Como administrar um hospital?

A gestão hospitalar ganhou ainda mais relevância para suprir as necessidades operacionais de um hospital diante da pandemia de Covid-19. A solução de demandas, como a otimização do espaço hospitalar, o cuidado com os colaboradores, a atenção no atendimento e na contenção do novo Coronavírus, além de manter em equilíbrio a cadeia de suprimentos de forma inteligente, funcional e eficiente, são quesitos fundamentais diante do cenário de crise sanitária.

Por essa e por outras razões, ‘Administração Hospitalar – Curso de Especialização’ é indispensável tanto para o aluno do curso que leva o mesmo nome como para o profissional da saúde que quer se aperfeiçoar em Administração Hospitalar e em Administração de Serviços de Saúde.

Estruturada em 19 capítulos, a obra traz os seguintes temas: Competências do Administrador Hospitalar; Administração Geral e Pública; Planejamento Físico de Hospitais; Serviço de Manutenção Hospitalar; Serviço de Limpeza e Higiene Hospitalar; Hotelaria Hospitalar; Serviço de Nutrição e Dietética Hospitalar; Serviço de Enfermagem Hospitalar; Gestão do Serviço de Arquivo Médico e Estatística; Gestão do Serviço de Apoio Diagnóstico e Terapêutico; Serviço de Farmácia Hospitalar; Gestão de Suprimentos Hospitalares; Serviço Social Hospitalar; Gestão de Pessoas e Humanização Hospitalar; Legislação e Ética nos Serviços de Saúde; Comissões e Comitês Hospitalares; Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho; Tecnologia da Informação Hospitalar; e Conceitos e Técnicas de Auditoria Hospitalar.

Autores

Aírton Viriato é doutor em Ciências pela Universidade de Franca (Capes 5), mestre em Promoção de Saúde pela Universidade de Franca (Capes 4), diretor da Divisão de Apoio Diagnóstico e Terapêutico de três Hospitais Públicos da Secretaria de Estado da Saúde, diretor administrativo da Implantação e Criação do Instituto de Infectologia Emílio Ribas II – Baixada Santista (2011-2013) e diretor de Divisão de Gerenciamento Hospitalar do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (2013-2019). Também é criador e coordenador dos cursos de Gestão em Saúde do Instituto de Pesquisa e Educação em Saúde de São Paulo (2007 até o presente); dos cursos de graduação em Gestão Hospitalar – EAD e de pós-graduação em Administração Hospitalar da Universidade Metodista de São Paulo (2014- 2017); do curso de pós-graduação em Gestão de Organizações de Saúde da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (desde 2008); do curso de pós-graduação em Administração Hospitalar da Universidade do Vale do Paraíba (desde 2019); e do curso de graduação tecnológica em Gestão Hospitalar da Faculdade Integrada de Pesquisa e Ensino em Saúde de São Paulo (Fipessp) (2019 até o presente). Recebeu o Prêmio 100 Mais Influentes da Saúde em 2015, pela Revista HealthCare Management.

Anísio de Moura é mestre em Medicina Preventiva (Epidemiologia) pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Foi coordenador de Núcleo junto à Superintendência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, responsável pela coordenação do Grupo de Implantação do Instituto Doutor Arnando (IDA), atual Instituto do Câncer de São Paulo Octávio Frias de Oliveira (2006-2008). Também foi diretor executivo do Hospital Auxiliar de Suzano do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2009), diretor executivo do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2003-2006), diretor executivo do Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2000-2003) e também diretor executivo do Hospital Estadual de Sapopemba, da Secretaria de Estado da Saúde, sob gestão do HC-FMUSP, em modelo de Organização Social de Saúde (OSS) (2008-2009). Além disso, foi diretor executivo do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (2003), diretor da divisão de apoio Diagnóstico e Terapêutico do Hospital Infantil Cândido Fontoura (1995-2000), diretor do Hospital Infantil Cândido Fontoura (1997) e do Instituto Adolfo Lutz (1990-1992). Moura também foi assessor internacional, representando o Brasil na estruturação de Cooperação Técnico-científica para Organização do Centro de Controle de Doenças da Universidade do Texas (Galveston – EUA) (1990-1994).

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