Marketing médico: 7 ensinamentos que todo médico deve saber

Quem nunca pesquisou nos buscadores, como o Google, sobre um determinado sintoma ou tratamento para uma doença, antes mesmo de visitar um médico? Há quem busque saber até como uma determinada cirurgia acontece e o que dizem os médicos sobre suas respectivas especialidades. E sim, está tudo, ou quase tudo lá, na internet. Seja em uma notícia, em um blog médico ou nas redes sociais do profissional da saúde. Porém, isso não é tudo.

De acordo com Douglas Gomides, Livia Roque, Patrícia Sorrentino, Thiago Martins e Vitor Jaci, autores do livro ‘Marketing Médico 5.0’, o marketing médico vai além do que se imagina, como postagens em redes sociais, e-mail marketing, produção e edição de vídeos, conteúdos e blogs, entre outros recursos disponíveis no mercado. O médico pode ter feito tudo isso, seja por conta própria e /ou com o auxilio de sua secretária, ou até mesmo terceirizando o serviço com profissionais especializados em redes sociais, mas que não entendem do universo da medicina. Frente a isso, o resultado nem sempre sai como o esperado, porque agências genéricas não têm esse conhecimento específico da área. Por esta razão o serviço deve ser realizado por profissionais que tenham esse olhar e que, sobretudo, entendam sobre normas e marketing como um todo.

Confira os 7 ensinamentos que todo profissional da saúde ou clínica médica deve considerar sobre marketing médico, segundo os especialistas:

  • Geralmente a demanda que recebemos é de médicos que investem, mas não têm retorno, de médicos que não entendem a importância de se trabalhar a quatro mãos, porque acreditam que quando o serviço é terceirizado ele deve ser feito 100 % pelo profissional de marketing. E ainda os que têm medo ou vergonha de fazer vídeos, de se expor, e que não sabem dosar o que postar e acabam não fazendo o que de fato precisa ser feito por crenças limitantes. Então, os poucos que entendem são os que decolam – explicam os autores.
  • Atualmente, marketing é estar presente, engajando, se conectando, influenciando, participando e humanizando, segundo os especialistas. “se o médico não vira essa chave dificilmente ele vai conseguir virar sonho de consumo. E tem mais: por falta de conhecimento, pecam em questões elementares como o atendimento. E nem imaginam que isso também faz parte do marketing e branding”, reforça Livia Roque.
  • O marketing digital na área da saúde é mais do que apenas uma moda passageira – é uma mudança fundamental na forma como os profissionais alcançam e se comunicam com os pacientes. Para competir no ambiente de saúde em rápida evolução de hoje, os profissionais de medicina devem mudar fundamentalmente de dentro para fora. Mas Douglas Gomides defende que “quem não se posiciona se torna invisível. E quem não tem haters, nunca vai ter lovers“.
  • Você pode aprender como os seres humanos sonham, tomam suas decisões e agem. E, depois disso, se você os ajudar a se tornarem versões melhores de si mesmos, aquelas que procuram ser, você venceu no marketing – completa Patricia Sorrentino.
  • Para Livia Roque, o médico só tem uma chance. E a estratégia precisa ser certeira. “Tudo comunica e constrói percepções nas pessoas que estão em contato com o médico, então, todas as ações precisam ser internacionais para que se consiga a reputação almejada”.
  • O que faz de um médico referência não é aquilo que o manterá no topo. A medicina exige mais que a técnica de excelência, segundo Thiago Martins. “Domine sua comunicação e seu marketing e garanta que você seja sempre visto por quem realmente interessa”, sugere.
  • Desde a transição de indivíduos e equipes para trazer novos talentos para a integração com áreas anteriormente isoladas, os profissionais de marketing de saúde devem abraçar a mudança e usá-la como uma oportunidade para criar melhores experiências para os pacientes.

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