Artigo – Segurança do paciente no ambiente hospitalar e a CME
Pandemia reacendeu uma preocupação muito comum em ambientes hospitalares: o risco de infecção hospitalar relacionada à assistência à saúde (IRAS).
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Pandemia reacendeu uma preocupação muito comum em ambientes hospitalares: o risco de infecção hospitalar relacionada à assistência à saúde (IRAS).
Com 15 anos de experiência no mercado de saúde, Fábio Kawamura é formado em medicina pela Unifesp, com pós-graduação em saúde pública e medicina preventiva pela FMUSP e especializações em Gestão Hospitalar pelo Proahsa, da FGV.
O mês de janeiro foi escolhido como o mês de campanha para uma maior atenção à saúde mental.
Cooperativas entregaram 15 novos hospitais durante a pandemia, além de investir em medidas emergenciais para ampliar a rede assistencial.
Primeiro nível de atenção no atendimento é capaz de resolver 85% dos casos, segundo o Ministério da Saúde.
Para especialistas, termo “flurona” é inadequado e a presença dos dois vírus não está ligada a sintomas mais graves.
“A medicina exige grandes investimentos. Nosso olhar, todavia, não está no fator econômico. Está na aceleração do desenvolvimento da qualidade assistencial.”
Estudo aponta que entre 51 homens testados entre um e dois meses após a recuperação, 37% tinham motilidade espermática reduzida e 29% tinham contagens de espermatozóides baixas.
Quimioterapia intraperitoneal tem mostrado eficácia promissora no câncer de ovário com carcinomatose peritoneal.
7º ano do estudo demonstrou que crianças que utilizaram lentes de contato não tiveram retrocesso no tratamento, ou seja, desaceleração da miopia alcançada nos 6 anos anteriores se manteve em todos os pacientes.