Samaritano Higienópolis moderniza Unidade de Medicina Diagnóstica e investe em novos equipamentos

O Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo (SP), acaba de fazer uma reestruturação em sua Unidade de Medicina Diagnóstica e Terapêutica. Totalmente renovado, o setor também recebeu novos equipamentos de imagens e métodos gráficos para a realização de exames mais complexos e sofisticados, que inclui o terceiro tomógrafo computadorizado e a quarta ressonância magnética, e um novo ecocardiograma. “O projeto de reforma das instalações e modernização dos aparelhos tem como objetivo proporcionar segurança, conforto e um ambiente aconchegante, e de forma mais eficiente para o paciente”, comemora Eduardo Anastácio, coordenador médico do Centro Diagnóstico e Ambulatório de Especialidades da instituição, que funciona 24 horas, todos os dias da semana. A equipe multiprofissional foi incrementada com novas contratações de profissionais treinados das áreas de radiografia e enfermagem para manter a qualidade e a eficácia do atendimento.

A reforma dos dois andares, onde está localizada a Unidade Diagnóstica da instituição, teve duração de cerca de 60 dias, sem interrupção no atendimento ao público.  Nesse período, o espaço foi reestruturado com nova pintura e ambientação das recepções, as salas de triagem, espera e preparo, vestiários e banheiros. “Apesar dos desafios enfrentados desde o início da pandemia, conseguimos fazer melhorias importantes e sustentáveis, ampliando a capacidade de atendimento e sempre mantendo a excelência e humanização, marcas do nosso hospital”, ressalta. A unidade realiza mensalmente 2 mil ressonâncias magnéticas e 3.500 tomografias computadorizadas.

De acordo com o radiologista, a iniciativa visa manter seus equipamentos de imagem diagnóstica sempre atualizados e usufruir da mais alta tecnologia na prestação de serviços. Desta forma, a instituição adquiriu sua quarta ressonância magnética, a Signa Voyager Premium 1.5T que possui 33 canais, e imagens obtidas na metade do tempo para sequências separadas, totalmente integradas em um fluxo de trabalho contínuo. E o terceiro tomógrafo, desta vez, o Revolution ACT projetado para realizar imagens de qualidade com doses menores de radiação, o que contribui para diagnósticos mais precisos e exposições mais baixas para os pacientes.

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