Artigo – Cuidados Paliativos
A morte faz parte da vida – um olhar sobre tratamentos paliativos.
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A morte faz parte da vida – um olhar sobre tratamentos paliativos.
O atual sistema de saúde é antigo, ele depende muito da interação entre paciente e médico, além de trabalhar com dados limitados.
Atualmente, 7% dos médicos do Brasil, respondem algum tipo de processo, contra 5% nos USA.
Sigla TMA tem sido um indicador de performance bastante utilizado por quem trabalha em contato direto com clientes, em especial nos setores de atendimento de laboratórios, clínicas e hospitais.
Desafio está em fazer, com apoio da tecnologia, um planejamento holístico para manter o controle total sobre a jornada do paciente, de maneira multicanal, fluida e complementar.
É preciso capacidade de adaptação, inteligência emocional e visão estratégica, mas acima de tudo é necessário entender o papel de cada profissional.
O desperdício é resultado da fragmentação e do desalinhamento entre os participantes do ecossistema da saúde.
Os pacientes 2.0 são ágeis, curiosos e dominam como ninguém os aparatos tecnológicos.
Segundo dados do Ministério da Saúde, 80% dos casos atendidos pelos Médicos de Família são resolvidos sem necessidade de encaminhamento para outros especialistas.
O paciente 2.0 é dinâmico, possui informações diversas à disposição e preza por tudo aquilo que não o faça perder tempo.