AACD é primeira instituição brasileira a utilizar tecnologia suíça de ponta na reabilitação de pacientes
Andago permite que pacientes tenham mãos e pés livres ao caminhar com a suspensão de parte do peso corporal.
Principal revista e portal hospitalar do país.
Andago permite que pacientes tenham mãos e pés livres ao caminhar com a suspensão de parte do peso corporal.
Os avanços tecnológicos proporcionaram uma revolução na medicina. Mas se o que vivenciamos já mudou tantos paradigmas, o que virá pela frente será ainda mais transformador.
Máquinas de altíssima precisão são utilizadas na unidade tanto para diagnóstico quanto para sanar problemas no órgão.
Soluções na área de Neurofisiologia aumentam o conforto e a assertividade de rastreamentos.
Problemas como a desatualização de softwares até links maliciosos podem causar danos imensuráveis aos hospitais.
“As tecnologias viraram aliadas no ensino e aprendizagem médica”, afirma Renato Sousa, que é titular da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia.
Técnica conhecida como imunoterapia age fazendo com que o organismo combata a doença de forma mais eficiente.
Apesar de já estarem no Brasil há algum tempo, ainda há muitas informações que podem ser disseminadas sobre a atuação dessa tecnologia.
“Imagine um hospital, com muitos pacientes de urgência, atendimentos a todo vapor, e de repente tudo para de funcionar. Um alerta é enviado aos terminais e em alguns instantes a alta direção recebe uma ligação de um criminoso exigindo resgate para retornar a operação ao normal.”
Procedimento para colocação de dois stents com válvula é considerado raro, foi feito em cerca de 100 pacientes no mundo. Outros destaques foram a cirurgia robótica de grande porte para troca de válvula cardíaca e a instalação de Mitraclip em paciente com mais de 100 anos.