúde devem aproveitar as tendências em tecnologia, comunicação e marketing para adaptarem-se ao novo padrão de consumo, impulsionar o relacionamento médico-paciente e torná-lo cada vez mais humanizado.

Há diversos meios para deixar mais simples os processos nos consultórios, garantir fluidez na comunicação e facilidade no acesso às informações dos pacientes. Confira abaixo as sete principais tendências para a área médica no segundo semestre de 2020:

1)  Transformação digital

A transformação digital – processo em que a empresa se posiciona como negócio digital – não é um termo novo, mas deve se intensificar no segundo semestre de 2020. As healthtechs – startups que combinam tecnologia e serviços médicos – surgem para transformar o relacionamento entre médicos, pacientes, consultórios e hospitais. Por meio de soluções tecnológicas, é possível automatizar processos, aperfeiçoar o modelo de negócio e nortear as ações com foco na experiência do usuário.

2)    Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD)

A LGPD regulamenta a coleta e o tratamento de informações de pessoas por empresas públicas e privadas. Um dos principais pontos da medida refere-se ao armazenamento de dados sensíveis, que podem gerar alguma discriminação da pessoa, a exemplo de diagnósticos e doenças salvos em sistemas online. Será preciso adotar ferramentas com rigorosa certificação de segurança para proteger tais informações. A lei entrará em vigor em 2021, mas é uma ação que já pode ser implantada agora.

3)    Automação de processos

Utilizar ferramentas e serviços para otimizar o dia a dia, facilitar a gestão da clínica ou consultório e entregar uma experiência diferenciada ao paciente é tendência no setor de saúde. No mercado há softwares completos – que cruzam informações e analisam o fluxo de dados – com agenda personalizada, prontuário eletrônico, telemedicina, serviços de finanças, gestão de dados, marketing médico e outras ferramentas de relacionamento com pacientes.

4)  Experiência do usuário

A maioria das pessoas pesquisam sobre determinado assunto pelo smartphone e, por isso, é fundamental adaptar os canais de comunicação do consultório para os dispositivos móveis para potencializar o alcance do negócio e manter uma boa relação entre médico e paciente. É uma atitude básica, mas que nem todos os profissionais se atentaram. Com os atendimentos a distância, devido à pandemia do novo coronavírus, é essencial garantir essa experiência ao usuário.

5)    Atendimento remoto

Um recurso que deve permanecer no setor de saúde é a telemedicina, regulamentada em março deste ano em função da pandemia da Covid-19. Para garantir a segurança das pessoas e continuar com os atendimentos, as consultas por chamadas de vídeo são formas eficientes de manter o relacionamento próximo com os pacientes. O ideal é utilizar plataformas próprias, uma vez que elas proporcionam toda a segurança e a privacidade dos usuários. A plataforma do iMedicina, empresa referência em tecnologia em saúde, é gratuita para todos os médicos do Brasil e possui protocolos avançados de segurança – com hospedagem de dados em servidores da Amazon AWS, mesmo dos bancos digitais, já em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).

6)    Conteúdo audiovisual

Conhecimento em formato de vídeo ajuda a gerar confiança, credibilidade e envolvimento com o público-alvo. Os vídeos são ferramentas interessantes para criar autoridade do profissional, divulgar informação de qualidade, educar e trazer segurança ao paciente, que pesquisa na internet diversos assuntos relacionados à saúde, principalmente quando está com algum sintoma. Com certeza, os profissionais que investirem nesse formato sairão na frente.

7)  Marketing médico

Poucos médicos ainda utilizam da estratégia do marketing médico. Por isso, continua como forte tendência para o segundo semestre de 2020. A presença digital dos profissionais de saúde torna-se cada vez mais determinante para atrair, aproximar e fidelizar pacientes. Mais pessoas estão acessando a internet para encontrar informações sobre saúde e é fundamental contar com um posicionamento digital qualificado.

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