A evolução diagnóstica na identificação das infecções respiratórias

Dra. Maria do Carmo Favarin, médica e gestora do Grupo Sabin Ribeirão Preto

Mais de 650 mil pessoas em todo o mundo morrem todos os anos vítimas de doenças ligadas às gripes sazonais, segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os números da entidade evidenciam a importância dos cuidados preventivos diante de doenças preveníveis e, além disso lançam luz ao protagonismo laboratorial para os diferentes diagnósticos das doenças respiratórias.

O tema pautou o encontro de ideias promovido pelo Grupo Sabin em Ribeirão Preto (SP). O evento “O laboratório no diagnóstico diferencial das infecções respiratórias” contou com a participação do médico infectologista Dr. Alexandre Cunha e reuniu médicos das áreas de infectologia e intensivistas, para um momento de troca de experiências sobre a assistência ao paciente com quadro de infecção respiratória.

O evento foi conduzido pelos gestores do Grupo Sabin Ribeirão Preto, dra. Maria do Carmo Favarin, hematologista, e o biomédico dr. Diego Maciel. “É o nosso primeiro evento depois da crise sanitária e estamos muito entusiasmados em reunir esse time de especialistas aqui na cidade para trocar experiências e conhecimentos práticos sobre os desafios da nossa jornada e também debater sobre a evolução da medicina diagnóstica para o quadro de infecção nas cavidades respiratórias”, destacou dra. Maria do Carmo.

A médica detalha ainda que o momento é oportuno para o debate. “Estamos em pleno inverno e enfrentando dias de intensas oscilações de temperatura e clima seco em diversas regiões do país. É uma fase de maior procura por atendimento de pacientes com quadros de infecções respiratórias. Normalmente essas infecções são provocadas por bactérias, vírus ou fungos e a identificação propõe uma soma de fatores que começa passa pela avaliação de um especialista, com ausculta dos pulmões e observação da faringe e segue para os exames que ajudam a identificar o microorganismo causador da enfermidade e recomendar o tratamento mais eficaz”, explica.

O encontro, segundo a especialista, é também uma oportunidade de discutir os avançamos em termos médicos no trato do paciente, para que a assistência seja mais resolutiva. “Esta é também uma forma de aprimorarmos o nosso olhar para o cuidado e entregar saúde valor ao nosso paciente”, concluiu.

Redação

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