Artigo – Fim das restrições à publicidade médica?
Sob o enfoque da ética, é indiscutível que o sigilo entre o médico e o paciente deva ser preservado a qualquer preço.
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Sob o enfoque da ética, é indiscutível que o sigilo entre o médico e o paciente deva ser preservado a qualquer preço.
Estimativas globais apontam que de 40% a 50% do aumento dos gastos com saúde está relacionado aos avanços tecnológicos.
Em meio a escândalos envolvendo empreiteiras, recessão econômica e queda na compra de imóveis por causa da crise, quem saiu perdendo foi o setor de construção civil.
Orientações concisas guiam para ação imediata, ou seja, não apenas para avaliação, mas também para determinar se são necessários futuros procedimentos ou medicamentos a prescrever.
A cada dia uma nova tecnologia é lançada ou aplicada à área de saúde.
O péssimo uso dos recursos tornam as condições estruturais das Unidades Básicas de Saúde e dos hospitais cada vez mais deploráveis.
Área da saúde ainda tem apresentado muitas preocupações, dentre algumas delas, está o alto custo do setor, principalmente, diante de uma economia que ainda se recupera.
Estudo apontou as três mais importantes distorções que somadas representam R$ 1,17 bilhão, em retenções de faturamento, glosas e inadimplência praticadas por hospitais, operadoras e planos de saúde.
Ter um sistema de integridade bem amarrado em todas as pontas significa um ambiente desfavorável ao comportamento antiético.
Em meados de 2020, não temos mais espaço para a celebre frase de “grandes cirurgiões, grandes incisões”.