Grupo Leforte registra aumento de 48,5% no volume de transplantes

O Programa de Transplantes de Pâncreas, Fígado e Rim do Hospital Leforte, de São Paulo (SP), juntamente com o Grupo Hepato, registrou um aumento de 48,5% no número de transplantes em 2018, em relação ao mesmo período em 2017. Foram 208 procedimentos, 68 a mais do que no ano anterior: 39 de pâncreas, 39 de Fígado, 28 de pâncreas/rim e 102 de rim.

A equipe brasileira atua há mais de 20 anos em casos de transplantes de rim, de fígado, de pâncreas e de pâncreas-rim. Seguindo o modelo americano, é uma única equipe que realiza todas as modalidades de transplantes abdominais, o que melhora a assistência e os resultados. Atualmente é o maior centro de transplantes de pâncreas do Brasil, o maior hospital privado do país em termos de números anuais de transplantes renais e está entre os três maiores centros de transplantes de fígado do Estado de São Paulo.

Também se destacam pelos transplantes feitos com doadores vivos. No caso do rim, a retirada do órgão é feita por Laparoscopia – técnica minimamente invasiva que proporciona alta precoce, retorno breve às atividades cotidiana. Os de fígado, uma técnica realizada em poucos hospitais do país (apenas em 3 no Estado de São Paulo), possibilitam que os pacientes tenham doadores disponíveis (pessoas dos seus relacionamentos que se disponham a doar parte do fígado de forma altruística) e sejam transplantados em melhores condições, sem enfrentar a angústia e a incerteza da fila de espera, com resultados iguais ou superiores aos transplantes com doador.

“Precisamos atuar continuamente com o tema mostrando a importância  da doação e o impacto na vida dos receptores. Por outro lado as instituições precisam ter equipes capazes não só de fazer o transplante mas também a abordagem com a possível família que permitir a doação mas que passa por um momento de dor” destaca o Dr. Marcelo Perosa, um dos coordenadores do Programa. “O transplante é o único tratamento de saúde no qual a sociedade pode atuar de forma efetiva e este assunto merece destaque nos debates civis”, complementa o Dr. Tércio Genzini, que também integra a coordenação.

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