Soluções de apoio à decisão clínica são essenciais para diminuir números de óbitos por erros médicos no Brasil

Recentemente, veio a público o 2º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Os dados revelados não poderiam ser menos preocupantes: por dia, 148 pessoas morrem no país devido a erro em hospitais públicos e privados. Ou seja, mais de 54.000 pacientes perderam a vida por esta razão em 2017.

O estudo também observa que pacientes vítimas de erros médicos (também conhecidos como eventos adversos) graves estão mais suscetíveis à mortalidade e também a permanecerem mais tempo internados. E mais: aproximadamente 30 a 36% dos óbitos determinados por eventos adversos graves podem ser prevenidos.

Na lista de problemas considerados “eventos adversos graves” estão: infecção generalizada, pneumonia, infecção urinária, infecção do sítio cirúrgico, complicações com acessos e dispositivos vasculares. Também são preocupantes os erros causados com uso de medicamentos e complicações cirúrgicas.

O setor de saúde pode mudar essa triste realidade do Brasil com a utilização de Soluções de Apoio à Decisão Clínica (CDS, na sigla em inglês) baseadas em evidências que sejam incorporadas à prática cotidiana dos profissionais de saúde.

Para colaborar com a revolução do setor no país, a Elsevier, uma das mais conceituadas provedoras de informação clínica e científica do mundo e referência na área de saúde, apresenta no HIS (Healthcare Innovation Show) 2018 soluções tecnológicas que têm como objetivo auxiliar na diminuição da variabilidade no cuidado com o paciente e, consequentemente, dos eventos adversos graves.

“As Soluções de Apoio à Decisão Clínica são definitivas para colaborar com a mudança do atual cenário brasileiro, pois ajudam a evitar os erros operacionais e de conhecimento. Elas fornecem informações atuais, confiáveis e baseadas em evidências diretas no ponto de atendimento a médicos, enfermeiros, profissionais de saúde no geral e pacientes. Assim, as melhores práticas podem ser adotadas e os exames e procedimentos desnecessários podem ser evitados em toda a jornada do paciente. As ferramentas CDS, preferencialmente integradas ao prontuário eletrônico, permitem aos profissionais de saúde a redução drástica dos erros médicos evitáveis”, explica Claudia Toledo, Diretora de Clinical Solutions da Elsevier.

Palestras e debates

Além de ter especialistas para apresentar suas soluções no estande, a Elsevier traz para o HIS 2018 Robert Nieves, Vice-Presidente Global de Informática em Saúde da Elsevier Clinical Solutions. O executivo realiza uma palestra sob o tema “Experiências de Digitalização da Decisão Clínica”, dia 20 de setembro, às 10h45. Além disso, Robert participa da roundtable “Qual o papel da tecnologia na decisão clínica?” às 11h40 e ainda apresenta “Protocolos clínicos e planos de cuidados sempre atuais” mostrando a importância e as soluções de apoio a decisão e cuidados do paciente, às 14h40.

“Para mim, o HIS 2018 é uma grande chance de aprendizado. Para o segmento de saúde brasileiro, também é uma oportunidade para se informar sobre o que está acontecendo na indústria e o que outros países estão fazendo. Para a Elsevier, esta é uma oportunidade para conhecer mais sobre o que as organizações estão enfrentando e quais são suas necessidades. Isso nos ajuda no desenvolvimento de produtos, prioridades e áreas de foco”, explica Robert Nieves.

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