Artigo – Mudança de rota: como saber quando adaptar uma empresa?
Cada setor da sociedade tem as suas peculiaridades, mesmo assim, alguns aprendizados podem ser compartilhados quando tratamos da gestão de empresas.
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Cada setor da sociedade tem as suas peculiaridades, mesmo assim, alguns aprendizados podem ser compartilhados quando tratamos da gestão de empresas.
O setor de saúde está em constante evolução e o diálogo cada vez mais próximo com a tecnologia é fundamental para transformar processos, ampliar eficiências e proporcionar melhores experiências para pacientes e profissionais.
Nos últimos anos, a discussão sobre ESG (Environmental, Social and Governance) – conhecido no Brasil como ASG (Ambiental, Social e Governança) – ganhou destaque em diversos setores, incluindo a saúde. Instituições e empresas enfrentam o desafio de integrar esses princípios em suas práticas diárias, promovendo uma abordagem ética e sustentável.
A implementação de novas tecnologias também traz desafios que merecem atenção, como a sobrecarga no dia a dia e a necessidade de adaptação constante.
Qual o papel das empresas de saúde no Brasil de hoje? Em um cenário de constantes desafios, com uma população que envelhece e um sistema de saúde que enfrenta pressões crescentes, a resposta a essa pergunta é mais urgente do que nunca.
Imagine um software capaz de detectar em segundos mínimas distorções em imagens, imperceptíveis ao olho humano, que podem indicar lesões milimétricas e ainda em estágio inicial. Essa é a promessa da IA na detecção precoce do câncer de mama.
Estima-se que melhorar a precisão diagnóstica possa economizar mais de 100 bilhões de dólares por ano.
Tecnologia e inovação estão cada vez mais integradas na área da saúde. Hospitais e centros diagnósticos têm investido em fluxos de trabalho automatizados e análises de negócios inteligentes para melhorar seus processos diários, mensais, anuais etc.
Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Carlos (USFCAR), que acompanhou trabalhadores de saúde entre 2021 e 2022, revelou que 86% dos entrevistados sofriam com burnout, enquanto 81% apresentavam níveis elevados de estresse.
O cenário é conhecido: ao buscar auxílio médico, muitos de nós deparamos com médicos que parecem distantes e desinteressados à situação.