Relatório indica que até quatro em cada 10 pacientes são prejudicados nos cuidados de saúde primários e ambulatoriais, sendo até 80% deles por danos evitáveis.
Especialista enumera alguns dos tipos mais usuais de violência obstétrica no Brasil – como humilhação, técnicas obsoletas, intervenções desnecessárias e sem anestesia e até a obrigação de parir em determinada posição.
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