Pesquisa aponta que pandemia sobrecarregou ainda mais o sistema de saúde
2 em cada 10 participantes do estudo observaram situações de desigualdade racial em seu local de trabalho no que diz respeito ao tratamento dos funcionários.
Principal revista e portal hospitalar do país.
2 em cada 10 participantes do estudo observaram situações de desigualdade racial em seu local de trabalho no que diz respeito ao tratamento dos funcionários.
Maioria dos executivos entrevistados afirmam que novos modelos de assistência médica afetarão estratégias e modelos de negócios de longo prazo.
Iniciativa representa mais um passo do Einstein para se tornar um dos 10 melhores hospitais do mundo no cuidado e tratamento do câncer e de doenças hematológicas.
Nova unidade traz o conceito de cuidado integrado, com foco no acolhimento do paciente durante toda a sua jornada. Espaço premium conta com equipamento de radioterapia único no Brasil, equipe multidisciplinar e núcleos de especialidades.
Para executivo, interoperabilidade é difícil porque muitos dados não estão necessariamente dentro da organização e precisam ser buscados em outros locais.
Transtorno de ansiedade e alto nível de estresse são preocupantes e aparecem inclusive como reflexo da pandemia da Covid-19; levantamento “Saúde Mental do Médico 2022” embasado em metodologias científicas ouviu 3.489 participantes de todas as regiões do país.
Alma Sírio-Libanês é a marca criada para atuar nas frentes de saúde digital conectando hubs, ecossistemas e startups para pensar nas melhores soluções para o mercado.
Hospitais como A.C. Camargo, Albert Einstein, Sírio Libanês, Hospital das Clínicas SP e Rede D’Or se destacam em Valor Percebido e NPS. Em Força da Marca, se destacam Albert Einstein, Sírio Libanês, Rede D’Or, Hospital das Clínicas SP e Unimed.
2 em cada 10 participantes do estudo observaram situações de desigualdade racial em seu local de trabalho no que diz respeito ao tratamento dos funcionários.
Monitoramento remoto de pacientes, por exemplo, que em 2019 era realizado por 16% dos enfermeiros, passou a ser utilizado por 29% deles em 2022. Em relação aos médicos, a prática foi de 9% para 23% no mesmo período.