Testagem em massa da Covid-19 atua no combate a transmissão do vírus

Desde o início da pandemia do Coronavírus, uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) vem sendo a testagem em massa. Hoje, o Brasil é um dos epicentros do vírus e a testagem em massa é um recurso de saúde pública que os estados devem usar para rastrear o vírus em suas regiões. A partir destes números, que identificam locais com maior exposição ao Coronavírus, governadores podem traçar planos mais assertivos no combate contra a Covid-19 e diminuir sua propagação.

Entre os testes para a identificação do vírus temos o de RT-PCR, EXAME RT-LAMP, PCR-LAMP e Exame de Sorologia IgM e IgG. Também existe um quinto teste que é o de antígeno e também é oferecido pela Hilab, healthtech que desenvolveu o laboratório remoto Hilab.

O teste Hilab-Ag-COVID-19 é um exame que detecta o antígeno do vírus. Desta forma, identifica o momento em que o vírus está presente na via aérea. O antígeno é indicado para o início da infecção, a partir do 1º até o 5º dia do início dos sintomas. As novas variantes da Covid-19 que vêm sendo encontradas ao redor do mundo, com maior potencial de transmissão e de reinfecção, são também identificadas pelo teste.

Ele possui alta correlação com o período de transmissibilidade da doença, por isso é um exame relevante para fins de indicação de isolamento, bem como para investigação de contatos e rastreamento contínuo em áreas de alta prevalência. A principal diferença com o teste sorológico é que a sorologia passa a ser detectada após sete dias do início dos sintomas (12 dias após a exposição), chegando a sua sensibilidade máxima após 20 dias do início dos sintomas e mantendo-se positiva por tempo indeterminado.

“Este teste é responsável por otimizar ainda mais a estratégia da testagem em massa, fazendo com que o isolamento ocorra o mais rápido possível e, assim, diminuir a transmissão do SARS-CoV-2”, afirma Dr. Bernardo Almeida, médico infectologista e Chief Medical Officer na Hilab. Segundo Almeida, o teste de antígeno é fundamental para ampliar a capacidade de identificação de transmissores, já que o Brasil se tornou um dos epicentros da pandemia e tem identificado novas variantes do vírus potencialmente mais transmissíveis.

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