Você sabe como a fisioterapia pode auxiliar na reabilitação de disfunções musculoesqueléticas pós-Covid-19?

A pandemia do novo Coronavírus, desde 2020, têm se mostrado um grande desafio para a Medicina, principalmente, no que se refere aos principais sintomas, quais as variantes, como se prevenir, os tratamentos e, acima de tudo, as sequelas deixadas pelo vírus da Covid-19. Sendo assim, com o objetivo de multiplicar os benefícios apresentados pela fisioterapia no processo de recuperação da Covid-19, a EMS (Electro Medical Systems) , multinacional suíça referência em dispositivos médicos, apresenta o DolorClast®, um método que funciona à base de ondas de choque radiais indicado para o tratamento das lesões musculoesqueléticas.

O método DolorClast® apresenta alta eficiência na recuperação dos pacientes, devido à sua atuação na causa das lesões para acelerar e facilitar o processo de recuperação e, também, dos sintomas decorrentes da lesão em si. Possui uma ação mecânica chamada cavitação, ou seja, a formação e crescimento de bolhas de ar, alterando a permeabilidade do tecido e produzindo importante resposta biológica.

Dessa forma, produz efeitos diretamente sobre a inflamação neurogênica, no combate à dor, na síntese de propriedades que participam da regeneração tecidual, além do processo completo de cicatrização. Importante destacar que o tratamento varia de acordo com a lesão, porém, os resultados em idosos podem apresentar uma resposta mais lenta em relação aos adultos. “O Método DolorClast® é capaz de trazer bons resultados para todos, por isso, a busca pelo tratamento correto é primordial”, afirma Fábio Boldrini, fisioterapeuta e instrutor da Swiss DolorClast® Academy.

Nesse sentido, a fisioterapia tem se mostrado uma ótima aliada aos pacientes que estão se recuperando da Covid-19. Além dos pacientes que, previamente, já apresentam qualquer tipo de disfunção musculoesqueléticas (dores nos ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos), a pandemia junto à necessidade do distanciamento social provocou um aumento do sedentarismo, e isso também pode ser a causa de disfunções. Se tornou uma ferramenta terapêutica fundamental, uma vez que conta com recursos poderosos para a diminuição da dor, prevenção de dores e possíveis lesões, além de intervenções eficientes para uma boa recuperação.

Uma pesquisa realizada e apresentada recentemente pela Universidade de Leicester, no Reino Unido, e que analisou cerca de mil pessoas que ficaram internadas entre março e novembro de 2020, verificou diversos sintomas após a infecção pela Covid-19. Os dez sintomas mais comuns que foram identificados são as dores musculares, fadiga, desaceleração física, qualidade do sono prejudicada, dor ou inchaço nas articulações, fraqueza nos membros, falta de ar, perda de memória de curto prazo e pensamento lento.

Então, a fisioterapia é capaz de apresentar recursos efetivos no controle da dor e inchaço – como os de eletrotermofototerapia, além da cinesioterapia, que é o uso de exercícios terapêuticos para facilitar o ganho de força e resistência muscular, favorecendo o retorno da funcionalidade, técnicas de alongamento e autoliberação miofascial (intervenção popular usada por profissionais de fisioterapia para aumentar a mobilidade miofascial), melhorando, assim, a qualidade de vida dos pacientes.

Por fim, a melhor forma de evitar as lesões musculoesqueléticas é manter os hábitos mais saudáveis. Isso inclui alimentação, hidratação, mentalidade, exercícios preventivos e atividade física regular. “A EMS, por meio da Swiss DolorClast® Academy, entende a necessidade de prover soluções que possam auxiliar os pacientes que enfrentam esse momento tão delicado de recuperação da Covid-19. Mas as pessoas precisam se conscientizar da importância dos hábitos saudáveis e um melhor estilo de vida. Os benefícios a curto, médio e longo prazos são imensos”, conclui Fábio Boldrini.

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