Doenças e lesões do ombro congelado serão foco de Congresso

O ombro é uma das articulações mais complexas do corpo, já que a ele estão conectados os braços e a combinação do formato ósseo, dos ligamentos e músculos, o que permite à pessoa fazer grande número de movimentos, como escrever, cozinhar, pegar algum objeto em local alto, entre outras atividades. Por essa razão, problemas que tragam riscos de perda da função do ombro impactam significativamente na rotina da pessoa e os tratamentos a doenças e lesões que atingem essa área serão foco do XIV Congresso Brasileiro de Cirurgia de Ombro e Cotovelo, de 18 a 20 de agosto, em Gramado (RS).

Um dos temas que será tratado no evento é o “ombro congelado”. Apesar do nome popular, não tem nenhuma ligação com o frio. A capsulite adesiva, nomenclatura científica do problema, consiste na inflamação do tecido vascularizado dessa região do corpo, resultando em progressiva rigidez articular, com grande perda dos movimentos do ombro.

Acometendo cerca de 2% a 5% da população geral, principalmente entre 40 e 65 anos, a capsulite adesiva tem uma prevalência de 38% em indivíduos com diabetes e/ou doenças da tireoide, sendo essas duas comorbidades fatores de risco importantes para o desenvolvimento do ombro congelado.

Especialistas de diversas partes do Brasil e também do exterior trarão outros temas, como artroplastia em idosos, tratamento de fraturas, entre outras questões.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Luis Alfredo Gomez, ressalta a importância do congresso para o aprimoramento dos médicos especialistas em ombro e cotovelo. “O XIV CBCOC está sendo preparado com muito cuidado para abranger todos os assuntos da cirurgia do ombro e cotovelo. O evento proporcionará aos participantes uma ampla atualização sobre os principais tratamentos de diversos problemas que estão entre as principais demandas dos consultórios médicos”, fala.

Informações: sbcoc.org.br/cbcoc

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