Pespectivas da Telemedicina são destaque no encerramento da 49ª Convenção Nacional Unimed

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O crescente avanço do uso das novas tecnologias digitais no atendimento a pacientes, por meio de plataformas tecnológicas, é uma realidade incontestável em todo o mundo e ela se aplica à telemedicina, cuja expansão é irreversível.

O tema foi destaque na sexta-feira (4), durante a 49ª Convenção Nacional Unimed, evento que reuniu na capital potiguar mais de 1,6 mil dirigentes e técnicos das 344 cooperativas que compõem o maior sistema cooperativo de saúde do mundo.

A abertura dos trabalhos contou com a palestra do médico Antônio C. Marttos, da Universidade de Miami, que destacou o papel da telemedicina com ferramenta de traballho. “Hoje, você consegue, em tempo real, discutir um caso em uma plataforma segura, mas o futuro é ir além. Os próximos passos são os hospitais virtuais, onde os profissionais capacitados poderão dar todo o suporte de forma remota”, explica Marttos.

Na sequência, o painel composto por Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, Cesar Biselli Ferreira, coordenador médico de Inovação e TI no Hospital Sírio-Libanês, e Luis Gustavo Kiatake, presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), abordou as perspectivas da telemedicina, o impacto e as transformações da crescente implantação da prática médica e seus reflexos na relação médico-paciente, bem como no atendimento de saúde.

“Na Unimed temos uma grande aplicação da telemedicina com os nossos 18 milhões de beneficiários. Um bom exemplo disso é o Registro Eletrônico de Saúde Unimed (RES), que proporciona uma melhor gestão da jornada assistencial, reduz desperdícios, gera dados para ampliação do uso da medicina baseada em evidências, melhora a qualidade e agilidade do diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes, empodera os beneficiários e faz a integração com dados para o setor público e outras operadoras de plano de saúde”, afirma Pullin.

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