Com investimento acima de R$ 210 milhões, Praia Grande recebe novo hospital

Anunciada em 2018 a chegada do Hospital IGESP à Praia Grande, litoral paulista, atinge uma nova etapa do projeto. De posse do alvará da prefeitura, o Grupo Trasmontano responsável pelo empreendimento, já deu início às obras da segunda unidade hospitalar da rede. Com investimento acima de R$ 210 milhões em recursos próprios a estimativa é gerar mais de 4.500 empregos diretos e indiretos na Baixada Santista.

O novo hospital será construído pela Athié | Wohnrath, vencedora da licitação. Serão 31.500 m² de área construída no bairro da Aviação.  O Hospital contará com 190 leitos, contemplando unidades de internação geral, obstétrica e pediátrica, Unidades de Terapia Intensiva (UTI) adulto, pediátrica e neonatal, Centro Cirúrgico com tecnologia para cirurgias de alta complexidade, amplo Centro de Diagnósticos e um moderno Centro Médico Ambulatorial.

A conclusão das obras do novo Hospital IGESP está prevista para novembro de 2021. Após a entrega do prédio estima-se mais 6 meses para montagem de equipamentos e início das operações. Com a chegada do hospital aproximadamente 1,8 milhões de habitantes serão beneficiados, sem contar a população flutuante que chega a triplicar nas altas temporadas.

De acordo com o senhor Fernando José Moredo, Presidente do Grupo Trasmontano, O Hospital IGESP já atua na cidade, no bairro Tudi Bastos, com o serviço de Pronto Atendimento 24 horas que oferece atendimento nas especialidades de clínica médica e pediatria, mas será com essa nova Unidade Hospitalar que a população da Praia Grande e demais cidades do litoral paulista, terá de fato, uma opção completa em serviços de saúde, com os melhores profissionais e tecnologia avançada para agilizar e garantir a qualidade dos atendimentos.

Dr. Julio Lobato, CEO do Grupo, aposta na região e afirma que “Santos e toda baixada santista contemplam a maior entrada de renda do país, com uma zona portuária por onde passam nossas maiores riquezas. Por isso, acreditamos que a qualidade da saúde deva estar no patamar das grandes cidades como a capital. Pensamos também na comodidade dos pacientes, que muitas vezes precisam sair da baixada e seguir para São Paulo, em busca de um bom atendimento ou procedimento mais complexo”, declara o diretor executivo do grupo.

Redação

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