Campanha “Juntos Lutamos pela Vida” impulsiona investimentos na luta contra o câncer

O Grupo Luta Pela Vida arrecadou R$ 100.429,82 durante a campanha “Juntos Lutamos pela Vida”, que aconteceu de abril a agosto deste ano. O valor será utilizado para ajudar no tratamento de pacientes com câncer e para investir nas obras de ampliação do Hospital do Câncer em Uberlândia (MG).

Durante todo este período, a ação contou com o apoio da sociedade e de empresas. “A aquisição de equipamentos, melhorias e ampliação do Hospital do Câncer são feitas de acordo com os recursos que são captados. Agradecemos a todos que contribuíram. Sempre reconhecemos as doações como um ato de confiança e amor ao trabalho desenvolvido na luta pela vida.”, diz Alexandre Oliveira, analista de marketing do Grupo Luta Pela Vida.

Um dos pacientes que já passou pelo Hospital do Câncer e doou foi Hygor Alves, de 20 anos. Sua maratona pela vida começou em 2013, quando descobriu um tumor na perna direita, na tíbia. Com uma reincidência de dores, Hygor procurou um médico e após vários exames descobriu a doença. Fez oito sessões de quimioterapia e agora faz apenas acompanhamento. “No decorrer do tratamento fazemos muitas reflexões e meu maior aprendizado foi cuidar mais da minha saúde, da minha alimentação, fazer uma atividade física e, sempre que possível, ajudar outras pessoas que passam por alguma dificuldade. A vida não é feita apenas de trabalho, mas de sonhos”, afirma o jovem.

Causa solidária

Ao longo dos anos, diversos investimentos foram realizados com o apoio da sociedade e de empresas. “Direcionamos recursos na aquisição de equipamentos de última geração, em pesquisas de prevenção, em melhorias dentro do hospital, ampliação de espaços. Neste momento, nosso foco é sustentar o tratamento de todos os pacientes e dar continuidade na ampliação nas frentes de combate ao câncer. A manutenção, construção e aquisição de equipamentos têm custos altíssimos, por isso fazemos várias campanhas ao longo do ano, para que os pacientes continuem recebendo tratamento humanizado”, conclui Alexandre Oliveira.

Redação

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