Artigo – Contar mortos não resolve, é preciso é impedir o vírus de circular
Autoridades não se preocuparam em identificar os focos de onde vinha o vírus e muito menos na vacinação da população da região para bloquear a circulação do patógeno.
Principal revista e portal hospitalar do país.
Autoridades não se preocuparam em identificar os focos de onde vinha o vírus e muito menos na vacinação da população da região para bloquear a circulação do patógeno.
A experiência do paciente tem sido tão positiva que 81% afirmam que vão continuar utilizando a ferramenta pós-pandemia.
Especialista fala sobre a importância do debate nas salas de aulas das instituições de ensino de medicina e os principais procedimentos para evitar fatalidade que mata mais de 1 milhão de pacientes no mundo.
Se a pandemia acelerou tendências como o home office e a telemedicina, o mesmo ocorreu com a atenção domiciliar.
Em um primeiro momento, isso gerou um certo receio, devido à cultura brasileira de ter uma necessidade do atendimento presencial como padrão.
É essencial que os médicos busquem auxílio jurídico e denunciem ocorrências.
Chama a atenção os casos de corrupção privada e pública e as fraudes realizadas pelos hospitais, clínicas e convênios, principalmente em um momento de pandemia.
É importante iniciar imediatamente a construção, com base na tecnologia e na inteligência artificial e seus algoritmos, de um sistema de vigilância em saúde em tempo real.
Antes da pandemia esse tipo de recurso recebia resistência no meio médico, que tinha dúvidas sobre a sua eficiência.
A atenção da saúde em 2020 e 2021 voltou-se aos doentes da Covid-19, sendo estes predominantemente adultos e idosos.