SINDIHOSPA alerta para tentativas de golpes contra pacientes internados em hospitais

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Por telefone ou mensagens, supostos médicos cobram valores de familiares e pacientes internados em hospitais, exigindo depósitos para o pagamento de exames ou procedimentos de saúde. O golpe acontece há alguns anos, em vários estados, incluindo o Rio Grande do Sul – e agora, durante a pandemia da Covid-19, começa a se repetir.

O alerta é do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (SINDIHOSPA), que recebeu relatos de tentativas de extorsão contra pessoas internadas na capital. “É um golpe recorrente e que, lamentavelmente, voltou a acontecer em um momento em que todos estão mais vulneráveis”, afirma o presidente da entidade, Henri Siegert Chazan.

O Sindicato diz que ainda não tem informações sobre golpes que se concretizaram. “Estamos acompanhando a situação com as instituições e reforçando a tomada de medidas para garantir que os pacientes e seus familiares não sejam vítimas desse tipo de ação”, diz Henri. Ele ressalta que os hospitais não solicitam depósitos por telefone, e-mail ou mensagens de texto. Quem for alvo de alguma abordagem semelhante deve entrar em contato com os canais oficiais dos hospitais e clínicas, além de registrar boletim de ocorrência para que os crimes sejam investigados.

Perguntas e respostas sobre o golpe:

Como funciona o golpe?

Por telefone ou mensagens de texto, criminosos entram em contato com familiares de pacientes internados e exigem pagamentos de exames ou procedimentos de saúde. Na maioria dos casos, os golpistas se passam por médicos e cobram depósitos imediatos em contas bancárias.

Como é o procedimento nos hospitais e clínicas?

As informações sobre pagamentos pelos serviços são comunicadas na entrada (check-in) e na saída (check-out) dos pacientes. As instituições não solicitam depósitos bancários por telefone para quitação de despesas de pessoas em atendimento ou internadas.

Sofri a tentativa de golpe ou fui extorquido. O que devo fazer?

Entre em contato imediatamente com os canais oficiais da instituição e comunique o fato. Faça ainda um boletim de ocorrência policial para que o crime seja investigado e, caso você tenha sido prejudicado, busque a reparação.

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